Hoje é aniversário da Lavínia, minha irmã.
Parabéns, Lav, mas não inventa!
sexta-feira, 8 de agosto de 2003
quinta-feira, 7 de agosto de 2003
Quem já leu alguma vez um artigo sobre procura de emprego e conduta para entrevistas, sabe que elas sempre dizem o mesmo:
- Vista-se de acordo com o código da empresa, como se você já trabalhasse lá;
- Domine o jargão da sua área;
- Seja versátil e jamais demonstre insegurança.
Frank Abagnale Jr. é só um bom job hunter, gente!
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17:45
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terça-feira, 5 de agosto de 2003
Elas são neuróticas, histéricas, incoerentes, insaciáveis, malucas, imaturas, compulsivas. E eu continuo completamente viciada...
Acabamos de assistir à quarta temporada (18 episódios em 3 dias) e eu continuo achando que não quero encontrar mulheres tão loucas nem tão cedo. Claro, se não fossem todos os exageros, não haveria a série, mas quem é que agüenta?
Elas bebem demais - mas nesta temporada não deram nenhum vexame.
Elas compram demais - mas pelo menos deram um jeito de admitir isso, quando uma personagem não consegue comprar um apartamento porque gastou 40.000 dólares em sapatos.
Elas nunca estão satisfeitas com homem nenhum - e, pior, fogem de um porque ele não quer compromisso, e rejeitam outro porque ele quer. (Gata Flora: cuando le ponen, grita; cuando le sacan, llora.)
Elas parecem que nunca trabalham - mas acho que desta vez as mostraram em mais situações de trabalho.
Elas não assumem o mundo adulto - mas já começam a falar em filhos, ufa, eu achei que isso não era fashion! (É que elas nunca leram as motherns...)
Elas não saem de seus mundinhos - mas pelo menos aprendem um pouco de português com a Sônia Braga.
Elas vestem carapuças definidas: a descolada, a romântica, a racional, a dadeira - e a maior parte das mulheres é uma mistura disso tudo.
Vendo esta série, I couldn't help but wonder: estarão as mulheres modernas tão perdidas e neuróticas que seus dramas podem ser explorados ad infinitum numa série de tv? E, se sim, será que nós temos problemas tão previsíveis que todo mundo consegue se reconhecer ou reconhecer às amigas?
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16:50
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sexta-feira, 1 de agosto de 2003
Buenos Aires - Janaína Figueiredo
NA CIDADE
Nas ruas, mas de bicicleta
A Bike Tours propõe ao turista conhecer Buenos Aires de uma forma diferente: percorrendo os bairros da capital argentina de bicicleta, para conhecer lugares que de outra forma seriam ignorados. O passeio, que dura quatro horas, inclui paradas em San Telmo, La Boca, na Praça de Maio, na Reserva Ecológica e em muitos outros cantos da cidade. O custo é de US$ 25 por pessoa, e inclui: bicicleta, capacete, assistência médica, uma garrafa de água mineral e uma cadeira para criança, se for necessário. O tour começa, todos os dias, às 9h30m e às 14h, no monumento da Praça San Martin, no Centro de Buenos Aires. Para quem preferir um passeio sem guia turístico, pode alugar uma bicicleta por 24 horas, pagando US$ 10. Nos fins de semana, a Bike Tours organiza passeios nos bairros de Olivos, San Isidro e Tigre. Endereço: Florida 868, 13 andar, “A”. Telefone para reservas: 4311-5199. Home page:
COMPRAS
Loja fashion
No coração do badalado bairro de Palermo Hollywood, espécie de Soho portenho, a Bilbo é uma loja única, que oferece produtos exclusivos de designers argentinos, para homens e mulheres que gostam de fugir da moda universal. Nada de modelitos básicos. Tudo muito fashion: blusas coloridas, saias com cintos divertidos, calças boca-de-sino, bolsas bordadas e brincos super modernos. Na Bilbo tudo é de vanguarda. “Nossos clientes potenciais são homens e mulheres com entre 20 e 40 anos”, explicou Juan Pablo Garófalo, dono da loja. Segundo ele, os turistas precisam conhecer o bairro de Palermo, e não ficar apenas entre a Recoleta e San Telmo. “Palermo é um bairro lindo, que tem muito a oferecer. Além das lojas, os restaurantes são ótimos. Seria muito bom que os turistas saíssem um pouco do roteiro básico de Buenos Aires”, assegura Juan Pablo, que há três anos decidiu apostar na moda fashion. Os preços da Bilbo são bastante acessíveis. Uma calça jeans bordada custa em torno de 120 pesos (US$ 44); uma bolsa de pano 28 pesos (US$ 10); botas femininas a partir de 100 pesos (US$ 38) e blusas de lã por 120 pesos. Tudo numa casa antiga, típica dos bairros de classe média de Buenos Aires. Por tudo isso, a Bilbo merece uma visita. Endereço: Guatemala 5.652. Telefone: 4776-0308.
CURSO
Aulas de tango para novatos
Para quem já assistiu a vários espetáculos de tango e gostaria de aprender os segredos do tradicional ritmo argentino, o Centro Cultural Konex oferece aulas para principiantes, em grupo (dez pesos) ou individuais (50 pesos), com professores que falam várias línguas. Aprender a dançar tango não é nada fácil, mas com um bom professor tudo fica mais simples. As aulas para adultos são de segunda a sexta-feira, das 16h às 20h. Segundas, quartas e sextas-feiras, das 14h30m às 16h, crianças entre 5 e 15 anos não pagam. Endereço: Avenida Córdoba 1.235. Tel.: 4816-0500 (ramal 250). Home page:
RESTAURANTE: Encontrar o restaurante Giulia não é fácil, mas vale a pena tentar chegar lá. Escondido nas redondezas dos parques de Palermo, quase chegando no estádio Monumental, o Giulia é uma boa pedida para jantar num restaurante diferente, longe da tradicional região gastronômica de Porto Madero. Menu variado, bom atendimento e preços razoáveis. Endereço: Mariscal José Antonio Sucre 632. Telefone para reservas: 4780-3603.
TEATRO: “Portenhas” é uma peça bem argentina, com atrizes de alto nível. Todas famosas, algumas estrelas de cinema e TV, como Susu Pecoraro e Betiana Blum. São cinco mulheres, que se reúnem para falar de política, dos direitos femininos, das liberdades e da discriminação, entre outros assuntos. A peça percorre a história argentina, passando por momentos crucias, como a repressão durante a ditadura e a criação das Mães da Praça de Maio. Teatro: Paseo La Plaza, sala Pablo Picasso. Endereço: Corrientes 1660. Telefone: 4370-5350. Quartas, quintas e domingos, às 20:30h. Sextas e sábados, às 20h.
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13:38
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quinta-feira, 31 de julho de 2003
Eu estou frustrada. Não é uma frustração grandiosa, merecedora de extensas lamentações e grandes teorias. Mas incomoda um pouquinho.
Estou expatriada, sim, mas ainda não estou louca. Não faço questão nenhuma de me cercar de brasileiros, de comer feijão preto todos os dias, nada disso. Até porque tenho um marido que fala português comigo e posso ligar para minha prima belezinha e pros meus pais quando eu quiser. Como ela disse: eu não estou aqui para fazer amizades com pessoas - só porque são brasileiras - de quem eu não seria amiga em outras circunstâncias. Isso esclarecido, conto que me dispus a formar um grupo de brasileiros. Na minha cabecinha Dory-otimista, esse grupo seria para que os nossos amigos estrangeiros aprendessem português, para que os que estão aqui há mais tempo dessem perspectiva aos que acabam de chegar, e para que nunca mais tivéssemos que fazer cara de pôquer quando alguém diz: "ah, você é brasileira? Conhece o João, da Computação? E a Maria, da Engenharia?". Armei o grupo, com listinha no Yahoo e tudo. Foi chegando gente, quase 30 pessoas inscritas, mas nos encontros quinzenais aparecem 3, 4, no dia de sucesso estrondoso (uma vez só) apareceram 10. Há algumas semanas tem aparecido pouca gente, e ontem eu e Gastón ficamos tomando chá de cadeira. Fora os abusos, claro. E os desentendidos. Por exemplo, parece que não fui bem clara sobre a idéia: a lista do Yahoo manda lembretes no dia do encontro, mas ainda assim tem gente que me manda email perguntando se vai ter, e se eu não respondo não vai. Tem gente que acha que só porque sou eu que organizei o grupo eu sou a "chefe" de alguma coisa, ou, pior, tenho que escolher o sabor da pizza, pedir, pagar, pedir a conta e fazer a divisão. Essas coisas me deixam furibunda. Se há uma coisa que detesto é ser tomada por boba, ou ser tida como certa (no sentido de taken for granted, desculpe, faltou a tradução precisa).
Agora cancelei os próximos encontros, sem fazer o escândalo que queria fazer. Sim, porque a última coisa de que preciso é que pensem que me fazem um favor. Eu achava que estava eu a fazer o favor, mas tonta, sem que ninguém me pedisse. Nunca mais.
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15:34
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quarta-feira, 30 de julho de 2003
terça-feira, 29 de julho de 2003
Cheque seu contador de acessos. Meu provedor aparece 56 mil vezes embora você não tenha postado nada novo?
Isso significa que eu tenho que trabalhar mas não quero!!!
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19:51
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Demorei a entrar aqui e esqueci... O que ia dizer... Que que era mesmo???
Acho que tô virando a Dory de verdade!
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19:09
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Tem um professor bonitinho no departamento, que tem os olhos azuis e parece um pouco com o Haroldinho, mas a voz, meu Deus, que voz horrível. Tem voz de pito.
Que chato.
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11:47
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segunda-feira, 28 de julho de 2003
Ai, que dor lembrar das coisas que se foram nos ex-namoros. Aquele livro, aquele disco, aquela cafeteira italiana que era da sua mãe e ela ainda não te perdoou. Estou quase cedendo à tentação: "alô, tudo bem? Na verdade eu não quero saber, mas se você ainda tiver minhas coisas será que dá pra juntar tudo numa sacolinha e levar à minha casa??"
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15:09
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I've got the world on a string
I'm sitting on a rainbow
Got the string around my finger
What a world, what a life - I'm in love
I've got a song that I sing
I can make the rain go
Any time I move my finger
Lucky me, can't you see - I'm in love
Life's a wonderful thing
As long as I hold the string
I'd be a silly so-and-so
If I should ever let her go
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15:07
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sexta-feira, 25 de julho de 2003
Você liga para o escritório daquela amiga, pede pra falar com ela. Perguntam, provavelmente:
- Quem deseeja?
- Fulana. - você responde, e, veja bem, estamos preservando a privacidade dos envolvidos.
- Fulana, de onde?
- Ainda não sei, mas provavelmente de lugar nenhum. Nasci em São Paulo, mas não quero morar aqui pra sempre. Sou de onde estiver feliz. E a senhora?
Fazer poesia com a boçalidade dos outros dá até gosto.
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18:53
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Pensava nele ontem, lavando louça. É o preferido da minha mãe, e no entanto eu não tenho nenhum disco dele.
Hoje vejo a caricatura no No Mínimo. Êpa, conheço esse cara! Leio o artigo.
Agora estou aqui, seca de vontade de ver o tal documentário.

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14:14
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quinta-feira, 24 de julho de 2003
Aviso aos meus queridos googleiros de plantão: não é metereologia, é meteorologia, que nem meteoro, sacaram? Aposto que buscando a palavra certa os resultados serão muito melhores.
Escrevi a palavra errada aquela vez para protestar por seu aparecimento no Globo, um jornal (supostamente) respeitável, mas que de vez em quando desliza feio.
Ah, e vocês podem saber como está o clima na Argentina (e Buenos Aires) indo no site canaldotempo.com.
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19:28
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terça-feira, 22 de julho de 2003
Esse negócio de ler blog mexe com a cabeça da gente.
Outro dia não pude deixar de pensar que, se a poda fosse outra, talvez hoje eu fosse Naty.
Quem saberá?
(O importante mesmo é que ela é.)
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14:38
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You're a Classic Cup 'O' Joe!
What Kind of Coffee are You?
brought to you by Quizilla
Buáááá! Eu queria ser um espresso!!!
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11:30
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What Finding Nemo Character are You?
brought to you by Quizilla
Como se eu precisasse mesmo de um teste pra saber isso...
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11:27
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segunda-feira, 21 de julho de 2003
domingo, 20 de julho de 2003
MarciaLavíniaGastónPatty PatricinhaCarol AnaLuiza
CaetanoOtávioNeiAnaMonteiro CelesteVeroHenry
VirginiaSusanaJulianDuduTecaBetaMiriam
LudmilaTullioShawnda Jonathan JothsnaMohamadEdwin
FlorenciaDiegoMarielMarcioHugoJulianaFabinho
Aos amigos meus e emprestados, perto e longe, parentes ou não, cujos nomes se lêem neste blog ou só aqui no meu coração (porque já tá tarde e eu tô cansada que só),
Feliz Dia do Amigo!!!
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23:20
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quarta-feira, 16 de julho de 2003
Genial!
Você lê um livro, anota um código nele, e o "solta". Presenteia alguém, vende-o para o sebo, deixa-o no banco da praça. Outra pessoa resolve abri-lo, e encontra lá o código. Vai no sítio indicado, confirma a "captura". E assim se rastreiam livros.
135.000 membros, 448.000 livros soltos. Se você clicar em "go hunting" pode ver a lista de lugares onde vários livros foram "soltos".
Tem 84 livros dando sopa no Brasil.
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12:50
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segunda-feira, 14 de julho de 2003
Nowhere Man
In plainest terms, expatriates are those who live for a significant period of time ex patria, outside their native land. They aren't travelers, for they establish a new home elsewhere, as travelers do not. Nor are they emigrants, who embrace their new home as their only home: naturalizing, creating another life, and rarely looking back. Expats settle in a new homeland, yet maintain some spiritual link with their country of birth, and often intend, however hypothetically, to return there someday. It is the tension between birthplace and new homeland that muddles things so badly - and makes them so interesting.
Este texto está ótimo. Leia mais clicando no título. Saiu na revista Hemispheres, da Continental.
às
21:33
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Meu passarinho caiu do telhado.
Foi-se embora o coleirinho que não tinha um dedão, tomava banho duas vezes por dia, só conversava com a Bel e viveu 14 anos.
Ele tinha dois nomes, porque um eu esqueci e escolhi outro, agora só me lembro que o primeiro era Napoleão. Mas ninguém o chamava pelo nome. Na prática era Passáro, passarinho, o filho da Bel.
Tchau, Passaro!
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19:40
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quinta-feira, 10 de julho de 2003
Ah, falando de lá: o governo de Buenos Aires tem um portal ótimo, com dicas de turismo e agenda.
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20:06
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Outra vez Buenos Aires, da coluna de Janaína Figueiredo.
(Só uma observação: o Jardin Japonés não é um "parque temático" - no sentido moderno da expressão. Nem sequer é um parque com um tema. Ele foi um presente da coletividade japonesa residente na Argentina, e está dentro de um parque maior, onde também está o Rosedal.)
GASTRONOMIA
Jantar japonês em Palermo
Existem vários, e muito bons, restaurantes de comida japonesa na capital argentina. Mas um deles é especial: o restaurante do Jardim Japonês, um parque temático que está localizado no coração dos parques de Palermo. Além poder saborear um sushi delicioso, o visitante jantará, ou almoçará, com vista para os jardins, um dos passeios mais bonitos de Buenos Aires. Em média, uma refeição custa 30 pesos por pessoa (cerca de US$ 11), incluindo aí o vinho e o cafezinho. A casa fica na Avenida Casares 2.966. E o telefone para reservas é 4800-1322/23. O restaurante fecha toda terça-feira.
Show
Humor com música
Para quem conhece um pouco de Argentina, o nome do grupo "Les Luthiers" soará familiar. Para quem já viu algum show deste estranho e, ao mesmo tempo, maravilhoso grupo formado por cinco músicos, atores, compositores, escritores, cantores e comediantes argentinos, saberá do que estou falando, porque garanto que nunca viram nada parecido. "Les Luthiers" é considerado o que existe de melhor em humor musicado na América Latina. Em meados dos anos 60, numa Argentina bem diferente, um grupo de jovens cantores que pertencia à Universidade Nacional de Buenos Aires foi o grande sucesso de um festival de corais na província de Tucumán, norte do país. Em pouco tempo, o grupo, uma orquestra de instrumentos não convencionais criados pelos próprios músicos (luthier em francês significa justamente fabricante de instrumentos musicais), tornou-se um dos grandes símbolos musicais do país. É difícil descrever um show do "Les Luthiers" para quem nunca viu. Basta dizer que é um espetáculo único, fascinante. Músicas delirantes, humor finíssimo, e cinco artistas argentinos que cativam os espectadores com suas deliciosas interpretações. Pois bem, o grupo acaba de estrear um novo espetáculo, "Las obras de ayer" (as obras de ontem), uma compilação de seus melhores trabalhos, nos últimos 25 anos. Uma chance única de conhecê-los! Endereço: Marcelo T. De Alvear 1125, Centro da cidade. Telefone para informações: 4816-5943. Sexta-feira às 20h30m e sábados às 20h e às 22h30m.
Compras: Uma dica para as mulheres que gostam de estar na moda, mesmo em visita a outro país. O jeans da grife Rapsodia está virando um must entre o público feminino argentino. Para os mais observadores, prestem atenção: nos dois bolsos de trás, a calça tem bordado um símbolo, que parece uma grande asa. O preço, para os padrões internacionais, é razoável: 119 pesos (US$ 44). Onde você pode encontrar: Libertad 1.673 (Recoleta); Unicenter Shopping; Shopping Paseo Alcorta; Andres Arguibel 2.899 (Las Cañitas).
Pub: A região conhecida como Palermo Hollywood é um dos principais points da noite portenha. O pub “El quinto Stone” é um dos mais freqüentados. A decoração é mais do que óbvia: fotos e caricaturas dos integrantes de uma das bandas de rock mais famosas de todos os tempos: os Rolling Stones. O lugar é muito legal. Uma casa antiga, típica do bairro de Palermo, com mesas e cadeiras rústicas, de madeira. Uma ótima pedida. O pub fica localizado na Nicaragua 4.900. Telefone para informações: 4831-4961.
TEATRO
Romeu e Julieta
Os atores Laura Novoa e Pablo Rago, duas estrelinhas da TV local, interpretam a clássica peça de Shakespeare, um dos grandes sucessos dos últimos meses em Buenos Aires. Uma versão interessante, que vale a pena assistir. Está em cartaz no teatro Regio: Córdoba 6.056. Telefone: 0800-333-5254. Às quartas-feiras e aos sábados, às 20h30m. Domingo, às 19h.
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19:50
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terça-feira, 8 de julho de 2003
Ao dizer "aquela do Peticov com as cores do arco-íris" me senti uma estúpida, como se me referisse "àquela do Tom Jobim que é bossa nova". Era desta série que estava falando, viu?
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18:04
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Outro dia eu disse ao Gastón que gostaria de morar na Argentina, não fosse a crise. É que me chateia o fato de ele conhecer tanto mais sobre a cultura e os costumes brasileiros do que eu conheço sobre a Argentina. Ele conhece Salvador, Rio, Curitiba, Campinas, São Paulo e até Muriaé - eu conheço Buenos Aires e Pilar. Ele morou cinco anos no meu país, e eu no dele fui só visita. Ele me pede pra fazer quindim e é flagrado assobiando sambas antigos, e a maior parte dos nossos cds é dele - e de música brasileira.
Não que essas coisas façam muita diferença num casamento de uma carioca que não samba e não chia com um argentino que não dança tango.
Eu até conheço a língua, pois meu espanhol está mais para argentino que qualquer outra coisa. Sei um monte de ditados, mas minhas gírias são daquelas que perderam a validade em 97. Gosto de doce de leite Gandara, locro, empanadas e chocolinas. Ouvi o cd da Maria Elena Walsh e vi a Tortuga Manolita. Sinto falta do café com medialunas. Adoro minhas bombachas de campo. Tenho saudades da Ana Monteiro.
Mas foi só aqui nos Estados Unidos que eu vim a conhecer mais argentinos, e no começo era estranho ouvir uma conversa inteira com o sotaque que me acostumei a considerar só do Gastón (isso sim é que é romântico!). Aprendi mais sobre a comida, a música, até aprendi danças tradicionais (chacarera). Surpreendi-me com o fato de nossa turma argentina ser mais coesa do que a brasileira. Isso em parte tem a ver com os Stanziola, Vero e Henry, que são os anfitriões perfeitos. Na casa deles participei, pela primeira vez fora de Pilar, de uma roda de mate (chimarrão). E eles trouxeram pra mim o mate (cuia) e a bombilla. Agora estou curando a cuia pra poder usá-la, mas já comecei a tomar mate como uma louca. Estou ficando viciada. Ainda não aprendi direito os meandros da coisa, tem que dar umas batidinhas de cabeça pra baixo, esperar 3 minutos, dar 3 pulinhos, essas coisas.
Mas eu aprendo. Afinal, tomar mate ao pôr-do-sol ouvindo Mercedes Sosa faz com que em um cantinho de mim me sinta mais próxima de entender o que é ser argentina.
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17:34
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segunda-feira, 7 de julho de 2003
Repare bem: quem é mala não se contenta em ser um pouquinho mala.
Por exemplo, esse cara que eu nem sei o que faz e que freqüenta a nossa sala de computadores. Acho que ele é ou foi jogador de futebol americano, e uma vez ele estava defendendo o jogo como não sendo violento, e sim um jogo que exige inteligência e estratégia por parte dos jogadores. Ok. Vá lá.
Mas aí tem os episódios repetidos de coisas estranhas. Ele entra na sala e cumprimenta a menina indiana e depois vem cochichar comigo (a 2 metros dela): é, ela não me cumprimenta, porque está com um indiano... Eu digo quem é a minha orientadora e ele diz: ah, sim é a esposa do Dr. Fulano e a filha do Dr. Beltrano (com um ar de espanto e segredo). Detalhe: a primeira parte é verdade, mas o tal Dr. Beltrano não tem nem idade pra ser pai da minha orientadora, deixando de lado o fato de que o sobrenome é pronunciado da mesma forma, mas soletrado diferente.
Depois essa: um dia ele entra aqui e pergunta se eu estou muito ocupada. Eu digo que não, por quê? Ah, você pode digitar essa tabela do excel pra mim? Nooooo!
Não era mais fácil dizer que eu tenho cara de boluda de uma vez por todas??
Outro dia entra no meu laboratório esbaforido pra eu abrir a sala de computadores pra ele. Ele nem tem o curso de segurança pra estar no laboratório.
E ainda por cima fala no celular como se fosse um walkie-talkie, porque essas coisas dão câncer, sabe? E nóis é que temos que escutar o sujeito gritando com a mulher...
Ninguém merece.
Desabafo: mode off.
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17:06
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domingo, 6 de julho de 2003
sexta-feira, 4 de julho de 2003
quinta-feira, 3 de julho de 2003
Agora que danei a comprar livros, e até os leio, tenho que aprender a carregá-los. Assim quem sabe terei uma alternativa ao vício da internet e aos momentos de conversa com as paredes.
Waste and want está interessante, mas muito cheio de detalhes. É sobre a história do lixo nos Estados Unidos, e o primeiro capítulo é exclusivamente sobre têxteis. Tudo, absolutamente tudo, o que se fazia com têxteis, desde sua fabricação aos seus infinitos reaproveitamentos e ao lixo. Haja! Não posso largar esse livro no meio, sob o risco de perder o fio da meada (sem trocadilho).
Upside Down, de Eduardo Galeano, é uma espécie de Stupid White Men inteligente. Sim, porque este último o Gastón comprou, eu só li o capítulo sobre meio ambiente e achei péssimo. O cara tem que aprender a defender uma argumento mais linearmente, tem tanta coisa errada com o que ele disse que eu não sei nem por onde começar. Eduardo Galeano é ácido e pessimista, não sei se sobrevivo.
E, pra relaxar, o guia dos idiotas para organizar sua vida, que eu tô precisando. Mas a mulher se estende demais, como se eu quisesse mesmo organizar uma festa de casamento. Tô fora!
às
16:00
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Frase do dia (TM):
Ter um restaurante com área de fumantes e área de não-fumantes é como ter uma piscina com o lado de fazer xixi e o lado de não fazer xixi.
No Washington City Paper, 4 de julho de 2003.
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15:09
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quarta-feira, 2 de julho de 2003
Tem alguma coisa estranha com o blog do Dudu. Eu achei que era brincadeira dele, mas depois vi que não pode ser. Será que ele foi seqüestrado pelo Piu-Piu??? Dudu! Cadê você, meu filho?
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11:32
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segunda-feira, 30 de junho de 2003
terça-feira, 24 de junho de 2003
Adorei. Um evento beneficente leiloou, entre outras coisas, um cachorro vira-lata e entradas para o show da Celine Dion em Las Vegas, incluindo um avião particular até lá, uma limusine e drinks com a própria.
O cachorrinho foi arrematado pelo dobro do lance mais alto dado pelo "privilégio".
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17:46
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segunda-feira, 23 de junho de 2003
Classificado.
Alguém aí tem um amigo ou parente ou conhecido interessado em alugar um apartamento em Jacarepaguá?? Alguém? Alguém?
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20:34
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A teoria dos times e países. Volta, Haroldinho!
O Brasil é Flamengo. É a maior torcida, o mais popular...
Já o Botafogo é o Uruguai - É muito respeitado pelo seu passado, mas hoje
em dia nao ganha mais nada.
O Chile é o tricolor das américas, aquele time meio besta, que tem seus
altos e baixos, e adora se vangloriar por qualquer minima vitoria.
E a Argentina é o Vasco, por motivos óbvios.
O meu argentino não é vascaíno.
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20:26
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Ok. Minha prima está preparando a festa de 4 anos da filha dela. Qual o tema escolhido pela aniversariante?
A Pequena Sereia?
Algum personagem da Disney?
Nada disso!
Paul McCartney.
Agora tenta me convencer de que a minha priminha não é the coolest kid ever.
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20:00
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- O que ela falou?
- Não entendi!
- E riu mesmo assim?
- Claro!
- Foi assim que a gente começou a namorar, né?
- Mais uma prova de que quem não se comunica se trumbica.
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19:55
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quinta-feira, 19 de junho de 2003
Outro dia publiquei um texto das "mulheres que amam de menos" mas não sabia de quem era. A autora é Martha Medeiros e o texto está aqui.
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19:41
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terça-feira, 17 de junho de 2003
O moço aí da foto é Nick Drake. Suas músicas são ótimas, mas eu não consigo ouvir. Dá vontade de pular da janela, de tão tristes.
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10:37
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segunda-feira, 16 de junho de 2003
Resumo resumido do fim-de-semana: fui a um churrasco de brasileiros, não sem antes provar dois vestidos que não passaram pela minha b*nda (tem que dizer assim, senão toca de aparecer gente louca pelo Google), tentei trabalhar, não consegui, agora tenho que trabalhar mais mais mais mais, falei com a minha rrrimã por telefone, e a sala da nossa casa está arrumada, estou começando a desconfiar de que estamos doentes. Sonhei com a Beta a noite toda de sábado pra domingo, e o mais engraçado é que aparecia um monte de gente dessa patota que eu nem conheço, com destaque pro amigo dela. São as distorções do mundo internético, a gente sonha com gente longínqüa e inventa até um sotaque pra eles!
Ah, e estou viciada em Home & Garden TV. Poderia escrever todo um post sobre isso, mas não, não tenho que provar o tanto que eu sou nerd.
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14:53
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sexta-feira, 13 de junho de 2003
terça-feira, 10 de junho de 2003
Só em Minas existe pastel de guaraná?
E eu não sou cozinheira não: quem nasceu pra lagartixa nunca chega a jacaré.
PS: Achei a receita. Mas vou perguntar lá em casa por via das dúvidas, se não for igual ao da Aparecida eu não quero!
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17:24
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É. Tem uma polêmica rolando blogs afora. Como eu não quero que sobre pra mim, não comento. Mas que tem um bando de gente hipócrita nesse mundo, ah, tem.
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17:20
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A Anna Maron já tinha dito que não gostava de ir ao cinema sozinha. Ainda bem que ela resolveu superar o trauma, porque eu adoro!
Achei que já tinha contado aqui no blog, mas pelo jeito não. Eu estava no primeiro ano do colegial (não! segundo grau! não! ensino médio!) e era do grêmio. A gente editava um jornalzinho chulé que as pessoas do grêmio escreviam - inclusive aquela que queria tanto ser jornalista e cujos erros crassos eu tinha que corrigir - e eu digitava e paginava tudo. Isso porque eu era um gênio da computação com meu 286 e meu Carta Certa. Eu estava em casa desesperada tentando terminar de montar aquele quebra-cabeças e minha mãe chega da rua furiosa:
- Eu passei em frente ao cinema e estavam a Mariana e a Fernanda entrando, ficaram até sem-graça quando me viram, você vai sair desse computador a-go-ra e vai ao cinema na próxima sessão porque eu tô mandando!
(ou algo assim)
Eu obedeci. O filme era Mudança de Hábito, eu gostei, e me senti a poderosa de ter ido sozinha. A partir daí, não ter companhia nunca me impediu de ver filme nenhum. Lá em Campinas é comum as pessoas irem ao Galleria (um shopping com vários cinemas) e se subdividir entre as salas. Fizemos isso uma vez, fui ver Legally Blonde sozinha também.
Ah. E a menina que queria ser jornalista? Agora é. Mas mudou de copydesk.
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11:19
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segunda-feira, 9 de junho de 2003
Pelo menos uns 50% dos acessos atuais a este blog estão vindo de uma certa imagem que postei na última Copa. Pois vá ao Google images e digite equipo mundial pra você ver...
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19:38
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sexta-feira, 6 de junho de 2003
Diálogos que fazem um casamento valer a pena (R)
E tem aquela da vez que o meu argentino me ligou furioso:
- O meu orientador leu minha tese e disse que tá parecendo a dança do calombo do negro!
- Samba do crioulo doido?
- Isso. Que que é?
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17:33
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quinta-feira, 5 de junho de 2003
Anteontem assisti o que não se confessa: Miss Universo!
Sem mencionar a cafonice de tal feito, a objetificação da mulher, etc, etc, vamos aos outros comentários.
1) Ser alta não significa necessariamente ser bonita, certo?? O que eu estou tentando dizer é que num mundo onde ser miss já não é tudo, e as meninas querem mesmo é ser modelo, deviam tentar valorizar as belezas individuais. As misses parecem todas clones umas das outras, e às vezes têm cara de travesti até não poder mais. E meus protestos veementes ficam aqui registrados porque alisaram os cabelos da Miss América, que é latina e tem uns cachinhos lindos. Pelo menos foi só pra umas fotos, não pro concurso.
2) Das 15 finalistas, não sei quantas eram magríssimas e pelo menos uma era anoréxica mesmo, com certeza.
3) Um montão das fantasias tinham adereços de cabeça a la Carmem Miranda.
4) Deviam desistir de usar perguntas elaboradas pelas misses. Uma é mais estúpida do que a outra.
5) Frisaram muito que estavam usando "tradutores de precisão". Precisão de aprender mais, isso sim. O sujeito que traduzia as pobres das latinas interrompia as coitadas, roubando tempo das perguntas, e ainda traduzia tudo errado.
6) Mas a melhor parte da noite foi o Gastón ter achado a Miss Universo feia. Agora eu não me canso de perguntar: "e aí, eu sou mais bonita que a Miss Universo???". E ele: "éééé!".
Comentários de um site "especializado" aqui.
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22:54
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Falando em mãe, você sabe que está há muito tempo longe de casa quando a sua mãe te confunde com uma atriz indiana.
E o pior é que ela tem razão: aquela cara de boba olhando pro teto e o cabelo preso pra trás são meio marcas registradas minhas...
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22:31
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Léo Jaime recebeu isto de uma amiga e eu tô assinando embaixo. Ah, e se fundarem tal entidade e eu me afiliar, já tenho uma culpada: minha mãe. Viu, mãe??
Update: esse texto é de Martha Medeiros.
Mulheres que amam de menos
Eu quero dar meu depoimento. Creio ter um problema. Se mulheres que amam demais são aquelas que sufocam seus parceiros, que não confiam neles, que investigam cada passo que eles dão e que não conseguem pensar em mais nada a não ser em fantasiosas traições, então eu preciso admitir: sou uma mulher que ama de menos. Eu nunca abri a caixa de mensagens do celular do meu marido (namorado). Eu nunca abri um papel que estivesse em sua carteira. Eu nunca fico irritada se uma colega de trabalho telefona pra ele. Eu não escuto a conversa dele na extensão. Eu não controlo o tanque de gasolina do carro dele para saber se ele andou muito ou pouco. Eu não me importo quando ele acha outra mulher bonita, desde que ela seja realmente bonita. Se não for, é porque ele tem mau gosto. Eu não me sinto insegura se ele não me faz declarações de amor a toda hora. Eu não azucrino a vida dele. Segundo o que tenho visto por aí, meu diagnóstico é lamentável: eu o amo pouco. Será? Obsessão e descontrole são doenças sérias e merecem respeito e tratamento, mas batizar isso de "amar demais" é uma romantização e um desserviço às mulheres e aos homens. Fica implícito que amar tem medida, que amar tem limite, quando na verdade amar nunca é demais. O que existe são mulheres e homens que têm baixa auto-estima, que tem níveis exagerados de insegurança e que não sabem a diferença entre amor e possessão. E tem aqueles que são apenas ciumentos e desconfiados, tornando-se chatos demais. Mas se todo mundo concorda que uma patologia pode ser batizada de "amor demais", então eu vou fundar As Mulheres que Amam De Menos, porque, pelo visto, quem é calma, quem não invade a privacidade do outro e quem confia na pessoa que escolheu pra viver também está doente.
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22:28
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terça-feira, 3 de junho de 2003
Primeiro ato:
cantoria, quarteto
Segundo ato:
chá, maledicência
Terceiro ato:
sucos, cuidado
Quarto ato:
msn, saudade.
Escreveremos outros, sim?
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18:43
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segunda-feira, 2 de junho de 2003
sábado, 31 de maio de 2003
sexta-feira, 30 de maio de 2003
Esse texto que eu acabei de postar tem uma certa palavra mágica que vai trazer um monte de gente maluca pra cá, mas o que eu posso fazer? E o link das fotos arrumadinhas foi dica do Hiro. Me deu foi uma alegria danada, saber que minha barriguinha indecente tem solução. Photoshop.
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13:59
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Mais diálogos.
Um:
- Minha amiga falou que deixou umas salsichas fervendo por uma hora e elas pegaram fogo dentro da panela.
- Aaaah, as maravilhas da vida de casado!!!
Outro:
- Pena que o Fulano tá casado, senão eu apresentaria ele pra Beltrana.
- Pra Beltrana?? Mas ele ia ter que largar una sota.
- Ahn?
-
E outro, com um amigo, em 95:
- Eu não sei se eu posaria nua...
- Que isso, Heloisa, hoje em dia tem computador!!
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13:33
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quarta-feira, 28 de maio de 2003
Se oferecer pra ajudar sem nem saber como, carregar o mundo nos ombros, passar um dia se preocupando com conjecturas improváveis ou distantes, protelar decisões importantes, espalhar papéis pela sala e quase se afogar neles.
É o pequeno Lair que todos carregamos conosco.
Update: É, mas Deus ajuda a pequena Suelly que também carregamos conosco!!!
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19:33
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segunda-feira, 26 de maio de 2003
Cachorro que tem dois donos morre de fome.
Mestranda que tem dois orientadores morre de tanto remendar o resumo que tem que mandar pra conferência.
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20:49
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Normal em Curitiba
Rita Lee - Roberto de Carvalho
Saudades da terra
Daquela vidinha boa
Entre um milagre e uma guerra
Quando Deus era brasileiro
E ria-se à toa
Lá no sul do Cruzeiro
Destino desejo
Santo pandemônio
Saudades do Ozônio
Da minha infância querida
Quero o essencial da vida
Quero ser normal em Curitiba
Saudades da terra daquele planeta azulzinho
Entre Vênus e Marte quando arte era puro dinheiro
E o estranho no ninho
Vinha lá do estrangeiro
New York, Paris
É impossível ser feliz
Saudades da Elis
Da minha infância querida
Quero o essencial da vida
Quero ser normal em Curitiba
Renascer de parto natural
Mamar numa doce muxiba
Crescer num país tropical
Supermercado em Carapicuíba
Manter o ciclo menstrual
Noivar, casar com o Giba
Viver de aumento salarial
Campeã de buraco e biriba
Quero o essencial da vida
Quero ser normal em Curitiba
Não é só Sampa que ela traduz.
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20:48
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quinta-feira, 22 de maio de 2003
Finalmente, descobri o nome em inglês do Gastão: Gladstone Gander. Obrigada, Inagaki!
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17:21
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quarta-feira, 21 de maio de 2003
Mais um aviso da campanha "Não seja mané!".
Foi dormir tarde porque terminou o trabalho?
Acordou cedo pra mandar um email pra si mesma com o arquivo em que você estava trabalhando?
Mande para vários endereços! Mande para os amigos também! Salve no seu diretório da universidade!
Só o que não vale é ter que voltar pra casa debaixo de chuva porque a conta do Yahoo estourou.
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11:35
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Triste de ir dormir às 6 e meia da manhã é ouvir que os passarinhos já acordaram.
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11:33
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segunda-feira, 19 de maio de 2003
domingo, 18 de maio de 2003
I'm So Tired
I'm so tired, I haven't slept a wink
I'm so tired, my mind is on the blink
I wonder should I get up and fix myself a drink
No,no,no.
I'm so tired I don't know what to do
I'm so tired my mind is set on you
I wonder should I call you but I know what you'd do
You'd say I'm putting you on
But it's no joke, it's doing me harm
You know I can't sleep, I can't stop my brain
You know it's three weeks, I'm going insane
You know I'd give you everything I've got
for a little peace of mind
I'm so tired, I'm feeling so upset
Although I'm so tired I'll have another cigarette
And curse Sir Walter Raleigh
He was such a stupid get.
Em homenagem aos relatórios. Não, eu ainda não terminei!!!
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19:59
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Tô falando? Pelo menos esse aí tem mais a ver com os meus objetivos profissionais.
Não custou o que custa aí na Amazon, comprei na Vertigo aqui pertinho.
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15:10
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sábado, 17 de maio de 2003
Olha só, fui linkada no Dizem!!
O último livro que comprei (por 99 cents, na Amazon custa 18 dólares) é sobre o ensino de educação social (sincera e verdadeira) nas escolas primárias. Tem a ver com algumas coisas que nós, como estrangeiros, percebemos aqui nos States. Em um dos casos relatados no livro, a professora tenta guiar os alunos (de mais ou menos 5 ou 6 anos) ao hábito de realmente se importar com os outros. A turma era de crianças muitíssimo educadas, que diziam sempre por favor e obrigado e com licença e tudo o mais, mas elas não diziam nada além disso, as palavras eram vazias, e no final das contas elas estavam usando os rituais de boa educação como uma "arma" nos jogos infantis: "eu não vou emprestar os lápis de cor porque você não disse por favor!".
Minha primeira surpresa quando vim para cá foi ver a má vontade do povo quando diz "EXCUSE ME!". As palavras são educadas, mas o tom é de "SAI DA FRENTE!". Até aí tudo bem. O pior é quando você diz thank you e te respondem humrrum com a boca fechada...
às
17:53
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Bend it like Beckham: adorei!
Uma graça de filme, com futebol, família de imigrantes, casamento, triângulo amoroso, conflito de gerações e bastante humor. Muito simpático e leve, embora dure um pouco mais do que devia.
Agora eu quero um vestido indiano!!!
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00:12
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quinta-feira, 15 de maio de 2003
Sobre o post do Matheus:
...há um estudo sério sendo desenvolvido há anos pela UNICAMP que se baseia na dúvida milenar: "pra onde vão os guarda-chuvas?".
Na verdade esse estudo já foi completado e deu origem à Teoria dos Gnomos Quânticos
O Carlos Drummond de Andrade disse que os guarda-chuvas vão para os anéis de Saturno, mas como se sabe os poetas costumam ser fantasiosos e pouco científicos.
às
16:57
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Ouvindo música síria. O título quer dizer algo como "te perdoei tantas vezes" ou algo assim.
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15:46
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Tenho visto tanto link legal e não estou postando nada aqui. Depois me embanano toda e acabo esquecendo. Peraí, vou amarrar barbante no dedo. Escrever no teto: vou sobreviver porque sou ninja!!
Das pronúncias estranhas do meu nome, a mais legal é a do Roman, que é de Taiwan: Eloitzá!
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01:45
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quarta-feira, 14 de maio de 2003
Lembrete pra mim mesma:
- parar de procurar páginas dos amigos na internet,
- se procurar, parar de dizer sem querer que achei,
- parar de tentar dar uma de cupido,
- se tentar, avisar pra bocuda que não é pra dizer pro rapaz "minha amiga Heloisa me contou tuuuuudo sobre você!"
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22:59
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terça-feira, 13 de maio de 2003
Há muito tempo atrás, eu jogava crapeau, um jogo de baralho. Já até me esqueci como se joga, mas a pessoa que jogava comigo não era uma boa perdedora. Jogávamos em uma mesa forrada com uma toalha (ou uma canga, às vezes). Quando se dava conta de que perderia, simplesmente puxava a toalha e misturava todas as cartas, para que o jogo não terminasse.
Menem puxou a toalha.
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18:12
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domingo, 11 de maio de 2003
sábado, 10 de maio de 2003
Ontem: Girls' night. Argentina, Venezuela, Espanha-Porto Rico, Alemanha, Brasil. Martinis. Falar bobagem. Tirar fotos de pés. Divertido.
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17:10
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sexta-feira, 9 de maio de 2003
quinta-feira, 8 de maio de 2003
Isso que dá googlar os amigos. Hugo, de Pedralva para o mundo! (Ele é o segundo sorridente da esquerda pra direita.)
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19:34
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Recebi umas fotos do casamento, muito pequenininhas, que minha mõe mandou por email. A noiva estava LINDONAAAAA!
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17:59
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Teve encontro de brasileiros ontem. As reuniões são a cada 2 semanas, numa pizzaria muito chulé perto da universidade. Até parece que eu não sabia que ia acontecer o que está acontecendo.
Eu que comecei a lista do Yahoo. Estou tentando fazer isto dar certo, porque eu acho que seria interessante pra todo mundo. Os encontros são assim, num lugar público e com comida, pra estabelecer uma rotina e não dar trabalho pra ninguém.
Nas primeiras vezes eu pedi uma pizza, paguei, e depois o pessoal me deu o dinheiro. Depois eu achei que não dava muito certo porque eu nunca tinha troco e acabava devendo um pouquinho pra todo mundo. Tentei fazer outras pessoas assumirem essa responsabilidade, pra revezar um pouco. Nada. Agora, na vez passada, teve até um que perguntou: "e aí, já pediu a pizza?". Virei garçonete, eu? Se tem uma coisa que eu detesto tanto ou mais que ser tratada feito burra é ser taken for granted. Quando as pessoas nem pedem as coisas, elas simplesmente assumem que é um dever seu. Veja só: não estou tentando ser eleita pra nada, não quero nada, só queria conhecer gente, e achei que as outras pessoas também queriam isso.
O encontro vai continuar. A minha paciência, eu não sei.
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14:25
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quarta-feira, 7 de maio de 2003
Foto inspirada pelo post do Hiro. Tirada em 80, quando minha irmã ainda gostava de mim porque me achava fofinha!
Ainda bem que meus dentes se juntaram. Eu pareço o Tico e o Teco.
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16:53
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Viciei em livros. Não estamos tendo mais espaço pra eles. Revistas custam 3 ou 4 dólares. Na livraria da universidade há livros por 1 dólar, 2, ou 50 cents. Se me interessa, eu compro. Eles não têm propaganda e não me dizem como devo me vestir.
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15:23
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terça-feira, 6 de maio de 2003
Não sei o que é pior: não tomar café e dormir na aula ou tomar e ficar se perguntando porque é que todo mundo tá falando TÃO devagar!!!
às
17:02
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