Maffalda mudou de casa! Redirecionando...

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domingo, 6 de julho de 2003

Preparem seus jardins. Subrosa voltou. Obrigada, Meg!

sexta-feira, 4 de julho de 2003

Quero ver Irene rir, quero ver Irene dar sua risada.
Irene não tinha webcam.

quinta-feira, 3 de julho de 2003


E como estava o champagne??

Agora que danei a comprar livros, e até os leio, tenho que aprender a carregá-los. Assim quem sabe terei uma alternativa ao vício da internet e aos momentos de conversa com as paredes.
Waste and want está interessante, mas muito cheio de detalhes. É sobre a história do lixo nos Estados Unidos, e o primeiro capítulo é exclusivamente sobre têxteis. Tudo, absolutamente tudo, o que se fazia com têxteis, desde sua fabricação aos seus infinitos reaproveitamentos e ao lixo. Haja! Não posso largar esse livro no meio, sob o risco de perder o fio da meada (sem trocadilho).
Upside Down, de Eduardo Galeano, é uma espécie de Stupid White Men inteligente. Sim, porque este último o Gastón comprou, eu só li o capítulo sobre meio ambiente e achei péssimo. O cara tem que aprender a defender uma argumento mais linearmente, tem tanta coisa errada com o que ele disse que eu não sei nem por onde começar. Eduardo Galeano é ácido e pessimista, não sei se sobrevivo.
E, pra relaxar, o guia dos idiotas para organizar sua vida, que eu tô precisando. Mas a mulher se estende demais, como se eu quisesse mesmo organizar uma festa de casamento. Tô fora!

Frase do dia (TM):

Ter um restaurante com área de fumantes e área de não-fumantes é como ter uma piscina com o lado de fazer xixi e o lado de não fazer xixi.

No Washington City Paper, 4 de julho de 2003.

quarta-feira, 2 de julho de 2003

Tem alguma coisa estranha com o blog do Dudu. Eu achei que era brincadeira dele, mas depois vi que não pode ser. Será que ele foi seqüestrado pelo Piu-Piu??? Dudu! Cadê você, meu filho?

segunda-feira, 30 de junho de 2003


You mean the world to me!

terça-feira, 24 de junho de 2003

Adorei. Um evento beneficente leiloou, entre outras coisas, um cachorro vira-lata e entradas para o show da Celine Dion em Las Vegas, incluindo um avião particular até lá, uma limusine e drinks com a própria.
O cachorrinho foi arrematado pelo dobro do lance mais alto dado pelo "privilégio".

segunda-feira, 23 de junho de 2003

Classificado.

Alguém aí tem um amigo ou parente ou conhecido interessado em alugar um apartamento em Jacarepaguá?? Alguém? Alguém?

A teoria dos times e países. Volta, Haroldinho!

O Brasil é Flamengo. É a maior torcida, o mais popular...

Já o Botafogo é o Uruguai - É muito respeitado pelo seu passado, mas hoje
em dia nao ganha mais nada.

O Chile é o tricolor das américas, aquele time meio besta, que tem seus
altos e baixos, e adora se vangloriar por qualquer minima vitoria.

E a Argentina é o Vasco, por motivos óbvios.


O meu argentino não é vascaíno.

Ok. Minha prima está preparando a festa de 4 anos da filha dela. Qual o tema escolhido pela aniversariante?
A Pequena Sereia?
Algum personagem da Disney?
Nada disso!
Paul McCartney.
Agora tenta me convencer de que a minha priminha não é the coolest kid ever.

- O que ela falou?
- Não entendi!
- E riu mesmo assim?
- Claro!
- Foi assim que a gente começou a namorar, né?
- Mais uma prova de que quem não se comunica se trumbica.

Muito ajuda quem não atrapalha.

quinta-feira, 19 de junho de 2003

Outro dia publiquei um texto das "mulheres que amam de menos" mas não sabia de quem era. A autora é Martha Medeiros e o texto está aqui.

terça-feira, 17 de junho de 2003


O moço aí da foto é Nick Drake. Suas músicas são ótimas, mas eu não consigo ouvir. Dá vontade de pular da janela, de tão tristes.

Amelia Earhart Flies Atlantic, First Woman To Do It; Tells Her Own Story of Perilous 21-Hour Trip to Wales; Radio Quit and They Flew Blind Over Invisible Ocean

segunda-feira, 16 de junho de 2003

Resumo resumido do fim-de-semana: fui a um churrasco de brasileiros, não sem antes provar dois vestidos que não passaram pela minha b*nda (tem que dizer assim, senão toca de aparecer gente louca pelo Google), tentei trabalhar, não consegui, agora tenho que trabalhar mais mais mais mais, falei com a minha rrrimã por telefone, e a sala da nossa casa está arrumada, estou começando a desconfiar de que estamos doentes. Sonhei com a Beta a noite toda de sábado pra domingo, e o mais engraçado é que aparecia um monte de gente dessa patota que eu nem conheço, com destaque pro amigo dela. São as distorções do mundo internético, a gente sonha com gente longínqüa e inventa até um sotaque pra eles!
Ah, e estou viciada em Home & Garden TV. Poderia escrever todo um post sobre isso, mas não, não tenho que provar o tanto que eu sou nerd.

sexta-feira, 13 de junho de 2003

terça-feira, 10 de junho de 2003

Só em Minas existe pastel de guaraná?

E eu não sou cozinheira não: quem nasceu pra lagartixa nunca chega a jacaré.

PS: Achei a receita. Mas vou perguntar lá em casa por via das dúvidas, se não for igual ao da Aparecida eu não quero!

É. Tem uma polêmica rolando blogs afora. Como eu não quero que sobre pra mim, não comento. Mas que tem um bando de gente hipócrita nesse mundo, ah, tem.

A Anna Maron já tinha dito que não gostava de ir ao cinema sozinha. Ainda bem que ela resolveu superar o trauma, porque eu adoro!
Achei que já tinha contado aqui no blog, mas pelo jeito não. Eu estava no primeiro ano do colegial (não! segundo grau! não! ensino médio!) e era do grêmio. A gente editava um jornalzinho chulé que as pessoas do grêmio escreviam - inclusive aquela que queria tanto ser jornalista e cujos erros crassos eu tinha que corrigir - e eu digitava e paginava tudo. Isso porque eu era um gênio da computação com meu 286 e meu Carta Certa. Eu estava em casa desesperada tentando terminar de montar aquele quebra-cabeças e minha mãe chega da rua furiosa:
- Eu passei em frente ao cinema e estavam a Mariana e a Fernanda entrando, ficaram até sem-graça quando me viram, você vai sair desse computador a-go-ra e vai ao cinema na próxima sessão porque eu tô mandando!
(ou algo assim)
Eu obedeci. O filme era Mudança de Hábito, eu gostei, e me senti a poderosa de ter ido sozinha. A partir daí, não ter companhia nunca me impediu de ver filme nenhum. Lá em Campinas é comum as pessoas irem ao Galleria (um shopping com vários cinemas) e se subdividir entre as salas. Fizemos isso uma vez, fui ver Legally Blonde sozinha também.
Ah. E a menina que queria ser jornalista? Agora é. Mas mudou de copydesk.

segunda-feira, 9 de junho de 2003

Pelo menos uns 50% dos acessos atuais a este blog estão vindo de uma certa imagem que postei na última Copa. Pois vá ao Google images e digite equipo mundial pra você ver...

sexta-feira, 6 de junho de 2003

Diálogos que fazem um casamento valer a pena (R)
E tem aquela da vez que o meu argentino me ligou furioso:
- O meu orientador leu minha tese e disse que tá parecendo a dança do calombo do negro!
- Samba do crioulo doido?
- Isso. Que que é?

quinta-feira, 5 de junho de 2003

Esse último post foi uma queimada de filme total, né não???

Anteontem assisti o que não se confessa: Miss Universo!
Sem mencionar a cafonice de tal feito, a objetificação da mulher, etc, etc, vamos aos outros comentários.
1) Ser alta não significa necessariamente ser bonita, certo?? O que eu estou tentando dizer é que num mundo onde ser miss já não é tudo, e as meninas querem mesmo é ser modelo, deviam tentar valorizar as belezas individuais. As misses parecem todas clones umas das outras, e às vezes têm cara de travesti até não poder mais. E meus protestos veementes ficam aqui registrados porque alisaram os cabelos da Miss América, que é latina e tem uns cachinhos lindos. Pelo menos foi só pra umas fotos, não pro concurso.
2) Das 15 finalistas, não sei quantas eram magríssimas e pelo menos uma era anoréxica mesmo, com certeza.
3) Um montão das fantasias tinham adereços de cabeça a la Carmem Miranda.
4) Deviam desistir de usar perguntas elaboradas pelas misses. Uma é mais estúpida do que a outra.
5) Frisaram muito que estavam usando "tradutores de precisão". Precisão de aprender mais, isso sim. O sujeito que traduzia as pobres das latinas interrompia as coitadas, roubando tempo das perguntas, e ainda traduzia tudo errado.
6) Mas a melhor parte da noite foi o Gastón ter achado a Miss Universo feia. Agora eu não me canso de perguntar: "e aí, eu sou mais bonita que a Miss Universo???". E ele: "éééé!".
Comentários de um site "especializado" aqui.

Falando em mãe, você sabe que está há muito tempo longe de casa quando a sua mãe te confunde com uma atriz indiana.

E o pior é que ela tem razão: aquela cara de boba olhando pro teto e o cabelo preso pra trás são meio marcas registradas minhas...

Léo Jaime recebeu isto de uma amiga e eu tô assinando embaixo. Ah, e se fundarem tal entidade e eu me afiliar, já tenho uma culpada: minha mãe. Viu, mãe??
Update: esse texto é de Martha Medeiros.

Mulheres que amam de menos
Eu quero dar meu depoimento. Creio ter um problema. Se mulheres que amam demais são aquelas que sufocam seus parceiros, que não confiam neles, que investigam cada passo que eles dão e que não conseguem pensar em mais nada a não ser em fantasiosas traições, então eu preciso admitir: sou uma mulher que ama de menos. Eu nunca abri a caixa de mensagens do celular do meu marido (namorado). Eu nunca abri um papel que estivesse em sua carteira. Eu nunca fico irritada se uma colega de trabalho telefona pra ele. Eu não escuto a conversa dele na extensão. Eu não controlo o tanque de gasolina do carro dele para saber se ele andou muito ou pouco. Eu não me importo quando ele acha outra mulher bonita, desde que ela seja realmente bonita. Se não for, é porque ele tem mau gosto. Eu não me sinto insegura se ele não me faz declarações de amor a toda hora. Eu não azucrino a vida dele. Segundo o que tenho visto por aí, meu diagnóstico é lamentável: eu o amo pouco. Será? Obsessão e descontrole são doenças sérias e merecem respeito e tratamento, mas batizar isso de "amar demais" é uma romantização e um desserviço às mulheres e aos homens. Fica implícito que amar tem medida, que amar tem limite, quando na verdade amar nunca é demais. O que existe são mulheres e homens que têm baixa auto-estima, que tem níveis exagerados de insegurança e que não sabem a diferença entre amor e possessão. E tem aqueles que são apenas ciumentos e desconfiados, tornando-se chatos demais. Mas se todo mundo concorda que uma patologia pode ser batizada de "amor demais", então eu vou fundar As Mulheres que Amam De Menos, porque, pelo visto, quem é calma, quem não invade a privacidade do outro e quem confia na pessoa que escolheu pra viver também está doente.

terça-feira, 3 de junho de 2003

Primeiro ato:
cantoria, quarteto
Segundo ato:
chá, maledicência
Terceiro ato:
sucos, cuidado
Quarto ato:
msn, saudade.

Escreveremos outros, sim?

segunda-feira, 2 de junho de 2003

I'm putting all my eggs in one basket
I'm betting ev'rything I've got on you

sexta-feira, 30 de maio de 2003

Esse texto que eu acabei de postar tem uma certa palavra mágica que vai trazer um monte de gente maluca pra cá, mas o que eu posso fazer? E o link das fotos arrumadinhas foi dica do Hiro. Me deu foi uma alegria danada, saber que minha barriguinha indecente tem solução. Photoshop.

Mais diálogos.

Um:

- Minha amiga falou que deixou umas salsichas fervendo por uma hora e elas pegaram fogo dentro da panela.
- Aaaah, as maravilhas da vida de casado!!!


Outro:

- Pena que o Fulano tá casado, senão eu apresentaria ele pra Beltrana.
- Pra Beltrana?? Mas ele ia ter que
largar una sota.
- Ahn?
-


E outro, com um amigo, em 95:

- Eu não sei se eu posaria nua...
- Que isso, Heloisa, hoje em dia tem computador!!

quarta-feira, 28 de maio de 2003

Se oferecer pra ajudar sem nem saber como, carregar o mundo nos ombros, passar um dia se preocupando com conjecturas improváveis ou distantes, protelar decisões importantes, espalhar papéis pela sala e quase se afogar neles.
É o pequeno Lair que todos carregamos conosco.

Update: É, mas Deus ajuda a pequena Suelly que também carregamos conosco!!!

segunda-feira, 26 de maio de 2003

Cachorro que tem dois donos morre de fome.
Mestranda que tem dois orientadores morre de tanto remendar o resumo que tem que mandar pra conferência.

Normal em Curitiba
Rita Lee - Roberto de Carvalho

Saudades da terra
Daquela vidinha boa
Entre um milagre e uma guerra
Quando Deus era brasileiro
E ria-se à toa
Lá no sul do Cruzeiro
Destino desejo
Santo pandemônio
Saudades do Ozônio
Da minha infância querida

Quero o essencial da vida
Quero ser normal em Curitiba

Saudades da terra daquele planeta azulzinho
Entre Vênus e Marte quando arte era puro dinheiro
E o estranho no ninho
Vinha lá do estrangeiro
New York, Paris
É impossível ser feliz
Saudades da Elis
Da minha infância querida

Quero o essencial da vida
Quero ser normal em Curitiba

Renascer de parto natural
Mamar numa doce muxiba
Crescer num país tropical
Supermercado em Carapicuíba
Manter o ciclo menstrual
Noivar, casar com o Giba
Viver de aumento salarial
Campeã de buraco e biriba

Quero o essencial da vida
Quero ser normal em Curitiba


Não é só Sampa que ela traduz.

quinta-feira, 22 de maio de 2003

Finalmente, descobri o nome em inglês do Gastão: Gladstone Gander. Obrigada, Inagaki!

Cabô!!!

quarta-feira, 21 de maio de 2003

Mais um aviso da campanha "Não seja mané!".
Foi dormir tarde porque terminou o trabalho?
Acordou cedo pra mandar um email pra si mesma com o arquivo em que você estava trabalhando?
Mande para vários endereços! Mande para os amigos também! Salve no seu diretório da universidade!
Só o que não vale é ter que voltar pra casa debaixo de chuva porque a conta do Yahoo estourou.

Triste de ir dormir às 6 e meia da manhã é ouvir que os passarinhos já acordaram.

segunda-feira, 19 de maio de 2003

Como convenço a minha irmã mais velha de que eu não sou uma pulga amestrada???

domingo, 18 de maio de 2003

I'm So Tired

I'm so tired, I haven't slept a wink
I'm so tired, my mind is on the blink
I wonder should I get up and fix myself a drink
No,no,no.

I'm so tired I don't know what to do
I'm so tired my mind is set on you
I wonder should I call you but I know what you'd do

You'd say I'm putting you on
But it's no joke, it's doing me harm
You know I can't sleep, I can't stop my brain
You know it's three weeks, I'm going insane
You know I'd give you everything I've got
for a little peace of mind

I'm so tired, I'm feeling so upset
Although I'm so tired I'll have another cigarette
And curse Sir Walter Raleigh
He was such a stupid get.



Em homenagem aos relatórios. Não, eu ainda não terminei!!!



Tô falando? Pelo menos esse aí tem mais a ver com os meus objetivos profissionais.
Não custou o que custa aí na Amazon, comprei na Vertigo aqui pertinho.

sábado, 17 de maio de 2003

Olha só, fui linkada no Dizem!!

O último livro que comprei (por 99 cents, na Amazon custa 18 dólares) é sobre o ensino de educação social (sincera e verdadeira) nas escolas primárias. Tem a ver com algumas coisas que nós, como estrangeiros, percebemos aqui nos States. Em um dos casos relatados no livro, a professora tenta guiar os alunos (de mais ou menos 5 ou 6 anos) ao hábito de realmente se importar com os outros. A turma era de crianças muitíssimo educadas, que diziam sempre por favor e obrigado e com licença e tudo o mais, mas elas não diziam nada além disso, as palavras eram vazias, e no final das contas elas estavam usando os rituais de boa educação como uma "arma" nos jogos infantis: "eu não vou emprestar os lápis de cor porque você não disse por favor!".
Minha primeira surpresa quando vim para cá foi ver a má vontade do povo quando diz "EXCUSE ME!". As palavras são educadas, mas o tom é de "SAI DA FRENTE!". Até aí tudo bem. O pior é quando você diz thank you e te respondem humrrum com a boca fechada...



Bend it like Beckham: adorei!
Uma graça de filme, com futebol, família de imigrantes, casamento, triângulo amoroso, conflito de gerações e bastante humor. Muito simpático e leve, embora dure um pouco mais do que devia.
Agora eu quero um vestido indiano!!!

quinta-feira, 15 de maio de 2003


Contando ninguém acredita: todos os oito estavam sóbrios.

Sobre o post do Matheus:
...há um estudo sério sendo desenvolvido há anos pela UNICAMP que se baseia na dúvida milenar: "pra onde vão os guarda-chuvas?".
Na verdade esse estudo já foi completado e deu origem à Teoria dos Gnomos Quânticos*. Toda a energia existente está disponível na forma de quanta (plural de quantum), que são as "unidades", ou seja, a menor quantidade de energia que um certo sistema pode ter. E isso tem que se conservar, ou seja, a energia não é criada nem destruída assim sem mais nem menos. No caso dos guarda-chuvas, eles são transportados para dimensões paralelas pelos gnomos quânticos. Para manter o equilíbrio de energia e matéria entre essa dimensão para onde eles vão e esta onde estamos, alguma matéria tem que ser gerada do lado de cá. É por isso que a gente sempre encontra clipes de papel no chão: eles são a unidade fundamental, e cada vez que um guarda-chuva some vários clipes são gerados. Atualmente, os pesquisadores estão tentando enviar quantidades massivas de clipes para a outra dimensão para ver se guarda-chuvas aparecem deste lado, mas aparentemente o processo não é reversível.

O Carlos Drummond de Andrade disse que os guarda-chuvas vão para os anéis de Saturno, mas como se sabe os poetas costumam ser fantasiosos e pouco científicos.
* Quem me explicou isso foi o Gustavo Nunes, Física (Cursão) - Unicamp 94.

Ouvindo música síria. O título quer dizer algo como "te perdoei tantas vezes" ou algo assim.

Tenho visto tanto link legal e não estou postando nada aqui. Depois me embanano toda e acabo esquecendo. Peraí, vou amarrar barbante no dedo. Escrever no teto: vou sobreviver porque sou ninja!!

Das pronúncias estranhas do meu nome, a mais legal é a do Roman, que é de Taiwan: Eloitzá!

quarta-feira, 14 de maio de 2003

Lembrete pra mim mesma:
- parar de procurar páginas dos amigos na internet,
- se procurar, parar de dizer sem querer que achei,
- parar de tentar dar uma de cupido,
- se tentar, avisar pra bocuda que não é pra dizer pro rapaz "minha amiga Heloisa me contou tuuuuudo sobre você!"

terça-feira, 13 de maio de 2003

Há muito tempo atrás, eu jogava crapeau, um jogo de baralho. Já até me esqueci como se joga, mas a pessoa que jogava comigo não era uma boa perdedora. Jogávamos em uma mesa forrada com uma toalha (ou uma canga, às vezes). Quando se dava conta de que perderia, simplesmente puxava a toalha e misturava todas as cartas, para que o jogo não terminasse.
Menem puxou a toalha.

domingo, 11 de maio de 2003

Meus pais estão lendo meu blog! Que emoção!

Oi, Mãe!
Oi, Pai!

sábado, 10 de maio de 2003

Há uma semana: show do George Clinton.

Ontem: Girls' night. Argentina, Venezuela, Espanha-Porto Rico, Alemanha, Brasil. Martinis. Falar bobagem. Tirar fotos de pés. Divertido.

sexta-feira, 9 de maio de 2003


Nasce uma estrela... Da Física!
Valeu pela foto, Dudu!

quinta-feira, 8 de maio de 2003

Isso que dá googlar os amigos. Hugo, de Pedralva para o mundo! (Ele é o segundo sorridente da esquerda pra direita.)

Extra! Extra! Eu sou cara-de-pau!

Recebi umas fotos do casamento, muito pequenininhas, que minha mõe mandou por email. A noiva estava LINDONAAAAA!

Ah, era pra dizer que eu estou bronquinha mesmo, e daí?

Queria postar e esqueci no meio.

Teve encontro de brasileiros ontem. As reuniões são a cada 2 semanas, numa pizzaria muito chulé perto da universidade. Até parece que eu não sabia que ia acontecer o que está acontecendo.
Eu que comecei a lista do Yahoo. Estou tentando fazer isto dar certo, porque eu acho que seria interessante pra todo mundo. Os encontros são assim, num lugar público e com comida, pra estabelecer uma rotina e não dar trabalho pra ninguém.
Nas primeiras vezes eu pedi uma pizza, paguei, e depois o pessoal me deu o dinheiro. Depois eu achei que não dava muito certo porque eu nunca tinha troco e acabava devendo um pouquinho pra todo mundo. Tentei fazer outras pessoas assumirem essa responsabilidade, pra revezar um pouco. Nada. Agora, na vez passada, teve até um que perguntou: "e aí, já pediu a pizza?". Virei garçonete, eu? Se tem uma coisa que eu detesto tanto ou mais que ser tratada feito burra é ser taken for granted. Quando as pessoas nem pedem as coisas, elas simplesmente assumem que é um dever seu. Veja só: não estou tentando ser eleita pra nada, não quero nada, só queria conhecer gente, e achei que as outras pessoas também queriam isso.
O encontro vai continuar. A minha paciência, eu não sei.

quarta-feira, 7 de maio de 2003

Não arresisti. Tive que roubar o sol do Weno. Pra minha coleção.


Foto inspirada pelo post do Hiro. Tirada em 80, quando minha irmã ainda gostava de mim porque me achava fofinha!
Ainda bem que meus dentes se juntaram. Eu pareço o Tico e o Teco.

Viciei em livros. Não estamos tendo mais espaço pra eles. Revistas custam 3 ou 4 dólares. Na livraria da universidade há livros por 1 dólar, 2, ou 50 cents. Se me interessa, eu compro. Eles não têm propaganda e não me dizem como devo me vestir.

terça-feira, 6 de maio de 2003

Não sei o que é pior: não tomar café e dormir na aula ou tomar e ficar se perguntando porque é que todo mundo tá falando TÃO devagar!!!

Incrível até hoje ninguém ter feito uma música pro café. Um samba pro café. Uma ode ao café. Uma escultura. Um painel gigante. Café pra dar e vender. Café é bom e faz crescer. Não me venha falar na malícia de todo café. Minha alma canta, vejo uma xícara de café. A cafelisa. David tomando café. Sei lá.

Amigo que é amigo chacoalha.

segunda-feira, 5 de maio de 2003

De anteontem pra ontem tive um sonho louquíssimo, que incluía pessoas que conheci em vários lugares. Estavam todas hospedadas na casa da Luiza em Praia Linda mas ninguém sabia que a casa era dela. Sonho comprido e cheio de detalhes. Depois que eu acordei e contei o sonho pro Gastón me lembrei de uma história de família. Reza a lenda que naquela casa de praia da prima, que tinha infinitos sobrinhos, era necessário escrever bilhetinhos do tipo "não se esqueça de fechar a geladeira", no melhor estilo república, e ninguém nunca sabia ao certo quantos estavam hospedados. As pessoas se conheciam na praia e perguntavam "onde você está hospedado?" ao que a outra respondia: "ali". "Ah, é? Eu também!". Daí que minha prima abriu uma pousada. Ótimo, não? Qualquer dia eu vou.

O último post fazia muito mais sentido quando ainda estava dentro da minha cabeça, pero bueno...

Uma amiga um dia me disse que não acreditava em almas gêmeas. Só acreditava em pessoas que funcionam juntas.
A minha mãe, que é muito católica, me ensinou coisas que não se ouvem na igreja com muita freqüência: que a gente veio ao mundo pra ser feliz e que até Jesus era bom mas não era bobo.
Por isso me surpreendo quando percebo que as pessoas (eu aí incluída) estão mais dispostas a acreditar em palavras do que reparar em ações e acabam sofrendo.

Quem é homem de bem não trai
O amor que lhe quer seu bem
Quem diz muito que vai não vai
Assim como não vai não vem

Eu nunca idealizei o príncipe encantado. Eu queria mesmo era a amizade perfeita. E sofro pra caramba de perceber que nem a minha amizade com a Marcia é perfeita, simplesmente porque isso é impossível. E parece que quanto mais a gente sonha mais faz um buraco, depois o buraco fica tão grande que a gente fecha os olhos e põe qualquer coisa no buraco pra tampar. Existe uma pessoa que eu amava de paixão perdida, e continuo gostando, com quem eu não falo há 2 anos e 8 meses. Essa pessoa influenciou todo o meu jeito de ser, desde o gosto musical até os gestos, se bobear até a minha caligrafia. Foram 11 anos sendo unha-e-cutícula, como nós brincávamos, pra acabar comigo decidindo que assim eu não queria, que assim estava mal, que se não era pra ser recíproco e saudável não ia ser de jeito nenhum. Ficou uma falta daquelas, uma saudade enorme, mas isso vai se dissipando e eu tento não ter raiva.
Não é fácil... Estou sendo cínica? Provavelmente. Mas acho que assim é melhor.

Words of love, so soft and tender
Won't win a girl's heart anymore
If you love her then you must send her
Somewhere where she's never been before
Worn out phrases and longing gazes
Won't get you where you want to go, no!
Words of love, soft and tender
Won't win her

You oughta know by now
You oughta know, you oughta know by now
Words of love, soft and tender
Won't win her anymore

domingo, 4 de maio de 2003

Ela se casou hoje. A Lindona. Aquela menina gorduchinha, que se apresentou com um sotaque tão paulista, Marrrrcia, e perguntou meu nome. Igual ao da mãe dela, ela disse.
Meus pais foram à festa. Liguei para o celular da minha mãe e pedi pra falar com ela. Não consegui falar nada, só chorei. Falei com o marido dela também. "Obrigado por estar aqui com a gente", mesmo pelo telefone. Voltei a falar com minha mãe. Ela também chorou. Um desastre. Agora escrevo com as lágrimas caindo pelo computador afora.
Mas o que eu queria? É como quando éramos pequenas. Mesmo se ela dormisse lá em casa duas noites seguidas, mesmo quando já não tínhamos mais brincadeiras que inventar, eu chorava aos borbotões quando ela ia embora. Aos sete anos, comecei a estudar piano só porque era na casa dela, a professora era a minha xará. Depois já não estudávamos juntas, mas pelo menos tínhamos essa desculpa. E nossos passeios. Ir ao teatro com os pais de uma ou de outra. Fazer balé juntas. Fofocar, agora que já não estávamos na mesma classe.
A distância foi só aumentando. Mas só na geografia, não no coração. Uma no Rio, outra em São Paulo. Muitas férias. Lá, cá, no Espírito Santo. Eu contava os dias para podermos estar juntas, falar tanto sentadas à janela ou antes de dormir. Ou depois de, como às vezes acontecia: eu contava um caso compriiiido, e depois ia ver ela tinha dormido no meio.
Um dia fui a São Paulo e ela me disse que a família estava se mudando para Sorocaba. Tínhamos 16 anos, íamos fazer o terceiro ano. "Eu não quero ir pra lá." Fez um escândalo, se trancou no quarto, chorou. Mas foi. E adorou.
E foi lá que ela conheceu o que hoje, agora, há umas duas horas, é o seu marido. Certinho que só ele, ou melhor, que só ela. Gente fina. Eu estou feliz por eles, juro. Mas não consigo parar de chorar. É como se ao mesmo tempo eu desejasse tudo de bom e tivesse uma dor de quem teve um pedaço arrancado. Dou-me conta agora de que a distância geográfica importa, sim. E de que os nossos caminhos vão se bifurcando cada vez mais. Seremos amigas, sim. Eu sei que ela gosta de mim, e eu gosto dela também, mais do que as palavras podem expressar. Só que agora eu sei que talvez nossos filhos não cresçam juntos, talvez não sejamos capazes de manter contato pra sempre. Apenas o tempo dirá.
De qualquer maneira, terá valido a pena. Ela é seguramente uma das pessoas mais importantes na minha vida. Ensinou-me coisas pequenas (se você mantém o papel alumínio no chocolate não lambuza os dedos) e lições inesquecíveis. Que família da gente não é só a família de nascimento. Que uma amizade não é feita só de semelhanças e coincidências (ter nascido no mesmo lugar, ter dado o primeiro beijo na mesma semana), mas também de diferenças (de comportamento, de posicionamento religioso, de opinião em vários assuntos). Que o apoio dos amigos não precisa ser incondicional, só precisa ser sincero. E que momentos bons estarão sempre marcados, onde quer que estejamos.
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Os fatos: a Marcia, que não é mais gorduchinha, é um mulherão de alta e loira, nasceu no Rio, como eu. Mudou pra Sampa aos 4, eu mudei aos 5, e foi lá que nos conhecemos, no colégio Santa Marcelina, Jardim D. Na segunda série ela foi pro turno da manhã, mas nossos pais já tinham ficado amigos por minha conta e nós nunca deixamos de nos ver. Eu mudei de professora de piano lá pelos 9, 10 anos. Hoje eu detesto piano, não me lembro de mais nada. Quando eu fiz 12 anos fui morar no Rio. Ia a São Paulo de vez em quando, e um ano depois começamos a nos ver nas férias quase sempre. Passamos uns bons verões em Guarapari. Ela mudou pra Sorocaba e estudou Direito. Eu mudei pra Campinas e estudei Física. Casei-me com o Gastón em 2000, e ela foi madrinha. Hoje moro nos Estados Unidos, estou em semana de provas e perdi o casamento. De todos, esse era o que eu não podia ter perdido...

College Park, MD, EUA, 3 de maio de 2003. 7:55, horário de Brasília.

sexta-feira, 2 de maio de 2003

E o mais legal disso tudo é constatar que é um povo mais civilizado que o nosso, que tem maior carinho conosco do que vice versa, é como um irmão mais velho que admira o mais novo, mas o mais novo tem prazer em contestar o mais velho pra se autoafirmar.

Na mosca, Dudu!

quinta-feira, 1 de maio de 2003



George Bush teve que ser avisado pelos seus agentes secretos de que não estava diante de seus ídolos. Decepcionado, o presidente comenta: "Pensei que finalmente seria entendido. Mas bem que eu tinha desconfiado daquele azulzinho...".

Crédito ao Gastón, pela ótima sacada...

(Agora em inglês, porque merece:)

President Bush had to be warned by his secret agents that those were not his TV idols. Very disappointed, the president declares: "I thought I would finally be understood. But, in hindsight, the blue one looked suspicious...".

quarta-feira, 30 de abril de 2003

Pérolas dos filhos de brasileiros que não aprenderam português:

- Que bagunça!
- What is that word, "bagu..."?
- Bagunça.
- Bagunça. What does that mean??
- Mess.
- My mom says that a lot. She comes to my room and says "Bagunça!".
- Yeah, mine too.

Outra - de outro cara:

- "Bosta" means shit.
- Really? My Dad says that all the time!!!

1947 Berna - Suiça "Não pense que a pessoa tem tanta força assim a ponto de levar qualquer espécie de vida e continuar a mesma. Até cortar os defeitos pode ser perigoso - nunca se sabe qual o defeito que sustenta nosso edifício inteiro...há certos momentos em que o primeiro dever a realizar é em relação a si mesmo. Quase quatro anos me transformaram muito. Do momento em que me resignei, perdi toda a vivacidade e todo interesse pelas coisas. Você já viu como um touro castrado se transforma em boi. Assim fiquei eu...Para me adaptar ao que era inadaptável, para vencer minhas repulsas e meus sonhos, tive que cortar meus grilhões - cortei em mim a forma que poderia fazer mal aos outros e a mim. E com isso cortei também a minha força. Ouça: respeite mesmo o que é ruim em você - respeite sobretudo o que imagina que é ruim em você - não copie uma pessoa ideal, copie você mesma - é esse seu único meio de viver. Juro por Deus que, se houvesse um céu, uma pessoa que se sacrificou por covardia ia ser punida e iria para um inferno qualquer. Se é que uma vida morna não é ser punida por essa mesma mornidão. Pegue para você o que lhe pertence, e o que lhe pertence é tudo o que sua vida exige. Parece uma vida amoral. Mas o que é verdadeiramente imoral é ter desistido de si mesma. Gostaria mesmo que você me visse e assistisse minha vida sem eu saber. Ver o que pode suceder quando se pactua com a comodidade da alma". Clarice. A Lispector. (Os grifos são meus.)

terça-feira, 29 de abril de 2003


Está quase do tamanho do cabelo da bruxinha aí do lado.
PS: Detalhe que só percebi depois que postei: a gravatinha!

Faltam duas semanas para terminarem as aulas. Nesse tempo eu tenho que: terminar dois relatórios (pra sexta), fazer um dever de casa (pra terça), terminar um projeto (pra outra semana), arrumar o laboratório (pra amanhã), fazer um outro projeto (pro dia 22), estudar pra dois exames (na semana do 22), fazer as outras lições de casa que aparecerem no meio. Eu também tenho que lavar roupa (pra ontem), fazer compras (idem), ligar pros Eibl, comprar o presente da Marcia e do Rubinho, comprar aquele software que eu tô querendo, ir à reunião dos brasileiros (quarta que vem e dia 21), mudar os quartos (passando a cama e a cômoda pro quarto menor sabe-se lá como). No verão eu vou terminar o inventário químico do laboratório, trabalhar desesperadamente, ler artigos, começar a escrever a tese, sair com os Eibl, sair com os Stanziola, talvez viajar, continuar com a reunião de brasileiros, pegar uma cor. Pro semestre que vem eu preciso arrumar meus papéis, descobrir que matérias vou fazer, comprar os livros, ver se alguém tem o material do curso pra emprestar.
Eu preciso não enlouquecer.

A amiga que eu tenho há mais tempo no mundo todo casa sábado. E eu não vou.

segunda-feira, 28 de abril de 2003

domingo, 27 de abril de 2003

For people who like to do things themselves, but get embarrassed reading Martha Stewart Living.
Que revista doida. Assino?

A pergunta que não quer calar:
A festa estava mesmo ruim ou nós que estamos ficando velhos?
Ou:
Quem não bebe, não fuma, não dança e não paquera nem deveria se dar ao trabalho de sair de casa???

quinta-feira, 24 de abril de 2003

Mais Buenos Aires:

1 No bairro de Belgrano, zona nobre da capital, existem jóias escondidas. A Susan Borghi é uma loja de antigüidades conhecida apenas pelos moradores do bairro e por colecionadores. Federico Lacroze 2.307. Tel.: 4777-8184.

2 Na rua Uruguai 469, 10 andar, a menos de um quarteirão da avenida Corrientes, é possível encontrar casacos, calças e saias de couro de excelente qualidade e a preços acessíveis. É bom ligar antes de ir: 4373-7354.

3 A sorveteria Piegari é famosa pela variedade de sabores que oferece. Salguero, esquina Cabello (Palermo). Recomendações: doce de leite, morango e chocolate branco.

4 Todos os dias, às 9h, em frente ao Lago Rosedal, os moradores de Palermo fazem aula de ginástica ao ar livre, de graça. Para chegar ao lugar, o melhor é pegar um táxi. Saindo do Centro, a corrida fica entre US$ 2 e US$ 3.

5 No bairro de San Isidro, na província de Buenos Aires, fica a Casa Pueyrredón, habitada até 1850 pelo general Juan Martín de Pueyrredón, ex-governador das Províncias Unidas do Rio da Prata. À beira do rio, a casa foi cenário de fatos históricos. A melhor maneira de chegar ao lugar é no Trem da Costa (o mesmo que vai a Tigre) e saltar na estação San Isidro. Rivera Indarte 48.

6 O Filo é um dos restaurantes mais charmosos do centro de Buenos Aires, em estilo fashion e menu rico em pizzas e massas. Na San Martin 975, a rua onde funciona o coração financeiro da cidade. Duas pessoas jantam muito bem pagando apenas US$ 15. Reservas pelo tel.: 4311-0312.

7 Há cerca de dois anos, a moda celta chegou a Buenos Aires. Longe do reduto celta mais conhecido pelos turistas, o pub The Shamrock é mais freqüentado pelos nativos. Os donos são autênticos irlandeses. Ampla variedade de bebidas, nacionais e importadas, de licor irlandês à cerveja argentina. Rodríguez Peña 1.220. Tel.: 4812-3584.

8 Bar, restaurante e boate, o Voodoo fica no coração do bairro de Las Cañitas, zona fashion da capital. Música techno e muito agito. Dica importante: a boate só começa a funcionar depois da meia-noite. Endereço: Báez 340. Tel.: 4772-2453.

9 Uma das grifes mais modernas da cidade, a Alta Gracia, já virou um must para as mulheres argentinas. Endereço: Arévalo 2.915. Tel.: 4899-2058.

10 Localizada na avenida Santa Fé quase esquina Callao, El Ateneo é uma livraria que tem sempre promoções, café e três andares de livros.

quarta-feira, 23 de abril de 2003

Alguém aí tem um primo lindo disponível em São Paulo? Mas tem que ter bom gosto, ser sensível, artístico, musical, bonito, simpático, fiel, carinhoso, apaixonado e tudo de bom. Para moça de fino trato.

Achei alguém que festeja meus chistes, como diz o Gastón. Ri das minhas piadas. Até me sinto engraçada!!!

Finalmente o encontro de brasileiros tá dando certo. Já estava, mas hoje apareceu um MONTE de gente! Gostei.

Diálogo de casal:

- Meu amigo vai casar.
- Mas eles não estão namorando há pouco tempo?
- Não, tem quase um ano!
- Repito: eles não estão namorando há pouco tempo?
(pensei que ele não tinha escutado)
- Não, tem quase um ano!
- Repito: eles não estão namorando há pouco tempo?
- Você acha pouco??? Você não casava comigo com um ano de namoro não?
- Claro que não! Você não era nem formada ainda!
- Ah, mas ela é formada e já deve até fazer dinheiro.
- É. Aposto que ela também sabe dirigir.

(Eu não sei dirigir. Não sei como essas coisas sempre terminam mal pro meu lado.)

Ele volta:
- Mas que idade eles têm?
- Ah, eles são velhos já, ele tem dois anos mais e ela tem dois menos que eu. Escuta, quando eu tinha a idade dela você já tinha casado comigo, tá?
- Ah, bom.

Jorge de Capadócia
Jorge sentou praça
Na cavalaria
E eu estou feliz porque eu também
Sou da sua companhia
Eu estou vestida com as roupas
E as armas de jorge
Para que meus inimigos tenham pés
E não me alcancem
Para que meus inimigos tenham mãos
E não me toquem
Para que meus inimigos tenham olhos
E não me vejam
E nem mesmo um pensamento
Eles possam ter para me fazerem mal
Porque eu estou vestida com as roupas
E as armas de Jorge
Salve Jorge
Salve Jorge
Salve Jorge
Armas de fogo
O meu corpo não alcançarão
Facas e espadas se quebrem
Sem o meu corpo tocar
Cordas e correntes arrebentem
Sem o meu corpo amarrar
Porque eu estou vestida com as roupas
E as armas de Jorge.

(Tirado do Mothern)

terça-feira, 22 de abril de 2003


Agora chega, né?

segunda-feira, 21 de abril de 2003

Droga. : (

O caderno que comprei pra virar meu livro de receitas. Bem sugestivo.

Lembram dela? A bruxinha voltou. Eu não gosto taaaanto assim da estética anime, mas o desenho aí ao lado é especial porque foi o desenhista quem me deu, o José Alexandre Nalon. O nome dela é Maffalda.

Daqui a um ano eu vou ler o comentário anterior e ficar tentando lembrar que tipo de droga eu estava usando. Não é nada não...

Semana passada foi assim: trabalha, trabalha, trabalha. Sábado (dia 12), domingo, segunda, terça, chegando em casa às 11, 11:30 da noite. Minha orientadora precisava dos resultados. Quarta foi a reunião onde iria apresentá-los. Depois ouvi "thank you for working so hard" "thanks a lot for such a good job" e um montão de coisas do gênero, que não matam o cansaço mas ajudam bastante. Terça tembém tinha um exame take-home pra entregar, eu entreguei na quarta. Quarta dormi a tarde inteira, quinta foi uma correria como sempre, à noite saímos pra casa da Vero e do Enrique, sexta não fiz pa-ta-vi-nas. Sábado yard sale, que maneira de comprar bugigangas, olha aí outra expressão em espanhol se infiltrando no meu português, traduzo: vai comprar bugiganga assim no sóca! Ontem trabalhei mas só um pouquinho, fui numa missa toda animada porque achei que era o padre legal (só vou uma vez ao ano, seria bom que o padre fosse o legal), mas não, era um inglês carrancudo que dizia "body of Christ" latindo e só pediu pra gente rezar pelos soldados americanos mortos, o povo do Iraque que se lasque, e falar da alegria da Páscoa na homilia nem pensar, só falou que a gente tem que se confessar e blébléblé. Falei com a Lavínia, ela foi a Muriaé e está toda feliz, não sei por quê não foi antes, eu mandei os versinhos do pasquim do Judas por email, ficou todo mundo comentando, minha mãe anotou todos os versos. Gastón e eu estamos planejando tirar fotos das tralhas que compramos na yard sale, cada coisa do fundo do baú, quando formos embora vamos ter que fazer uma yard sale separada só pra vender essas coisas, mas mesmo assim é muito divertido comprar tudo baratim baratim, coisas velhas e estranhas, estou agora usando uns grampinhos de coque incríveis, não sei como prendem o cabelo. Hoje acordei cedo pra vir pra universidade achando que meu escravinho ia aparecer, nécas, tomei até café pra esperar, agora estou verborrágica e fazendo hora pra ir almoçar que a essa hora eu não funciono. Depois tenho que fazer dois relatórios da aula que matei na sexta, o professor (Master Yoda) veio perguntar se eu estava doente e se tinha melhorado, eu disse pra ele que não, que estava cansada e dormi demais. Minha orientadora me deu permissão para chamá-la pelo primeiro nome, eu acho muito estranho, mas estou tentando às vezes.

quarta-feira, 9 de abril de 2003

Inagaki tem um post sobre cantadas. Pois a melhor que eu já ouvi não foi pra mim, era meu amigo Alex contando a número um dele. Era chegar pra menina e dizer:
- Posso fazer três perguntas?
- (pode... ou algo que o valha)
- Qual é o seu nome, me dá um beijo e por que não?

URSINHOS CARINHOSOS? Você está procurando por URSINHOS CARINHOSOS? Adoro visitas à minha página, mas enchi. Vá pra ...


Era uma vez, há muito tempo, um bairro que tinha vários cinemas, e uma menina que se orgulhava de morar aí...
(Difícil vai ser engolir a esfiha olhando pra esse letreiro!)

(Tirado do Dog God, irmão de blog.)

With or without you...

Impressionante: quanto mais coisas eu tenho pra fazer
quanto mais preocupada eu estou
quanto mais estressada eu estou
quanto mais me pressionam
mais eu enrolo
mais eu durmo
mais eu nem aí
um sono
uma preguiça...
meu signo diz: preguiçosa
meu horóscopo chinês? preguiçosa
meu orixá - preguiçosa
teste vocacional, preguiçosa
fica difícil
fugir.

terça-feira, 8 de abril de 2003

Dois testes decentes e úteis:
Como você aprende? (Index of Learning Styles)
Quais são suas convicções políticas?
Por favor comente seus resultados!

quinta-feira, 3 de abril de 2003

Falando em coisas que emocionam, a tese do Cabelo com agradecimento pra mim e cheia de figurinhas que eu fiz, e a do Hugo com agradecimento pra mim e pro Gastón...
Que saudade.

26 graus. Fico imaginando se será só em mim que o calor provoca reações estranhas, a vontade de me apaixonar tudo de novo, como dizia a minha mãe: "Isso é coisa da idade, gostar de verão. Quando eu era moça e começava a fazer calor eu colocava uma sandália bem baixinha e saía na rua, parecia que eu estava flutuando...". Assim que me sinto. E nem estou de tpm nem nada, mas ontem me deu uma vontade de chorar - de alegria - ao ver um moço muito tranqüilo empinando uma pipa às três da tarde num gramado da universidade.
Estarei louca? Não sei, mas espero conseguir aproveitar o calor.