Maffalda mudou de casa! Redirecionando...

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sábado, 6 de julho de 2002

Preparados para uma interferência urbana? Pois então apareçam hoje ou amanhã pra dar um Beijo na Santa!

sexta-feira, 5 de julho de 2002

O Blogger não está publicando, ergo claro que você não vai ver este post, porque eu não vou conseguir publicar. Rá, que engraçado.

Pra ela!

O Abraço

Hoje eu descobri algo
que não queria saber:
fiquei sem olhos,
sem aquele olhar.

quinta-feira, 4 de julho de 2002


Fui à biblioteca e bati os olhos numa capa de livro assim:
Primeiro coisa que pensei: Giulieta! Depois pensei que podia ser um livro brasileiro, e procurei os créditos da capa, que não diziam nada do Segall. No final das contas, era uma tradução inglesa para um romance argentino. Trouxe pra casa uma cópia em espanhol, mas já vi que é um desses livros de leitura obrigatória nos colégios, sei não...

Enquanto isso, na nossa geladeira...


Aaaaaaah! Dirigi pela primeira vez com carros em volta!!!! Até na direção contrária!!! Êêê!!

quarta-feira, 3 de julho de 2002

Final da Copa, em casa: Pai, Mãe, Lav, Tia Rosa, Miriam, Ken, Ravit, Fabíola, Cláudio, Giovana, Julia, Flávio e Kit. Só faltamos o Gastón, eu e o Gabriel. :-\

     Eran idénticas las gemelas Gómez, sólo las distinguía la precisión de algunos gestos. Sin embargo, esa diferencia en sus rostros era la exacta medida de la diferencia en sus espíritus. La tía Marcela tenía en los ojos la luz de quienes le buscan a la vida su mejor lado, la de quienes para su desgracia no accedieron a la felicidad que sólo pueden disfrutar los tontos, pero que están dispuestos incluso a parecerlo con tal de asirse a la punta de alguna dicha. Por eso canturreaba siempre, para dormir a los niños y para despertarlos, para ensartar una aguja, para rogarle al cielo que los huevos del desayuno no se pegaran a la sartén, para pedirle a su marido que la mirara como al principio y hasta para acompañar el soliloquio de sus largas caminatas.
     La tía Jacinta heredó de su madre una melancolía extenuante. A veces se quedaba mirando al infinito como si algo se le hubiera perdido, como si el infinito mismo no le bastara a su anhelo de absoluto. A veces la entristecía no haber nacido en Noruega una noche de tormenta, no conocer el Congo, ni saberse capaz de viajar por la India. Estaba segura de que nunca vería Egipto, de que jamás podría recorrer la sierra de Chihuahua, de que el mar con sus traiciones y sus promesas no sería nunca su compañero de todos los amaneceres. Desde niña había leído con pasión, pero de cada historia que leía no sacó nunca la certidumbre de estar dentro de ella que sienten muchos lectores. Al contrario, cada historia, cada lugar, cada personaje había servido siempre para que ella se hundiera en la nostalgia de sólo ser ella. No sería jamás una suicida como Ana Karenina, ni una borracha como Ava Gardner, ni una loca como Juana de Orleans, ni una invasora como Carlota Amalia, ni una cantante desaforada como Celia Cruz.
     Tenía cinco hijos, nunca podría saber lo que era tener dos ni lo que sería tener diez. Tenía una casa mediana y un marido comerciante, nunca sabría de los palacios, ni del hambre. Su marido tenía el pelo castaño y dócil, ella jamás entendería lo que era acariciar un pelo hirsuto y negro como el de Emiliano Zapata, una cabeza dorada como la de Henry Fonda o una por completo calva como la del Obispo Toríz.
     A veces su hermana interrumpía una canción para preguntarle en qué pensaba, por qué en los últimos quince minutos no había dado un pespunte. Entonces la tía Jacinta le contestaba cosas como:
     —¿No te hubiera gustado pintar la Mona Lisa? ¿Te imaginas si hubiéramos aprendido baile con Fred Astaire? ¿Evita Perón será una mentirosa? ¿De qué número calzará Pedro Infante? Dicen que hay una playa en Oaxaca que se llama Huatulco y es el paraíso. Y tú y yo aquí metidas.
     —A mí me gusta aquí —decía la tía Marcela, mirando el campo a su alrededor y los volcanes a lo lejos. Ese campo nunca era el mismo. Cada estación lo iba cambiando de colores y sólo porque los hábitos decían que esas montañas se llamaban siempre igual era posible verlas como lo mismo cuando a veces brillaban de verde y a veces la sequía los dejaba grises y polvorientos.

Ángeles Mastretta, em "Mujeres de Ojos Grandes". Trecho.

Putz, que saudade da Lindona, que falta que ela me faz às vezes...

Foi meu mundo que caiu não, foi meu queixo. E a língua tá de fora por conta do calor.

terça-feira, 2 de julho de 2002

E a revanche, 10 atores mais lindos e/ou charmosos:
1. Ben Affleck
2. Richard Gere
3. Tom Cruise
4. Paul Newman
5. Harrison Ford
6. Christopher Reeve (em Superman)
7. Hugh Grant
8. Schwarzy (ele é feio, mas é tão simpático...)
9. Denzel Washington
10. John Travolta (em Grease!)

Não necessariamente nessa ordem, e eu devo ter deixado de fora um monte de gente, como o John Cusack, por exemplo. Me reservo o direito de rever a lista a qualquer momento.

Pra não deixar o Gastón dirigir com sono, fizemos um momento High Fidelity na viagem:
10 atrizes mais lindas
(o Gastón escolheu 12...)
1. Julia Roberts
2. Cameron Diaz
3. Marisa Tomei
4. A loira de Uncorked, Amelia Heinle
5. Kate Beckinsale
6. Andie MacDowell
7. Daryl Hannah
9. Jamie Lee Curtis
10. Catherine Zeta Jones
11. Bridget Fonda
12. Sandra Bullock


Diagrams with gray and colored shapes on various backgrounds were among the objects Goethe studied in his investigations of color. The exploratory approach that Goethe and others followed has often proved valuable for science, especially when no overarching conceptual framework exists to guide experimentation. In their article on page 43, Neil Ribe and Friedrich Steinle discuss philosophical and historical aspects of this approach to research.

Assistir à Copa do Mundo inteirinha e ainda ver o Brasil ganhar, sem ter que ouvir a voz do Galvão Bueno: não tem preço.

terça-feira, 25 de junho de 2002

Não sei se minha frase é original, mas aí vai:
A felicidade é REDONDA!

sábado, 22 de junho de 2002

Desmontar uma casa de 200 anos, montá-la num museu. Tinha lido sobre isso num artigo do Pedro Dória há um tempo, e hoje fui ver a exposição.
O que mais me impressionou foi um texto explicativo sobre a família que viveu na casa nos anos da II Guerra. Dizia que a dona da casa, Mary Scott, participava do esforço de guerra plantando vegetais, estocando gordura e guardando o metal das latas de comida para mandar para o front. E depois frisava que "naquela época, o governo deixava claro aos cidadãos que um lar simples era um lar patriótico, e que as decisões de uma família afetavam toda uma nação".
Parece que esse tipo de pensamento não sobreviveu nem ao tempo nem à transição de escala, e se a minha família resolver comprar uma SUV que gaste bastante combustível e emita bastante e o vizinho reclamar, o problema é do vizinho que provavelmente está só com inveja da minha riqueza.

Fui a Washington D.C. e me lembrei dela
.

quinta-feira, 20 de junho de 2002

Caso você esteja se perguntando, o livro da Clarice Lispector termina na página 182 e sim, eu cheguei lá.