sábado, 8 de dezembro de 2007
Tem quem sonhe com relógio
E tem quem pense como eu. Pacamanca reclama do consumismo besta.
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19:14
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quarta-feira, 5 de dezembro de 2007
O problema é o regime que não dá satisfação.
Aí eu me lembro daquela menina que morava comigo. Dançarina, bailarina
da perna grossa, não se conformava com o próprio corpo. Olhava as
próprias coxas no espelho e resolvia fazer dieta.
Não dava outra. Final de tarde ela sentava na cozinha, abria a
geladeira e fazia um sanduíche. Terminava e dizia "não era bem isso
que eu queria... Tô com vontade de comer uma coisa e não sei o que
é..." Aí pegava um iogurte. "Ainda não é isso..."
E eu, que sempre contei essa história rindo e achando a garota uma
neurótica, estou me sentindo do mesmo jeito agora. Vou dar mais uma
olhadinha nessa geladeira.
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11:14
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segunda-feira, 3 de dezembro de 2007
My very own Ya-Ya Sister and my very own Rupert Everett.
A minha Ya-Ya Sister, também conhecida como "eu, há uns anos atrás", foi embora daqui ontem e eu já estou morrendo de saudades. Eu a conheci há uns quatro anos, quando ela entrou no meu laboratório se oferecendo como assistente. Se ela fosse inteligente como o currículo dizia, ia ser muito bom. Ela era isso e mais, virou amiga e logo estávamos conversando sobre coisas aleatórias ou nem tanto em meio a vidrinhos e tubos de ensaio. O trabalho terminou e continuamos amigas, mas não nos víamos tanto. Saímos umas poucas vezes em DC (nunca pra dançar) e a cumplicidade do lab se transferia para a mesa de bar facilmente. Ela sempre gostou da cultura brasileira, embora falasse só espanhol (e inglês e farsi), então quando eu disse que vinha ela se arvorou logo a comprar uma passagem, antes mesmo que eu chegasse aqui. A visita dela foi melhor do que todos os planos, e olha que ela fez milhares de planos. Apesar de eu estar trabalhando e não poder sair com ela durante o dia, a minha 'maninha' se deu super bem com a minha família e com os meus amigos (até demais: ela adorou minha irmã e eu descobri que o inglês de alguns amigos é bem melhor do que eu desconfiava). Entramos num ritmo que parecia um sleepover adolescente, dividíamos o mesmo computador ao mesmo tempo e fofocávamos até tarde antes de dormir. Saímos agora no fim da visita e voltamos tarde 3 noites seguidas - em uma dessas vezes surpreendemos meus pais já acordados e de saida. Lógico que agora estamos as duas (e quem mais conseguiu entrar no ritmo) ultra cansadas e cheias de trabalho para fazer, mas valeu a pena. Essa é uma amizade que nunca mais será a mesma.
Uma dessas saidas do fim de semana foi com um amigo que estudou comigo na sexta série. Justamente na época em que minha mãe começou a me deixar ter o cabelo comprido, aí pelos 12, 13 anos, eu tinha o cabelo enorme e às vezes prendia num rabo de cavalo bem apertado pra ficar bonitinho (sim, eu era cdf). Esse menino, que era um magricela beeem espevitado, vinha e puxava meu cabelo no alto da cabeça, bagunçando todo o penteado. Pensando nisso eu jurava que ele devia gostar de mim, só podia, nessa idade. Corta pra uns anos depois, o tal do orkútio faz a gente se encontrar de novo. As fotos do moço tooooodo musculoso já me deixaram curiosa para saber quem ele era e o que estava fazendo. As menções sobre a Madonna me deixaram, digamos, me rasgaaaando de curiosidade mais ainda. Ano passado encontrei com ele por acaso, na rua, sempre aquela história de "vamos sair, etc". Agora finalmente saímos, e fomos dançar. Primeiro: olhava para aquele homem alto e gato e ficava embasbacada, imagina o filme da Peggy Sue se ela vem de lá pra cá, sabe? Demorou um tempão pra eu sair do torpor - essa amizade nuunca mais será a mesma. E segundo: ele tem um senso de humor incrível e um veneno muito apurado, que combina com o meu. Voltei com um papel de guardanapo que anotei em cima do bar com a caneta emprestada do garçom: se a p&**$ do click não acontece, pelo menos a p&**$ da legenda não faz falta nenhuma. Duas piadas internas em uma. Estou doida para sair mais vezes com o meu Rupert Everett... Ah, se ele gostava de mim? Quando eu insinuei isso ele soltou um "eu devia estar muito confuso naquela época".
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23:36
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quarta-feira, 28 de novembro de 2007
Um post que não vai a lugar nenhum
Viver em compasso de espera, tomar inventário de coisas, reler outros novembros. Acompanhar o tempo da cidade como se estivesse em um filme inglês. Fazer as listas infindáveis de fim de ano, tudo o que eu tenho que fazer. Cuidar daquele assunto pra Irina, terminar de ler Tieta, reformular o currículo, arranjar um emprego, fechar este aqui, ir ao médico, arrumar o computador, desligar a luz do outro apartamento, fazer o balanço financeiro, escrever a carta pra Azy, marcar o aniversário, convidar amigos um pouco desencontrados pra sair (tudo bem), ligar pra Denise, terminar de arrumar os livros.
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15:22
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terça-feira, 20 de novembro de 2007
Só a bailarina que não tem (nem a cantora)
Antes de ir para Ouro Preto fui ao Centro Cultural Carioca para ver a cantora Letícia Tuí. Me dei conta de que quando vejo uma mulher com um vozeirão, sorridente-e-rebolante em cima de um palco, cantando sambas de outros tempos, fico achando que a cantora é como a bailarina da ciranda. Não tem problema com namorado, não tem pereba, não tem problema, é só aquilo ali, comandando o batatal desde sempre. Racionalmente sei que não é assim, mas essa é a minha fantasia de criança, como meninos sonham com caubóis e astronautas eu tenho as cantoras como heroínas.
Em Ouro Preto, no último dia da convenção, veio a banda Tamba Tajá, só de mulheres, com um repertório maravilhoso. Teve argentino sambando no pé e paraguaia achando que era brasileira. Aliás, a percussionista da banda é uma argentina que mora no Brasil há seis anos e já não fala mais espanhol, muito linda também.
Agora dá licença que eu vou ali ao único palco que me aceita - o chuveiro. Aaaaaando meio desligaaaaaadooooo...
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08:53
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sábado, 17 de novembro de 2007
Yo vengo a ofrecer mi corazón
¿Quién dijo que todo está perdido?
yo vengo a ofrecer mi corazón.
tanta sangre que se llevó el río,
yo vengo a ofrecer mi corazón.
No será tan facil, ya sé que pasa.
no será tan simple como pensaba.
como abrir el pecho y sacar el alma...
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12:49
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sábado, 10 de novembro de 2007
Cara na porta
Pois é, aconteceu. Se eu estava precisando de um desentupimento de karma, pode muito bem ter sido isso: dei literalmente com a cara na porta. Os detalhes não interessam muito mas envolvem um dia de trabalho, uma noite de mau humor, uma conexão wireless intermitente e um corredor escuro no fim do qual estava a tal porta fechada que encontrou meu nariz a toda velocidade. O susto e a dor foram um maior que o outro, o nariz latejou por mais uma hora pelo menos. Fora o perigo de ter trocado de personalidade com a porta durante a trombada, fiquei também preocupada em encontrar um significado cósmico para a coisa toda.
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13:59
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segunda-feira, 5 de novembro de 2007
Caaaaaardo...
Já tenho várias anotações e observações sobre a palestra que sugeriram no último Barcamp Rio: técnicas de blogagem para conquistar mulher. ("Pegar" é baixaria, assim não se pega nada.) Estão guardadas para ocasião propícia, as notas.
O que estava pensando hoje é que palavras não bastam. Words of love soft and tender won't win her anymore. Palavras só ajudam, principalmente se sem legendas, com big words, sussurradas ao pé do ouvido e com umas sujeirinhas pra temperar.
Mas primordial mesmo é a vontade. Mulher tem que adivinhar a intenção e a vontade, tem que ver fogo nos olhos, senão não funciona. Até Tieta pelo que sei - não garanto, não terminei o livro ainda - só se afeiçoou foi das ganas do sobrinho.
- Não adianta de nada. Nem me esconder nem rezar. Até na reza, penso e vejo.
My two cents.
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16:55
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Terra da garoa
O fim de semana foi bom, foi ótimo. Vi gente que conheço desde sempre e os tais amigos imaginários da internet. Vi a grávida mais linda do mundo cuja barriga ainda é menor do que a minha (a minha não vai dar em nada, é pura falta de vergonha e ginástica). Tive um insight: muitas das coisas que eu queria ter quando crescesse, o que eu imaginava que era ser um adulto cool, eu já tenho. Tenho amigos com elefantes nas paredes coloridas.
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16:21
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quarta-feira, 31 de outubro de 2007
As brúxaras somos nozes.
A bruxa nasceu no imaginário de vários povos, ela ao mesmo tempo folk e folclore. Contato com a natureza, com os ciclos, com o fogo primordial da casa. Domínio sobre seu caldeirão, suas ervas e seu corpo. Aí a bruxa foi perseguida e queimada em fogueiras enormes, enforcada, afogada. Fez pontas em histórias infantis comendo criancinhas e aprisionando donzelas. Useira e vezeira em transformar príncipes em sapos também, embora alguns dispensem a mágica. Fez papel principal em filme com a Dorothy ou dando pro Jack Nicholson. Se muitos acidentes acontecem, dizem que ela está solta. Feiúra e chatice também a trazem à lembrança. Mas apesar da cara de má, ela pode ter seus encantos, como a Samantha. Nesta época do ano, em uma cruza entre Carnaval e Cosme-e-Damião, crianças se fantasiam e pedem doces. Em seu nome se fazem festas de terror onde as adolescentes se vestem de vagabundas e as já nem tão adolescentes tentam ser classudas como a Audrey Hepburn. E às vezes, no meio disso tudo, ela é invocada para dar uma ajudinha à intuição que nem sempre acerta.
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20:51
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Mais da série "Luxo"
- Tapete de retalho.
- Bolsa de fuxico.
- Padaria, papelaria, loja de material de construção, armazém ou quitanda de esquina onde dá pra ir a pé e o dono é quem atende.
- Salgado-e-suco no meio da tarde.
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12:30
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segunda-feira, 29 de outubro de 2007
Nina, Ysaye, Maya.
É difícil explicar o que amo tanto nessas mulheres. Não é a cor da pele que me emociona, pelo menos não nelas. Também não é a história de vida, isoladamente. É ver que centenas de anos se condensam em algumas pessoas e se traduzem em tudo o que fazem, da voz às vestes, e ter inveja do sentir, da expressão, da majestade dos gestos.
Nina Simone eu passei a admirar depois de um filme em que a protagonista era sua fã. Banal, eu sei. Mas ela de banal não tem nada.
Ysaye Barnwell deu aulas de coral comunitário focadas na tradição oral afro-americana. As canções que ensinou fizeram caminho até mim e antes que eu pudesse perceber se instalaram com suas palavras de liberdade. Ela é parte do grupo Sweet Honey in the Rock, cujo nome é uma descrição das mulheres negras: duras por fora e doces por dentro.
Maya Angelou me acompanhou no metrô nos últimos tempos contando histórias de sua infância. Ela trata de assuntos pesados com leveza e profundamente. Eu gosto do jeito como ela escreve mas é também porque consigo imaginar o jeito como ela fala.
Ver, ouvir e ler a essas três mulheres me inspira para que eu seja, se não mais negra, pelo menos mais sábia. Oxalá!
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16:19
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sexta-feira, 26 de outubro de 2007
Ay Carmen que escándalo!

Lo día internacional de hablarse portuñol fue un suceso admirable y muchos blogueros demuenstraron su criactibidad para inbentar palavras y maneras de escribirlas.
Jo tengo una confesión horríbel a hacer: no soy fluente en el portunhol escripto y peor aenda el hablado. Intenté porque soy una good sport.
Hasta la vista, beibies.
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23:14
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quinta-feira, 25 de outubro de 2007
Conversa nutritiva e outros negócios
* Um amigo, tentando descrever como se sentiu ao sair do ambiente acadêmico:
- É difícil encontrar alguém com uma conversa nutritiva...
Adorei essa expressão. Acho que existe, sim, conversa nutritiva fora do mundo das torres de marfim (assim como existe caloria vazia lá dentro).
A conversa nutritiva é positiva, acrescenta alguma coisa. Não é falar de desgraça, não é vida de artista, não é buscar status a qualquer custo. Difícil definir, mas quando encontro alguém que diga coisas com "sustança", trato de prestar bastante atenção.
* Não terminei de colocar os links no post aí abaixo e esqueci de várias pessoas mesmo, vou corrigir o erro em breve. O post-pai-de-todos-os-posts sobre o BarCamp é o do Nick Ellis, tem link para os outros blogs. Também omiti que o BarCamp é quase um congresso de física, uma disparidade de gênero absurda.
* Eu moro em uma cidade em que a gente não pode ir ao trabalho se chove.
* Casório no sábado!
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15:11
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terça-feira, 23 de outubro de 2007
Barcamp: as gentes
(Os links vão ser acrescentados aos poucos, quis soltar logo o post antes de perder o pulo.)
Se eu estava querendo conhecer gente, "lavei a égua", como diziam lá em Minas. Conheci algumas dezenas de pessoas, falei mais com umas que com outras, fui um pouco mais autista do que de costume mas me diverti. É claro que 98% das pessoas ali entendiam mais de tecnologia do que eu, então quando se falava das "massas" eu quase levantava a mão, mas mesmo assim tirei onda com a idade do meu blog e o meu username no gmail. Saldo positivo... Aí vai a ficha (mais ou menos) completa do povo:
- André Avório. Fez a abertura explicando para nós-vatos o que é barcamp.
- Beto Largman. É amigo da Bebel, para provar que o mundo é mesmo um ovo de codorna.
- Cardoso e Caribé. Também não falei com eles. Mas eles falaram bastante.
- Cris Dias e Anna Maron (que veio com a Clara só no chopp-pós-barcamp). Sou tiete declarada do Cris Dias e acompanho seu blog desde muito tempo, fiquei genuinamente feliz de conhecê-lo e à sua família.
- Daniela Silva. Se ela (e outros) se empolgar pra organizar um greencamp eu dou apoio, só acho que eu não tenho cacife pra organizar.
- Fabiano Caruso. Entre biblioteconomia e física, melhor biblioteconomia.
- Fábio Seixas. Fã de fórmula 1. A Camiseteria dele é uma tentação até para as carmelitas descalças.
- Fugita. Muito gente boa, sentei ao lado dele na palestra da MissMoura.
- Galileu. Não falei com ele mas sei que ele morou onde eu morei.
- Ian Black. Prometeu - e não cumpriu - a discussão mais esperada do evento, "como blogar pra pegar mulé".
- Inagaki e Interney. (Não, não são um casal, porque ao que parece o Edney já tem um caso com o MrManson do Cocadaboa.) Não falei muito com eles mas ganhei os cobiçados cartões coolnex dos seus blogs!
- Ivo Neuman. Capixaba de ooonde?
- Liana Brazil e Russ Rive. Falaram de suas instalações multimídia maravilhosas, que me lembraram as coisas do Daniel MV. A Liana virou musa instantânea dos blogueiros, porque é linda.
- Ligeirinho. Tentou me vender o boobox mas não explicou direito o esquema da pirâmide...
- Manoel. Conhece todo o povo da computação das antigas, inclusive o Mathiah, o Spharion e o Nalon, este último desenhista da bruxinha Maffalda.
- Marco Gomes. Mago do boobox. Descobri por acaso que também é adepto da simplicidade voluntária.
- Marmota. Na verdade o nome dele é André, mas gostei do nome do blog.
- MissMoura. Gostei da palestra, apesar de várias pessoas torcerem o nariz para o orkut foi muito interessante.
- Nababu. Não conversei direito com ele mas acho que é amigo do Dudu, Haroldinho e cia ltda.
- Nick Ellis. O perfeito anfitrião, sorrindo e tentando fazer todo mundo ter a melhor experiência possível. Deve ter dado um trabalho absuuuurdo.
- Patrícia. O blog dela é antenado e cheio de estampas. Santa Mistura!
- Pedro. Partiu pra briga muitas vezes! O cara defende suas opiniões ferrenhamente (o que todo mundo deveria fazer e eu tenho preguiça de).
- Quental. Eu achava que o conhecia de algum lugar mas acho que é só um sósia hetero do Alberto, amigo da Teca. O Descolando é muito bonito e mais funcional do que o pick-a-prof e ratemyprofessor, mas isso de "dá pra colar?" tenho cá minhas reservas!
- Romullo. Chegou na hora do almoço. Parece muito divertido e fala mais do que a boca.
- S1mone e Spark. Sorte imensa sentar perto deles na mesa do chopp, super simpáticos! O Spark me deu a dica de um sebo aqui na esquina da minha casa, vou visitar.
- Viva. Conhece todo mundo da blogosfera e se interessa pelas amizades que se formam a partir dos blogs. Potencial infinito para conversas nutritivas.
- Wagner Tamanaha. Me contou sobre o hilário hareburger de Ipanema!
Lógico e evidente que devo ter esquecido de alguém.
O Nick Ellis organizou a desconferência muito, muito bem. A única coisa de que reclamei é mais um problema do respeitável público: o não-cumprimento dos horários, às vezes para conversas que nem eram tão produtivas assim, um tanto de chuva no molhado. O fato de ser uma conferência participativa e democrática desestimula a função de chairman, gente passando com sininho, etc, mas dava pra fazer um sistema em que todo mundo fosse responsável pelo tempo. Vou mais nisso e deixar pra outro post.
Agora tome de ler quiticientos posts no feed toda manhã. E claro, nariz torcido por nariz torcido, adotei o twitter que eu sempre desprezei só pra manter contato com o povo... O que a gente não faz pra hang out with the cool kids...
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09:08
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segunda-feira, 22 de outubro de 2007
Sei que a idéia hoje era postar sobre o barcamp, e depois eu posto, estou até usando a camiseta, mas agora mesmo a urgência é escrever para desentupir o karma como naquele filme Uncorked em que o cara é empurrado do trampolim. É isso, eu preciso ser empurrada do trampolim, pois depressão é constrangedoramente símile a falta de vergonha na cara. Não consigo fazer o que tem que ser feito. Está tudo tão ruim que meu pai acha que eu saio pouco e minha mãe pergunta sobre mocinhos só para ouvir que nem sei o nome do garoto lindo de morrer que se materializou ali e com quem nem falei. Será que agora consigo seguir em frente nesta tarde de segunda-feira, ou não?
Arre.
PS: Por quanto tempo o blog dá conta de ser meu querido diário? Pelo que eu vi no blogcamp blog tem que ter tema. E fazer dinheiro.
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14:41
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segunda-feira, 15 de outubro de 2007
Blog Action Day
ambiente
do Lat. ambiente
adj. 2 gén., envolvente; que rodeia os corpos por todos os lados;
s. m., a esfera social em que se vive; o ar que se respira; tudo aquilo que envolve os seres vivos e as coisas.
Então deixe de lado por um momento essa noção de que "meio ambiente" é lá na Amazônia e melhore sua cidade, seu bairro, sua rua, sua casa e sua cabeça. Você vive em você - comece daí.
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16:29
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eu compro tendência, eu SOU tendência e tenho dinheiro! bu!
Corra lá para ler o post genial da Zel.
não compro nem camiseta com nome da marca escrito, acho um nojo. nem louca e bêbada eu uso uma bolsa toda estampada com a marca ou com aqueles Cs da chanel ou com aquelas placas-outdoors da prada, jesus me salve. precisa ser muito fútil e/ou babaca pra fazer questão de mostrar que usa a marca essa ou aquela. se você é minha amiga/o e faz esse tipo de coisa, disfarça e vamos fingir que nada aconteceu, tá? mas é fato: acho idiota e cafona.
Concordei de A a Z.
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13:22
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"Livro não é presente"
Outro dia li o post da Denise sobre o dia das crianças e achei ótima sua sugestão de presentear os pequenos com livros. Neste feriado encontrei um casal de primos que têm duas filhas, de 10 e 8 anos. Eles disseram às filhas que "livro não é presente". Fiquei assustada quando minha mãe me contou isso, e ela explicou. Tanto a Bruna quanto a Marina adoram ler e pediram livros. O pai delas disse que elas tinham que pedir outra coisa porque livro elas têm que comprar quantos quiserem, muitos e à vontade; a única condição é que tenham lido os que compraram anteriormente.
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13:14
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