Maffalda mudou de casa! Redirecionando...

Se você não for redirecionado automaticamente, visite http://maffalda.net e atualize seus favoritos.

quarta-feira, 9 de abril de 2003

Impressionante: quanto mais coisas eu tenho pra fazer
quanto mais preocupada eu estou
quanto mais estressada eu estou
quanto mais me pressionam
mais eu enrolo
mais eu durmo
mais eu nem aí
um sono
uma preguiça...
meu signo diz: preguiçosa
meu horóscopo chinês? preguiçosa
meu orixá - preguiçosa
teste vocacional, preguiçosa
fica difícil
fugir.

terça-feira, 8 de abril de 2003

Dois testes decentes e úteis:
Como você aprende? (Index of Learning Styles)
Quais são suas convicções políticas?
Por favor comente seus resultados!

quinta-feira, 3 de abril de 2003

Falando em coisas que emocionam, a tese do Cabelo com agradecimento pra mim e cheia de figurinhas que eu fiz, e a do Hugo com agradecimento pra mim e pro Gastón...
Que saudade.

26 graus. Fico imaginando se será só em mim que o calor provoca reações estranhas, a vontade de me apaixonar tudo de novo, como dizia a minha mãe: "Isso é coisa da idade, gostar de verão. Quando eu era moça e começava a fazer calor eu colocava uma sandália bem baixinha e saía na rua, parecia que eu estava flutuando...". Assim que me sinto. E nem estou de tpm nem nada, mas ontem me deu uma vontade de chorar - de alegria - ao ver um moço muito tranqüilo empinando uma pipa às três da tarde num gramado da universidade.
Estarei louca? Não sei, mas espero conseguir aproveitar o calor.

quinta-feira, 27 de março de 2003

PelamordeDeus, me digam a verdade, mesmo que doa:
- É sério que o cine Largo do Machado foi vendido pros crentes???

Agorinha mesmo, no msn:

IRAQ WAR POLL

Is the US media doing a good job covering the war?

Yes, it's fair and balanced
28%

No, too pro-American
27%

No, too anti-American
37%


Not sure
8%

Qualquer um que esteja vendo tv aberta neste país e tenha um mínimo de miolos só pode rolar de rir ao ver isto.

quarta-feira, 26 de março de 2003

Tô blogando e num tô sintindo nada, quando aparecer aqui este post me perdoem: mudei um tanto de coisa no template e não sei como ficou.

This is my new blogchalk:
United States, Washington D.C., College Park (MD), Portuguese, English, Maffalda, Female, 26-30, Environmental Engineering. :)

Na noite do Oscar fiz isso, isso e isso.
As pessoas gostaram. Mas eu sou uma cozinheira tão ruim que ainda estranho quando as pessoas acham minha comida boa!
Teve churrasco também, feito por argentinos. Uma delícia.

Roubei a cor da Giulieta, descaradamente.

segunda-feira, 24 de março de 2003

Nós não ouvimos tudo o que o Moore tinha pra dizer. Vá aqui e veja o que o vencedor de Documentary Feature respondeu na entrevista pós Oscar.

sábado, 22 de março de 2003

Queria saber quem, em sã consciência, gasta um sábado à noite perfeitamente saível pra conversar comigo no Trillian pra lá de três quatro horas????

terça-feira, 18 de março de 2003

Sabe o joguinho do adivinhe um número que rodou por aí há um tempo?
Tatipiv perguntou como funcionava, e eu já tinha tentado explicar pra mim mesma. Eu me convenci, veja se te convenço também:

Tá bom, eu explico, mas foi você que pediu, não me chame de estraga-prazeres:
Você escolhe um número de dois algarismos, digamos, ab. Aí você subtrai b, fica com a0, certo? Esse número é 10 vezes a. Aí você subtrai a e fica com 9 vezes a, voilá, um múltiplo de nove. Se você olhar a tabela de caracteres, os múltiplos de 9 têm todos os mesmo símbolo, mas ele muda a cada rodada pra te deixar doida.
É isso aí. Um beijo, Maffalda

Like onions ou Debaixo de sete chaves.

Conversei três minutos no msn com ele - enquanto trabalhava - pra contar uma coisa que não dissemos a quase ninguém. Ele também tinha novidade (aliás, como foi?). Hoje liguei o rádio e escutei "... now I saw her face, and I'm a believer...". Aí ele vai e põe um link pra mim.
Não é um amor??

sexta-feira, 14 de março de 2003




I don't know with what weapons World War III will be fought, but World War IV will be fought with sticks and stones.
Albert Einstein
(1879-1955)

segunda-feira, 10 de março de 2003

Conhecemos um cara no fim-de-semana (americano) que passou quatro meses no Brasil (no IFT). Ele fala holandês, inglês e italiano, e foi pro Brasil sem saber bulhufas de português. Cometeu inúmeras gafes, entre elas pedir pennes no restaurante, assim mesmo no plural, e pedir pão sem til pra uma garçonete sacana que o fez repetir quatro vezes antes de dizer "ah, bread!". Comédia.

Novidade boa: parece que minha prima Miriam se empolgou. Ela é mãe da Ravit e agora finalmente engrenou (ao que parece) pra escrever no blog. Vamos ver.

"Escravinhos". Era como chamávamos os estudantes de Iniciação Científica. Em tese, todo mundo tinha um projeto de pesquisa, mas em alguns laboratórios o pessoal abusava e o estudante de IC ficava mesmo era fazendo o trabalho sujo. Comigo nunca aconteceu, mas tinha gente que reclamava.
Pois o dia chegou: tenho agora meu próprio escravinho. Os alunos de graduação daqui (undergraduates) podem ter um projeto de pesquisa ou não, ou seja, podem trabalhar nos laboratórios sendo pagos por hora, como funcionários mesmo. Ganhei um desses ajudantes. É lógico que eu não vou deixar o cara fazer só trabalho pesado, vou também explicar pra ele sobre meu projeto para que ele tenha uma base científica. Mas que ele vai lavar um tantão de louça, isso vai!

quarta-feira, 5 de março de 2003

Parece que os pescoços-vermelhos já estão indo longe demais...
CNN.com - Man arrested for 'peace' T-shirt - Mar. 4, 2003

Por aqui, escaldantes 16 graus. Êba!

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2003

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2003

E eu achava que outro dia tinha nevado... Rá!
Tiveram até que trocar a regüinha da "snowcam" do Washington Post.

Mais fotos aqui, pra vocês verem como está minha paisagem. Estou de castigo!

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2003

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2003

Ultimamente não têm procurado tanto pela Paloma Duarte aqui, mas mesmo assim, aí está ela. Saiu na reportagem de capa da revista Criativa deste mês.

Eu é que estou ficando enjoada ou xadrês é pior que metereologia??

Rotisseria Sírio Libanesa, Largo do Machado.

Elesbão publicou as fotos que eu procurei pra caramba há algum tempo. Putz, que saudade! Mas pelo menos eu fui lá em janeiro!

domingo, 9 de fevereiro de 2003

E dá-lhe "metereologia"! Tem dó.

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2003

De novo: Buenos Aires, da coluna de Janaína Figueiredo n'O Globo.

Antigüidades

Passeio popular em El Retiro

A crise econômica deu novos contornos ao turismo portenho. Nas redondezas da estação de trem Retiro, foi inaugurado, recentemente, o Paseo El Retiro, reduto de artesãos e vendedores de antigüidades, de categoria inferior aos que podem ser encontrados na tradicional Feira de San Telmo. El Retiro é uma feira popular, onde o turista pode comprar roupas usadas, artesanato e bijuteria baratos, entre outros produtos que integram a abrangente lista de objetos vendidos no lugar. Muitos vendedores são autênticos representantes da classe média empobrecida, que após quatro anos de recessão foram obrigados a buscar alternativas criativas para sobreviver num país onde o mercado de trabalho é cada vez menor. "Fui secretária de uma empresa metalúrgica durante 25 anos, mas em 2001 fiquei desempregada. Hoje vendo roupa na feira, porque foi a melhor opção que encontrei", contou Alicia Rivas, de 45 anos. Ela está satisfeita, porque além dos visitantes locais, afirma que muitos turistas já descobriram a nova atração da cidade. Nos últimos dois meses, Buenos Aires foi literalmente invadida por turistas estrangeiros, atraídos, basicamente, pela vantagem cambial. A feira de El Retiro faz parte do circuito turístico dominical, que inclui, também, as feiras de San Telmo e da Recoleta. Para quem quiser aproveitar um domingo ao ar livre na região mais visitada da cidade. Endereço: Avenida de los Inmigrantes, esquina com Avenida Antártida Argentina.

CALOR

Ponha roupas leves na mala

Ultimamente, a temperatura em Buenos Aires tem oscilado entre 25 graus e 40 graus. Na última semana de janeiro, a sensação térmica bateu 43 graus. Para quem estiver pensando em dar um pulo na capital argentina é aconselhável trazer roupas leves, e preparar-se para dias de muito calor, muitas vezes bem mais sufocante do que o calor carioca. É bom sempre incluir na mala, também, um casaco de algodão ou linho, porque, após um dia de chuva, a temperatura despenca e à noite costuma esfriar.

SHOW

Temporada de verão


A Prefeitura de Buenos Aires organizou uma série de atividades gratuitas para este verão. No próximo sábado, 8 de fevereiro, o destaque é a ópera “L`Occasione Fa Il Ladro”, com direção de Guillermo Brizzio e Claudio Gallardou. Endereço: Anfiteatro Parque Centenario, Avenida Angel Gallardo, esquina Warnes. Para consultar sobre outras atividades: 0800-999-2727.

GASTRONOMIA

Com vista para o Rio da Prata


Imagine um jantar à luz de velas, num restaurante que começa na terra e termina no rio. O restaurante Morena é um verdadeiro espetáculo. Localizado na região da Costaneira, de frente para o Rio da Prata, o lugar oferece um menu rico em frutos do mar, massas e carnes. Além da culinária de alto nível, o barato do lugar é a vista. O Rio da Prata pode não ser uma das sete maravilhas do mundo mas, à noite, merece uma visita. O restaurante tem a forma de um cais. Das janelas do Morena, o visitante pode apreciar toda a Costaneira, uma região que foi, até o começo dos anos 90, o coração da noite portenha. Um jantar para duas pessoas fica em torno de US$ 20. Telefone para reservas (fundamental): 4786-0204/4788-2521. Endereço: Avenida Costanera/Puerto Norte.

COMPRAS: Las Pepas é uma das lojas de roupa de couro mais procuradas pelo público feminino. Modelos clássicos e qualidade única. Um lugar ideal para comprar casacos básicos, daqueles que duram a vida inteira. Nas próximas semanas, a loja oferece modelitos básicos por apenas 199 pesos (US$ 62). Os casacos mais caros custam em torno de 690 pesos (US$ 215). Vale a pena dar uma espiada. A Las Pepas tem duas sucursais. Uma delas fica na Avenida Santa Fe 1.631, a outra no shopping Paseo Alcorta (Avenida Figueroa Alcorta 1.044, loja 1.044). Telefone: 5777-6553.

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2003

Esse menino me lembra o meu primo Flávio e o meu amigo Mendes!

É uma foto de Alécio de Andrade.

sexta-feira, 31 de janeiro de 2003

rio de janeiro, colado da Zel.

conheci o rio aos 18 anos, quando ainda não conhecia outros lugares nesse mundo. cheguei sem nenhuma prevenção, e descobri que já conhecia a cidade nos meus sonhos. já passara pelo porto, tive uma sensação forte de deja vu, senti-me em casa. fiquei na tijuca em dezembro, um calor infernal. comecei ali minha vida adulta, no calor e nos cinemas da estação botafogo. vi delicatessen, conheci a cidade dos gatos, comi no cervantes, vi pela primeira vez o pão de açúcar e meus olhos ainda hoje se enchem d'água ao lembrar da sensação de espanto e deslumbramento. e o pão de açúcar o menos óbvio possível à minha frente / o pão de açúcar com suas arestas insuspeitadas. jamais vou esquecer a sensação de maravilha daqueles dias.

estou sempre atenta para ser eternamente estrangeira no rio de janeiro, pra que todas as visitas sejam sublimes, pra que nunca me acostume com o esplendor do pão de açúcar, com a beleza da areia branca e do mar verde-azul, pra que olhe sempre para o corcovado como se fosse a primeira vez. na verdade, é sempre a primeira vez pra mim, meus olhos se enchem d'água e eu disfarço -- menos por vergonha e mais para viver esse momento de contemplação de beleza forma pessoal e quase religiosa.


E essa mulher não põe um link permanente pra isso.

Taquepareô, que frio que faz nesta terra! Eu não detesto só o frio assim enquanto sensação térmica deprimente, mas também o tal de tira-casaco-põe-casaco-põe-luva-perde-chapéu, o céu escuro, a chuvinha, a cara branca do povo, os olhos secos lacrimejando o tempo todo e vermelhos, os choques, e a limitação geral que tudo isso traz.
Ah, pros choques, dos quais Nemo Nox também reclama (descobri há pouco tempo que ele é meu vizinho), a solução é mais ou menos simples: andar com as chaves à mão. É que a descarga elétrica é mais sentida quanto menor a área de pele que ela atinge. Assim, quando eu me aproximo de uma maçaneta ou outra superfície metálica qualquer, aperto a chave com o dedão bem espalhado e deixo que ela receba o choque. Sai até faísca! Claro que eu pareço doida, sempre encostando com a chave em tudo, mas dos males o menor. E, muito importante: sempre dar as mãozinhas antes de beijar, porque choque nos lábios ninguém merece!

Ainda bem que não sou só eu que sou vampira, o Cris Dias também sai em campo implorando por sangue. Não custa lembrar, é a boa ação mais fácil que existe! Aqui nos States eu não consegui doar, é uma pena. Sangue brasuca não tá muito bem cotado, não.

Hospital do Fundão suspende cirurgias por falta de doações de sangue
Cristiane de Cássia - O Globo

RIO - Três cirurgias já foram suspensas hoje no Hospital do Fundão por falta de doações de sangue. Caso o número de doadores não aumente na segunda-feira, mais cirurgias poderão ser adiadas. Ontem o banco de sangue do hospital bateu o recorde negativo de coleta em seus 25 anos de atividade, com apenas 13 doações, quando o mínimo necessário deve ficar entre 60 e 80 doadores.

Devido à baixa de doadores, na manhã de hoje sete pacientes que precisavam de sangue com fator Rh negativo estavam na dependência do aparecimento de pessoas para doar. Além de atender aos 500 leitos do hospital, o banco de sangue do Fundão abastece o Instituto de Puericultura e Pediatria Martagão Gesteira, unidade de saúde da UFRJ que dispõe de 80 leitos.

Para doar sangue não é preciso estar em jejum. É apenas necessário ter entre 18 e 65 anos, levar documento de identidade e estar se sentindo bem de saúde. As coletas no Fundão são feitas de segunda-feira a sexta-feira, entre 7h e 13h30m.

Ói que bunitim!

Lavinia???

quinta-feira, 30 de janeiro de 2003


É mole???

Estou aqui na minha aula de "Numerical Modeling for Water Resources & Environmental Engineering", num laboratório de computação. O mais legal é a tradução simultanea em American Sign Language (ASL), a língua de sinais daqui (não, não é universal)! Muito jóia...

quarta-feira, 29 de janeiro de 2003

Eu, que sou tão legal e modesta, odeio gente que se acha melhor que todo mundo, mais esperto e mais inteligente.
Minha mãe costuma dizer que eu não tenho paciência com gente burra. É mentira. Eu não tenho é com gente que não ouve o que você fala e pergunta de novo dois segundos depois (por distração ou autocentrismo puro) e não tem vontade de aprender. E tenho dito.

E hoje faz três anos que o Júlio e a Giovana se casaram. O Gastón falou assim: "vamos lá pra ver como é esse negócio de casamento". Pra minha sorte, o deles foi ótimo...

Porque o Lamas é o melhor bar do Rio, parte IV: Por causa do Vieira, que está lá há uns 30 anos e conhece meu pai e meus tios há 40.

Esqueci de contar coisas, sim.
O que eu comi.
Pois então: picanha com farofa de banana na Majórica, bife à francesa e lingüicinha no Lamas, esfiha no árabe do Largo do Machado, pão de queijo de padaria, muito pão francês, bife de chorizo num restaurante em Búzios, comida a quilo com sushi bom, comida tailandesa pouca e cara, umas empanadas meio fajutas, a comida da Bel, mexidinho, um montão de frutas, e bebi muito café e guaraná diet.

Pensar o amor é diagnoticar sua ausência.
(Léo Jaime)

A esta altura do campeonato todo mundo sabe que Léo Jaime tem blog. Eu soube disso nesse mês que parei de escrever no meu. Mas é uma notícia e tanto pra quem quase furou o Sessão da Tarde quando era criança e até hoje de vez em quando se pega pensando "Eu tenho o gesto exato, sei como devo andar...". E mais tarde leu os textos da Capricho - tem um que tenho até hoje, lindo lindo.
Fora isso, "tudo o que eu quero... ÉÉÉ! Tudo o que eu quero agora..."...

Ah, e em Búzios liguei a tv e ouvi o Léo Jaime comentando jogo de futebol. Estranho, porque eu não lembrava da voz dele falando, só cantando.

Esqueci de contar que aqui tá um frio do caramba, desses que a gente vê na tv que superaram toda a última década. E de contar que eu estou atrasadíssima com os emails.

Voltando...

Nesse um mês eu fui a uma festa de Natal não tão boa mas com pessoas legais (a Verônica e o Enrique), trabalhei o quanto deu, recebi uma notificação de que talvez minha troca de visto não saísse a tempo de receber o reembolso pela semestralidade da universidade, fui a uma festa de ano-novo e conheci pessoas ótimas (o Paul e a Gisele), decidi ir ao Brasil, comprei passagem pra uma semana depois da minha decisão, fui, troquei de visto, vi meus pais, vi um monte de amigos dos meus pais (o tio Nica, o tio Geraldo e família), vi minha madrinha, vi o Dudu (é o Dudu! é o Dudu! - depois de N anos, N tendendo a muito), conheci a Biba, gracinha, parece com a Miriam mas menos do que na foto, esbarrei com o Cláudio Reston num show de bossa nova muito bom, olha a rima, e ele me veio com "claro que eu me lembro de você, você era a namorada do...", vi a Eliana minha professora de português do 1o. ano (1993), vi a Pat, com o Vitor, vi a Lav, ou o que sobrou da Lav com 18 kg menos, linda, estamos em fase love total, fomos pra Búzios juntas, até saímos pra dançar, paqueramos na praia, claro, eu dizendo "óóó! eu sou casada, solteira é ela!", descontrolei total com o preço das coisas no Brasil, trouxe 50 kg de bagagem, voltei exausta, minha orientadora e meu orientador sacaram meu bronzeado, vou ter que trabalhar em dobro, vou fazer três matérias que dão um trabalho insano, não sei se vou escrever muito no blog, pensei em largar o blog, mas agora me deu por escrever, talvez eu fique que nem o Hiro que escreve de arranquinho, além disso minha irmã prometeu fazer um esforço pra entender essa tal de internet, quem sabe ela começa a ler isto aqui e achar uns links, e não é que eu descobri que meu primo lindo Flávio Doido lê a Maffalda, quase morri de susto, oi, Flávio! beijo pra Kit e pro Bibi, será que estou esquecendo de contar alguma coisa? Acho que não.

segunda-feira, 23 de dezembro de 2002

No need to waste any time on annoying telemarketing calls with the Zenith ZEP100 EZ Hang-Up. The ZEP100 easily connects to most phones via a standard phone jack. The device plays a prerecorded message twice, then disconnects the line. Just pick up, determine you want the call cut off, then press the button. It also works with caller ID service from your local phone company to automatically cut off calls you wish to block.

Você aperta um botão e o seu aparelhinho diz pro telemarqueteiro que você quer seu número retirado da lista. Quero ver o sujeito dizendo pra gravação "mas tem certeza, senhóóóra?"...

Gostei deste review:
I used to be a productive member of society. But recently, I purchased the ZEP100, and now I find myself sitting by the phone day and night, just waiting for a telemarketer to call so I can press that magic button. I haven't showered, gone to the office, or brushed my teeth in weeks. My only fear is this device may work TOO well, and eventually I will not get any more calls. I hope I will still have a job.

Mega hiper post, em itens, que eu estou sem paciência de ser muito literária:

- Escapei de um dos exames e fiquei com um A. A má notícia é que essa nota não entra no cálculo da minha nota final (GPA ou CR, como preferirem). Mas que foi bom, foi, não ter que ir fazer prova num sábado às 8 da manhã.
- Fui mais ou menos (acho) nos outros exames. Suficiente pra terminar o semestre.
- Meu aniversário foi dia 18, obrigada pra todo mundo que escreveu, mandou cartão, telefonou e lembrou (mesmo atrasado, viu?). Chamei as pessoas que conheço daqui pra jantar num restaurante italiano. Foram 16 pessoas. Isso é mais quorum do que muito aniversário meu. A diferença é que em terras tropicais todo mundo já está viajando no dia 18, enquanto nestas bandas eu me aproveitei dos reféns dos exames. Garota eshperrrta, 26 anos de praia.
- Agora vou ter que trabalhar pra chuchu, no laboratório.
- Perdi um documento e vou demorar mais ainda pra ganhar dinheiro.
- Nossa árvore de Natal é o tripé da câmera cheio de luzinhas, ficou linda!

quinta-feira, 12 de dezembro de 2002

Hospital do Fundão pede doações de sangue
O Hospital Universitário Clementino Fraga Filho, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), está solicitando doadores de sangue para atender a sua demanda diária de transfusões. A situação no hospital é de carência muito grande de sangue e quem quiser ajudar pode comparecer até o Serviço de Hemoretapia da unidade, na Rua Brigadeiro Trompowsky, na Ilha do Fundão. Maiores informações podem ser obtidas pelo telefone 2562-2305.
Para doar sangue, as pessoas devem ter entre 18 e 60 anos e pesarem mais de 50kg. Portadores de diabetes e hepatite não podem fazer a doação. A necessidade diária do Hospital Universitário é de 60 a 80 doadores, mas a média vem sendo de apenas 30. Hoje, apenas sete pessoas compareceram ao Serviço de Hemoterapia até o momento.


Hoje é dia da minha Madrinha. Já vou ter que começar rezando.

terça-feira, 10 de dezembro de 2002

Promessa (esperando pra ser quebrada).

Não blogo mais até terminar as provas. Vejo vocês daqui a duas semanas...

Gastón chegou!

Vi hoje as notas de 2 e de 20 reais pela primeira vez.

Alguém aí me faz um favor? Vejam se o Pelé (de Ipanema) aparece no livro Anônimos Famosos!
Se não aparece, é marmelada!

Atualizando: agora com foto e link! Tem coisas que só o Pelé faz por você...

domingo, 8 de dezembro de 2002



PS: Depois que coloquei a foto percebi que o Kiel aparece nela. O que seria da Cantina da Física sem o Kiel e sua calça vermelha???


E escrevi uma carta com meus desejos para cada um de vocês, presentes da vida que eu recebi. E fiz de cada uma um pequeno pássaro de papel, pra colocar em minha árvore.
Stella é realmente uma jóia rara. Para ler o texto completo, veja o post da Meg.
Amor, sucesso, amizade e alegria pra você também, querida.


Adesivo anticoncepcional
No mínimo, curioso. Meus amigos daqui o apelidaram "the patch for those who don't want to quit".

Pictionary
Checker flag, bunker bed, scramble, baby fat, escalator, bald, slingshot, pope, puppy, cow, windmill, beside, identical twins, chain letter, torch, pound, north pole, matinee, dirty dancing, thick, small, mcdonalds, salad...

Vai parecer mentira...
...mas eu conto assim mesmo. Fernando (o "Volta") me deu hoje o primeiro sinal de vida desde maio. (Não estou incriminando ninguém, eu também não escrevi pra ele antes.)
Aí eu vou à casa de uns amigos argentinos e a única pessoa lá que eu não conhecia antes é o Julian. Julian e Volta são univitelinos. Sem brincadeira.
Juro que não é forçação de barra. Juro!

sábado, 7 de dezembro de 2002

Beta começou com a história de cartinhas pros amigos, Rafael me perguntou quem era a Patrícia. Aí vai:

A Patrícia.
   Patrícia é INEX - ela não existe. Era assim que falávamos de pessoas bacanas. Ela é a mais de todas.
   Começamos com 12 anos. Não sei por que me tiraram da 6a. C, deve ter sido porque ninguém me dava a menor bola e ainda riam de mim me chamando de Rapunzel Arrependida. Mudaram-me pra 6a. A. Não lembro como foi nossa primeira conversa, mas deve ter sido algo como "Ih, garota beshta, onde já se viu falar 'pórita'? Fala porrrta, feito gente decente!". Serei eternamente grata, mas o "sh" de carioca não falo até hoje. Ela é assim: vai falando. Nunca a vi mudar uma vírgula de sua personalidade pra agradar a quem quer que seja, nem mesmo as famosas patotas que se costumam formar entre meninas dessa idade. Era a única que dizia boas verdades sobre a nossa colega socialite. Ironicamente, ela foi a primeira da turma a beijar na boca. O menino mais cool da classe. E como ela é ela, não contou pra ninguém.
   Não babava pelos meninos do terceiro ano, como todas as outras. Exceto, talvez, quando o João Pedro estava no terceiro ano. Jura de pé junto até hoje que aquela menina que virou atriz de cinema a) tinha o cabelo ruim e b) deu em cima do namorado dela, o que eu duvideodó mas não discuto pra não perder a amiga.
   Fala do presente como se fosse um passado remoto e do passado distante como se fosse ontem. Ouvia todas as minhas abobrinhas e não contava quase nada, porque era tímida. Uma vez apareceu na minha casa e passou a tarde inteira comigo, só chorou quando estava quase indo embora. Tinha terminado com o namorado - já não me lembro qual, mas com certeza já durava mais de um ano - e não quis estragar meu dia, disse.
   Inteligente, engraçada e boa desenhista, nunca precisou estudar muito pra passar. Ficava fazendo graça e desenhando. Trocávamos uns 20 bilhetes por dia: desenhos, fofocas, deboches sobre os professores, programações para o dia seguinte, batalha naval, forca, toda uma documentação que, houvesse sobrevivido ao tempo, seria inestimável. Falávamos muito. Bruno tentava ser nosso cúmplice, os professores lhe chamavam a atenção imediatamente, um menino tão bom.
   Matava aula pra ler gibi no playground do prédio, nunca sabia as datas das provas, fazia trabalhos meia-boca, avacalhava os teatrinhos da aula da Dona Regina, avacalhava a coreografia da SUarte e parecia andar com a certeza de que aqueles seus anos não seriam desperdiçados com dramatizações sobre a lenda da mandioca ou uma pagação de mico anual no Campão.
   Os bilhetes também eram sobre os namorados, namoradinhos e paqueras, presentes (os dela) e futuros (os meus). Juntas formamos um verdadeiro exército de paixõezinhas consumadas ou frustradas, ou ambas as coisas. Eu fui a vela convicta de três anos inteiros e dois namorados, acho, e ela foi a confidente de inúmeras paquerinhas. Nunca me levou a sério - que isso não é dela -, irritando-me às vezes mas ensinando-me o imprescindível humor de nós mesmos. Mas me apoiava sempre, à sua maneira, contando-me que um dos meus amigos tinha ciúmes de mim (eu nunca teria percebido), ouvindo as lamentações do Mineiro pra me contar depois e imitando a Dona Regina aos gritos no corredor: "A Helô tem namoraaaaadoooo!", frase célebre seguida da exclamação dupla do nome do menino. Sei que não parece dizendo assim, mas me apoiava. E estava sempre a postos, ao contrário de outras pessoas que se diziam minhas amigas.
   Claro que tem defeitos. Fala mais que a boca, é enrolada e nunca me leva a sério. Qualidades são tantas que não sei se este texto termina.
   Sempre criticou a minha casa. "Muita tranqueira", dizia a dona das 200 revistinhas Disney, coleção completa da Inspetora de de Conan Doyle, material de desenho pintura e artesanato, e o boneco do Snoopy. Isso sem contar a coleção de discos da irmã mais velha, pop anos 80.
   Tem uma tia inacreditável que apareceu no livro sobre bossa nova do Rui Castro, uma mãe que é um amor e trabalha pra chuchu, um primo bem gatinho, e um apartamento com uma vista bárbara mas aonde é um sacrifício ir a pé. Agora tem também um sobrinho.
   Ganhou um cachorro de presente logo que nos conhecemos. O primeiro Sherlock do Parque Guinle. Você vai lá agora e deve ter uns 10 cocker spaniels chamados Sherlock. É porque até o cachorro é simpático (puxou a madrinha). A mãe dela nunca limpou uma sujeirinha dele (fora quando solicitada formalmente), pois condição para tê-lo era responsabilidade completa. Fora ter que ficar sem banho em época de prova, ele nunca reclamou.
   Quando eu deixei de ser Caxias, como ela me chamava, e quis fugir de casa pela primeira e única vez, foi ela quem me levou, pra horror do meu pai. Apoio incondicional.
   Ela está sempre presente. Não nos falamos com tanta freqüência, mas eu simplesmente sei que ela está lá pra mim, e que eu estou aqui por ela. O resto é o resto.

Site do Paulo Rowlands, com várias partituras pra coral.

sexta-feira, 6 de dezembro de 2002

Frio
( Leo Jaime )

Era um andar num tempo frio
Sentindo os músculos bem quentes
Era entregar-se a um destino
E não falar com muita gente
Ouvindo o som que faz o frio
Em suas cores diferentes

Era um andar no tempo frio
No grito, um coração doente
Era encontrar no aço um brilho
E no olhar um brilho ausente
E era um despertar sozinho
E com nenhuma diferente

E era um caminhar não indo
Como um passado, sem presente
E era como estar caindo
O corpo frio, o sangue quente
Silêncio e chuva no meu rosto
E o caminho pela frente

Como as risadas dos mendigos
E as estrelas decadentes

quinta-feira, 5 de dezembro de 2002

Neeeeeve!!!
Não teve aula hoje, e eu estou pensando com muuuuito carinho se eu vou até a universidade buscar uns livros ou não.
-2 graus, sensação térmica -7.
Acho que não.

quarta-feira, 4 de dezembro de 2002

Mais Buenos Aires, da coluna de Janaína Figueiredo:

DE DAR ÁGUA NA BOCA
No Nuts, uma política da gastronomia de alto nível
Como cabe a uma das principais capitais da América Latina, Buenos Aires oferece a seus visitantes restaurantes de excelente categoria. Além de suas tradicionais churrascarias, na capital argentina também é possível deliciar-se com um menu à altura dos melhores cozinheiros do mundo. No bairro de Belgrano, uma das regiões residenciais mais bonitas da cidade, o restaurante Nuts, freqüentado por embaixadores e políticos locais, merece uma visita. Ambiente agradável, nada de grandes multidões e pessoas falando alto, e um atendimento fora de série, para quem gosta de ser extremamente bem tratado. Por apenas 35 pesos por pessoa (US$ 10), entrada, prato principal, sobremesa, vinho e cafezinho. Acredite se quiser! As recomendações: para beber, vinho El Portillo; de entrada, brochette de camarões, com molho de coco, aspargos e folhas de bambu. De prato principal, frango com molho de mel, arroz, chutney de pêssego com uvas brancas. E de sobremesa, espelho de chocolate (fondue), com frutas. Para os que ficaram com água na boca, este paraíso portenho fica na rua Soldado de la Independência 1.417. Telefone para reservas: 4788-3052/8058

NA BOEMIA
Mais eclético, impossível
Clássica e Moderna é um dos bares mais charmosos de Buenos Aires. No local também funciona uma livraria, e às sextas-feiras e sábados, à noite, aquele som ao vivo a que poucos resistem. Geralmente, jazz, mas também costumam tocar um pouquinho de tango. Chão de madeira, paredes de ladrilho, mesas rústicas, comidinha gostosa e barata. Uma tábua de frios para duas pessoas, por exemplo, custa apenas 19 pesos (US$ 5,5). Endereço: Callao 892. Telefone para mais informações: 4812-8707/4813-9517.

DANÇA
Nos passos de Júlio Bocca
Quem vier a Buenos Aires entre os dias 3 e 6 de dezembro terá a chance de ver de perto o famoso bailarino argentino Júlio Bocca, um dos melhores do mundo. Pode ser uma oportunidade única, já que Bocca confessou que deve abandonar o palco dentro de cinco anos, após brilhar nos teatros mais importantes de NY, Londres e Moscou. Ele se apresenta com o Ballet Argentino, criado por ele. No estádio Luna Park. Ingressos de 8 pesos (US$ 2,2) a 45 pesos (US$ 12,8). Tel.: 4311-5100. Endereço: Bouchard 465. .

CONSUMO
Uma expedição para os amantes da moda
Para quem gosta de bater perna, a Avenida Córdoba é o lugar ideal em Buenos Aires. O melhor é começar na esquina de Córdoba e Scalabrini Ortiz, e de lá partir para um dia de compras em pleno coração do bairro de Palermo Viejo. Todas as grifes argentinas estão lá: Caro Cuore (lingerie), Claudia Larreta e Bayres (roupa feminina), uma variedade de lojas de roupa para homens, crianças e adolescentes. Praticamente tudo o que uma pessoa pode encontrar num shopping ao ar livre, a apenas 15 minutos de carro do Centro da cidade. São mais de dez quarteirões de lojas, uma ao lado da outra, com preços e modelitos bem variados. Uma expedição para os amantes da moda.

SERVIÇO
Para um transporte mais seguro
Apesar de ainda preservar, em algumas regiões, um ar de capital européia, Buenos Aires está se transformando, cada vez mais, numa típica capital latino-americana. Por isso, como no resto do continente, o turista preciso ter muito cuidado na hora de pegar um táxi nas ruas da cidade. A seguir, uma lista de empresas de rádio-taxi de confiança, para uma visita agradável e, é claro, segura: Taxi Plus (Tel.: 4863-1000); Lecoc (Tel.: 4963-9391); Premium (Tel.: 4374-6666) e Metro (Ligação gratuita no 0800-444-1-444).

Curta o Beijo na Santa.
Dias 5 e 8 de dezembro no CCBB, dia 6 no SESC Copacabana.
Leia entrevista com o Daniel.
Colado daqui.

terça-feira, 3 de dezembro de 2002

O Diamondback, jornal da Universidade de Maryland, veio hoje com um artigo sobre blogs e outro sobre cafeína.

O Haroldo está cantando as maravilhas do mundo moderno, mais especificamente o Detran ter uma página que funciona. Depois que mudamos pra cá, começamos a prestar atenção no tanto de coisas que funcionam bem no Brasil - e é surpreendente. Alguns exemplos:
- Os sistemas de banco eletrônico no Brasil são muito melhores. Aqui praticamente todas as contas têm que ser pagas através do envio de cheques pelo correio. No nosso banco, se você faz um pagamento eletrônico, o que eles fazem é... mandar um cheque pelo correio! Como resultado, o processo é tão demorado quanto o "normal", com a única diferença de que você economiza 37 cents do selo, isso se o banco não cobra pelo serviço.
- Urnas eletrônicas. Desconfianças à parte, se tivessem urnas eletrônicas por aqui talvez esse retardado não estivesse no poder. Aqui é novidade. Algumas urnas foram testadas na última eleição aqui em Maryland e uma das críticas é que as pessoas não sabem usar.
- Imposto de renda: o imposto brasileiro é muito menos complicado, o programa da Receita funciona e é simples, além de ser grátis (fora o imposto, claro). Aqui há zilhões de formulários, e se você quiser usar algum programa tem que pagar (pelo programa e por envio da declaração pela internet).

Em compensação, o serviço ao consumidor no Brasil não é tão bom, o que não quer dizer que é sempre perfeito por aqui...

domingo, 1 de dezembro de 2002


Quase me esqueço! Hoje é Dia Mundial da Luta contra a AIDS!

E sem informação essa luta é impossível.

sábado, 30 de novembro de 2002


Que saudade do cafezinho lá de casa!
Link mandado pela Carol, de quem eu também tenho saudade, embora ela tenha vindo me visitar.

Pra sua casa:

Bem ou mal, matei o trabalho de fim de curso que estava me matando. Era pra ter 15 páginas, tem 12, de pura enganação. Era pra ser detalhado, é o maior blá-blá-blá. É claro que a nota não será publicada no blog. Não se iludam!

sexta-feira, 29 de novembro de 2002

Googlism for: heloisa

heloisa is how to keep the same leval of trust with so many currencies in the clubs
heloisa is involved with strategy design
heloisa is involved with a number of graduate school
heloisa is a critical care respiratory therapist at florida hospital in orlando
heloisa is a path maker too
heloisa is the true source of a great deal of the energy

heloisa is nog steeds heel klein
heloisa is a senior international student from rio de janeiro
heloisa is a swimming coach and marco does track
heloisa is almost the only woman to whom any such achievement might have been possible
heloisa is pierre?s

quarta-feira, 27 de novembro de 2002

Ótima piadinha de Bush publicada aqui pelo meu vizinho Fernando. Ô, Fernando, não precisa colocar nenhum email de contato no seu blog não, viu?

Esta propaganda da Gap está fazendo o maior sucesso. Não sei por quê...
(O nome do motivo aí do lado é Will Kemp.)


82 metros!
Estava aqui na sala de computadores e soltei um "UAU" bem alto...

quinta-feira, 21 de novembro de 2002


Gastón.               Eu.

Da Série "De como o meu português foi pro brejo":



Nada que ver.
De vez em quando escapa. Nada a ver.
Eu não gosto da mulher aquela. Qualquer criança sabe que a ordem mais aceitável é "aquela mulher".
Decime? O mesmo que "diga?" ou "fala!". Não me pergunte por que isso me ocorre primeiro do que as versões em português. Outro dia o meu amigo sírio (Mohamad) me chamou pelo nome e eu soltei um "decime". Triste.

quarta-feira, 20 de novembro de 2002

Eu, que sou tão rancorosa, outro dia me deparei com um pouquinho de perdão e complacência. Pra quem não merece. Vai entender. Pode ser que eu seja boa, afinal.

Mais uma vez, porque merece: Diccionario Argentino-Español.
Já vêem por quê não consigo me fazer entender aqui: o resto da América Latina também não faz a menor questão de usar "che" e "quilombo".

Da Série "De como o meu português foi pro brejo":



É "de" lindo...(ou bom, ou o que seja)
O "de" tem a mesma função do "tão".
Que hora é? Tradução direta e podre do "que hora es", perfeitamente aceitável em espanhol. Claro, soa bem como batida de panelas em português.
Que onda com o emprego novo? "Que onda" é muito versátil, pode significar como estão indo as coisas, o que você acha, previsões para o futuro...


À medida que for lembrando mais coisas vou postando. Mas é por essas e outras que as pessoas me olham com cara de extra-terrestre às vezes no Brasil, principalmente a minha família. Isso já estava acontecendo quando eu morava por lá, imagina agora. Eu tenho medo de o Gastón e eu invertarmos uma língua própria em algum momento, e de lá pros nossos quarenta anos ninguém mais nos entender.


Fraco, frio, fedido.

Outra boa: quantos planetas Terra são necessários pra manter o seu estilo de vida???
Eu fiz o teste com meu estilo de vida aqui, e preciso de 2.9 planetas Terra, que são muito menos do que o que o americano médio precisa. Colocando meu estilo de vida no Brasil (mas mentindo um pouquinho, porque eu coloquei como eu vivia no Rio), eu preciso mais do que a média brasileira, mas ainda assim são 1.4 vezes a Terra.
Colado da Cora.


Bush analisando o cenário internacional.

terça-feira, 19 de novembro de 2002

Merda.

Legal.

GO BACK

Aunque me llames
Aunque vayamos al cine
Aunque reclames
Aunque ese amor no camine
Aunque eran planes y hoy yo lo siento
Si casi nada quedó
Fue sólo un cuento
Fue nuestra historia de amor
Y no te voy a decir si fue lo mejor
Pues

Sólo quiero saber lo que puede dar cierto
No tengo tiempo a perder


Ya no se encantarán mis ojos en tus ojos
Ya no se endulzará junto a ti mi dolor
Pero hacia donde vaya llevaré tu mirada
Y hacia donde camines llevarás mi dolor
Fui tuyo, fuiste mia. ¿Qué más? Juntos hicimos
Un recodo en la ruta donde el amor pasó
Fui tuyo fuiste mia Tu serás del que te ame
Del que corte en tu huerto lo que he sembrado yo
Yo me voy. Estoy triste. Pero siempre estoy triste.
Vengo desde tus brazos. No se hacia donde voy
... Desde tu corazon me dice adios un niño
Y yo le digo adios

O meu amiguinho aqui resolveu fazer uma refeição completa na frente do computador. Normalmente não sou muito fresca, mas me deu um nojo dele mastigando aqui do lado... Acabei colocando os fones de ouvidos e agora estou grudada na Usina do Som.

Você lê o Cris Dias e sempre quis saber quem é a figura, e acha que a famosa foto do sobretudo não diz nada? Eis a solução! Vá aqui e clique em Company, People. O terceiro birrento da esquerda pra direita é o próprio. Clicando na fotinho você vê a versão atual, já com cavanhaque.
Mais um serviço público da Maffalda.

segunda-feira, 18 de novembro de 2002

Da Série Univitelinos(tm): Dr. Aydilek e Haroldinho.

domingo, 17 de novembro de 2002

sexta-feira, 15 de novembro de 2002

Sabe aquela tal dor fantasma que sentem os amputados? Tenho tido uma coisa assim. Passeio pela universidade e vejo pessoas conhecidas em estranhos completos: o Baiano (Julian), a Patricinha vejo nos lugares mais inesperados, o Fabinho Dondeo, a Valéria, a Helena...
Dá saudade.

Minha orientadora tem uma cara de brava que só vendo mas é um amor. Legal mesmo.

quarta-feira, 13 de novembro de 2002

Joga futebol? Sabe dança brasileira? Dança brasileira é uma coisa nova ou tradicional? O Brasil já jogou com a Espanha na copa do mundo? E você discutiu com o seu marido? Ah, ele é argentino? Mas ele não fala espanhol? Tem copa do mundo de futebol feminino? O Brasil já ganhou alguma vez? Você foi na copa do mundo no Brasil? Tem muito estudante brasileiro aqui? O seu marido é estudante também? Em engenharia de águas? E ele se formou na argentina? Vocês têm filhos? Você vai fazer o PhD aqui também? Como você e o seu marido se conheceram? Ah, é uma longa história?*
Desculpem, chineses, o sujeito na verdade é tailandês. E eu vou pra casa.

* Dividam igualmente todos os pontos de interrogação por aproximadamente 15 minutos. Agora o cara está alugando a estudante chinesa, perguntando se a capital é Xangai.

segunda-feira, 11 de novembro de 2002

Aprenda português! Mas não chame ninguém de rapariga, por favor.
Ou, melhor ainda, aprenda como tem que ser: Brazilian Portuguese.

Não me venham reclamar de que estou escrevendo isto em português, hein? Eu sei o que estou fazendo!

Fotos tiradas por crianças. Muitas delas, reconheço, melhores que as minhas.

Estava aqui tentando escrever um email importante pra um aluno de mestrado lá em Campinas que está fazendo um trabalho parecido com o que eu fazia, e o chinês pentelho aqui na sala de computadores não parava de fazer perguntas. Eu respondia sim ou não e continuava olhando pra tela do computador e ele nem tchum.
"Qual o seu nome?"
"E-lo-i-za." (estou tentando não pronunciar o H como eles fariam aqui).
"Hein???"
"E-lo-i-za."
"Não tem um mais curto?"
"Êlo." (é como dizem meu nome na Argentina, eu acho que é mais fácil pra eles aqui do que Helô)
"Ero?"
"Não, Êlo".
Dois minutos depois:
"Ôle!!!"
Um olhar estranho da minha parte.
"Ôla!!!"

Me segurem que hoje eu não tô boa!

Achava que só eu não estava lá na lista do Edney, mas a Giulieta também não está, nem a Estrelinha, nem a cantante criatura do Livro dos Prazeres, nem a Beta... Só aí já vai mais da metade da minha ronda diária, então peço aos meus amigos que blogalizem-se!

Rafael Lima fala da exposição do Ziraldo, com cartazes que fez para a Feira da Providência.
Isso me lembrou do restaurante Famiglia Mancini, em São Paulo. Eu fui lá com 8 ou 9 anos e deixei um desenho naquele papelzinho de sugestões. Recebi cartões de Natal e aniversário todos os anos, durante uns dez anos, todos desenhados pelo Ziraldo. Era muito divertido, porque ele desenhou a família crescendo, as menininhas que eram bebês nos primeiros cartões que recebi, nos últimos já estavam grandes. Uma graça.

Ah, e seguindo o link lá do Rafael, achei isto:

Abre teus braços e descobre tudo. Abre teus braços.

O Rio de Janeiro é um convite. O Redentor de braços abertos me diz: vem e se entrega.


Só pra me fazer inveja e me trazer lágrimas aos olhos...