Maffalda mudou de casa! Redirecionando...

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sexta-feira, 8 de agosto de 2003

http://www.asia.cinedie.com/kiki.htm

Pera lá que depois eu escrevo sobre o link!

PS: Essa foto da Lavínia que acabei de postar é recente, viu? Ela é assim de linda, a diva.


Roubar é muito feio, mas eu disfarço e digo que é porque ele voltou...
Vocês acham que eu conseguiria fazer um bolinho mais lindo pra minha rrrimã?


Hoje é aniversário da Lavínia, minha irmã.
Parabéns, Lav, mas não inventa!

quinta-feira, 7 de agosto de 2003

Quem já leu alguma vez um artigo sobre procura de emprego e conduta para entrevistas, sabe que elas sempre dizem o mesmo:
- Vista-se de acordo com o código da empresa, como se você já trabalhasse lá;
- Domine o jargão da sua área;
- Seja versátil e jamais demonstre insegurança.

Frank Abagnale Jr. é só um bom job hunter, gente!

terça-feira, 5 de agosto de 2003


Elas são neuróticas, histéricas, incoerentes, insaciáveis, malucas, imaturas, compulsivas. E eu continuo completamente viciada...
Acabamos de assistir à quarta temporada (18 episódios em 3 dias) e eu continuo achando que não quero encontrar mulheres tão loucas nem tão cedo. Claro, se não fossem todos os exageros, não haveria a série, mas quem é que agüenta?
Elas bebem demais - mas nesta temporada não deram nenhum vexame.
Elas compram demais - mas pelo menos deram um jeito de admitir isso, quando uma personagem não consegue comprar um apartamento porque gastou 40.000 dólares em sapatos.
Elas nunca estão satisfeitas com homem nenhum - e, pior, fogem de um porque ele não quer compromisso, e rejeitam outro porque ele quer. (Gata Flora: cuando le ponen, grita; cuando le sacan, llora.)
Elas parecem que nunca trabalham - mas acho que desta vez as mostraram em mais situações de trabalho.
Elas não assumem o mundo adulto - mas já começam a falar em filhos, ufa, eu achei que isso não era fashion! (É que elas nunca leram as motherns...)
Elas não saem de seus mundinhos - mas pelo menos aprendem um pouco de português com a Sônia Braga.
Elas vestem carapuças definidas: a descolada, a romântica, a racional, a dadeira - e a maior parte das mulheres é uma mistura disso tudo.

Vendo esta série, I couldn't help but wonder: estarão as mulheres modernas tão perdidas e neuróticas que seus dramas podem ser explorados ad infinitum numa série de tv? E, se sim, será que nós temos problemas tão previsíveis que todo mundo consegue se reconhecer ou reconhecer às amigas?

sexta-feira, 1 de agosto de 2003

Buenos Aires - Janaína Figueiredo

NA CIDADE

Nas ruas, mas de bicicleta

A Bike Tours propõe ao turista conhecer Buenos Aires de uma forma diferente: percorrendo os bairros da capital argentina de bicicleta, para conhecer lugares que de outra forma seriam ignorados. O passeio, que dura quatro horas, inclui paradas em San Telmo, La Boca, na Praça de Maio, na Reserva Ecológica e em muitos outros cantos da cidade. O custo é de US$ 25 por pessoa, e inclui: bicicleta, capacete, assistência médica, uma garrafa de água mineral e uma cadeira para criança, se for necessário. O tour começa, todos os dias, às 9h30m e às 14h, no monumento da Praça San Martin, no Centro de Buenos Aires. Para quem preferir um passeio sem guia turístico, pode alugar uma bicicleta por 24 horas, pagando US$ 10. Nos fins de semana, a Bike Tours organiza passeios nos bairros de Olivos, San Isidro e Tigre. Endereço: Florida 868, 13 andar, “A”. Telefone para reservas: 4311-5199. Home page: .

COMPRAS

Loja fashion

No coração do badalado bairro de Palermo Hollywood, espécie de Soho portenho, a Bilbo é uma loja única, que oferece produtos exclusivos de designers argentinos, para homens e mulheres que gostam de fugir da moda universal. Nada de modelitos básicos. Tudo muito fashion: blusas coloridas, saias com cintos divertidos, calças boca-de-sino, bolsas bordadas e brincos super modernos. Na Bilbo tudo é de vanguarda. “Nossos clientes potenciais são homens e mulheres com entre 20 e 40 anos”, explicou Juan Pablo Garófalo, dono da loja. Segundo ele, os turistas precisam conhecer o bairro de Palermo, e não ficar apenas entre a Recoleta e San Telmo. “Palermo é um bairro lindo, que tem muito a oferecer. Além das lojas, os restaurantes são ótimos. Seria muito bom que os turistas saíssem um pouco do roteiro básico de Buenos Aires”, assegura Juan Pablo, que há três anos decidiu apostar na moda fashion. Os preços da Bilbo são bastante acessíveis. Uma calça jeans bordada custa em torno de 120 pesos (US$ 44); uma bolsa de pano 28 pesos (US$ 10); botas femininas a partir de 100 pesos (US$ 38) e blusas de lã por 120 pesos. Tudo numa casa antiga, típica dos bairros de classe média de Buenos Aires. Por tudo isso, a Bilbo merece uma visita. Endereço: Guatemala 5.652. Telefone: 4776-0308.

CURSO

Aulas de tango para novatos

Para quem já assistiu a vários espetáculos de tango e gostaria de aprender os segredos do tradicional ritmo argentino, o Centro Cultural Konex oferece aulas para principiantes, em grupo (dez pesos) ou individuais (50 pesos), com professores que falam várias línguas. Aprender a dançar tango não é nada fácil, mas com um bom professor tudo fica mais simples. As aulas para adultos são de segunda a sexta-feira, das 16h às 20h. Segundas, quartas e sextas-feiras, das 14h30m às 16h, crianças entre 5 e 15 anos não pagam. Endereço: Avenida Córdoba 1.235. Tel.: 4816-0500 (ramal 250). Home page: .

RESTAURANTE: Encontrar o restaurante Giulia não é fácil, mas vale a pena tentar chegar lá. Escondido nas redondezas dos parques de Palermo, quase chegando no estádio Monumental, o Giulia é uma boa pedida para jantar num restaurante diferente, longe da tradicional região gastronômica de Porto Madero. Menu variado, bom atendimento e preços razoáveis. Endereço: Mariscal José Antonio Sucre 632. Telefone para reservas: 4780-3603.

TEATRO: “Portenhas” é uma peça bem argentina, com atrizes de alto nível. Todas famosas, algumas estrelas de cinema e TV, como Susu Pecoraro e Betiana Blum. São cinco mulheres, que se reúnem para falar de política, dos direitos femininos, das liberdades e da discriminação, entre outros assuntos. A peça percorre a história argentina, passando por momentos crucias, como a repressão durante a ditadura e a criação das Mães da Praça de Maio. Teatro: Paseo La Plaza, sala Pablo Picasso. Endereço: Corrientes 1660. Telefone: 4370-5350. Quartas, quintas e domingos, às 20:30h. Sextas e sábados, às 20h.

quinta-feira, 31 de julho de 2003

Eu estou frustrada. Não é uma frustração grandiosa, merecedora de extensas lamentações e grandes teorias. Mas incomoda um pouquinho.
Estou expatriada, sim, mas ainda não estou louca. Não faço questão nenhuma de me cercar de brasileiros, de comer feijão preto todos os dias, nada disso. Até porque tenho um marido que fala português comigo e posso ligar para minha prima belezinha e pros meus pais quando eu quiser. Como ela disse: eu não estou aqui para fazer amizades com pessoas - só porque são brasileiras - de quem eu não seria amiga em outras circunstâncias. Isso esclarecido, conto que me dispus a formar um grupo de brasileiros. Na minha cabecinha Dory-otimista, esse grupo seria para que os nossos amigos estrangeiros aprendessem português, para que os que estão aqui há mais tempo dessem perspectiva aos que acabam de chegar, e para que nunca mais tivéssemos que fazer cara de pôquer quando alguém diz: "ah, você é brasileira? Conhece o João, da Computação? E a Maria, da Engenharia?". Armei o grupo, com listinha no Yahoo e tudo. Foi chegando gente, quase 30 pessoas inscritas, mas nos encontros quinzenais aparecem 3, 4, no dia de sucesso estrondoso (uma vez só) apareceram 10. Há algumas semanas tem aparecido pouca gente, e ontem eu e Gastón ficamos tomando chá de cadeira. Fora os abusos, claro. E os desentendidos. Por exemplo, parece que não fui bem clara sobre a idéia: a lista do Yahoo manda lembretes no dia do encontro, mas ainda assim tem gente que me manda email perguntando se vai ter, e se eu não respondo não vai. Tem gente que acha que só porque sou eu que organizei o grupo eu sou a "chefe" de alguma coisa, ou, pior, tenho que escolher o sabor da pizza, pedir, pagar, pedir a conta e fazer a divisão. Essas coisas me deixam furibunda. Se há uma coisa que detesto é ser tomada por boba, ou ser tida como certa (no sentido de taken for granted, desculpe, faltou a tradução precisa).
Agora cancelei os próximos encontros, sem fazer o escândalo que queria fazer. Sim, porque a última coisa de que preciso é que pensem que me fazem um favor. Eu achava que estava eu a fazer o favor, mas tonta, sem que ninguém me pedisse. Nunca mais.

quarta-feira, 30 de julho de 2003

Nunca tinha me ocorrido ler a Bíblia online.

terça-feira, 29 de julho de 2003

Cheque seu contador de acessos. Meu provedor aparece 56 mil vezes embora você não tenha postado nada novo?
Isso significa que eu tenho que trabalhar mas não quero!!!

Me a-lembrei:

Demorei a entrar aqui e esqueci... O que ia dizer... Que que era mesmo???
Acho que tô virando a Dory de verdade!

Só pra mim que o msn está dando chabu??

Como se vestir para dar entrevistas em caso de terremoto.

Tem um professor bonitinho no departamento, que tem os olhos azuis e parece um pouco com o Haroldinho, mas a voz, meu Deus, que voz horrível. Tem voz de pito.
Que chato.

segunda-feira, 28 de julho de 2003

Ai, que dor lembrar das coisas que se foram nos ex-namoros. Aquele livro, aquele disco, aquela cafeteira italiana que era da sua mãe e ela ainda não te perdoou. Estou quase cedendo à tentação: "alô, tudo bem? Na verdade eu não quero saber, mas se você ainda tiver minhas coisas será que dá pra juntar tudo numa sacolinha e levar à minha casa??"

I've got the world on a string
I'm sitting on a rainbow
Got the string around my finger
What a world, what a life - I'm in love

I've got a song that I sing
I can make the rain go
Any time I move my finger
Lucky me, can't you see - I'm in love

Life's a wonderful thing
As long as I hold the string
I'd be a silly so-and-so
If I should ever let her go

sexta-feira, 25 de julho de 2003

Você liga para o escritório daquela amiga, pede pra falar com ela. Perguntam, provavelmente:
- Quem deseeja?
- Fulana. - você responde, e, veja bem, estamos preservando a privacidade dos envolvidos.
- Fulana, de onde?
- Ainda não sei, mas provavelmente de lugar nenhum. Nasci em São Paulo, mas não quero morar aqui pra sempre. Sou de onde estiver feliz. E a senhora?

Fazer poesia com a boçalidade dos outros dá até gosto.


Pensava nele ontem, lavando louça. É o preferido da minha mãe, e no entanto eu não tenho nenhum disco dele.
Hoje vejo a caricatura no No Mínimo. Êpa, conheço esse cara! Leio o artigo.
Agora estou aqui, seca de vontade de ver o tal documentário.

quinta-feira, 24 de julho de 2003

Aviso aos meus queridos googleiros de plantão: não é metereologia, é meteorologia, que nem meteoro, sacaram? Aposto que buscando a palavra certa os resultados serão muito melhores.
Escrevi a palavra errada aquela vez para protestar por seu aparecimento no Globo, um jornal (supostamente) respeitável, mas que de vez em quando desliza feio.
Ah, e vocês podem saber como está o clima na Argentina (e Buenos Aires) indo no site canaldotempo.com.