Demorei a entrar aqui e esqueci... O que ia dizer... Que que era mesmo???
Acho que tô virando a Dory de verdade!
terça-feira, 29 de julho de 2003
Tem um professor bonitinho no departamento, que tem os olhos azuis e parece um pouco com o Haroldinho, mas a voz, meu Deus, que voz horrível. Tem voz de pito.
Que chato.
às
11:47
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segunda-feira, 28 de julho de 2003
Ai, que dor lembrar das coisas que se foram nos ex-namoros. Aquele livro, aquele disco, aquela cafeteira italiana que era da sua mãe e ela ainda não te perdoou. Estou quase cedendo à tentação: "alô, tudo bem? Na verdade eu não quero saber, mas se você ainda tiver minhas coisas será que dá pra juntar tudo numa sacolinha e levar à minha casa??"
às
15:09
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I've got the world on a string
I'm sitting on a rainbow
Got the string around my finger
What a world, what a life - I'm in love
I've got a song that I sing
I can make the rain go
Any time I move my finger
Lucky me, can't you see - I'm in love
Life's a wonderful thing
As long as I hold the string
I'd be a silly so-and-so
If I should ever let her go
às
15:07
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sexta-feira, 25 de julho de 2003
Você liga para o escritório daquela amiga, pede pra falar com ela. Perguntam, provavelmente:
- Quem deseeja?
- Fulana. - você responde, e, veja bem, estamos preservando a privacidade dos envolvidos.
- Fulana, de onde?
- Ainda não sei, mas provavelmente de lugar nenhum. Nasci em São Paulo, mas não quero morar aqui pra sempre. Sou de onde estiver feliz. E a senhora?
Fazer poesia com a boçalidade dos outros dá até gosto.
às
18:53
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Pensava nele ontem, lavando louça. É o preferido da minha mãe, e no entanto eu não tenho nenhum disco dele.
Hoje vejo a caricatura no No Mínimo. Êpa, conheço esse cara! Leio o artigo.
Agora estou aqui, seca de vontade de ver o tal documentário.

às
14:14
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quinta-feira, 24 de julho de 2003
Aviso aos meus queridos googleiros de plantão: não é metereologia, é meteorologia, que nem meteoro, sacaram? Aposto que buscando a palavra certa os resultados serão muito melhores.
Escrevi a palavra errada aquela vez para protestar por seu aparecimento no Globo, um jornal (supostamente) respeitável, mas que de vez em quando desliza feio.
Ah, e vocês podem saber como está o clima na Argentina (e Buenos Aires) indo no site canaldotempo.com.
às
19:28
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terça-feira, 22 de julho de 2003
Esse negócio de ler blog mexe com a cabeça da gente.
Outro dia não pude deixar de pensar que, se a poda fosse outra, talvez hoje eu fosse Naty.
Quem saberá?
(O importante mesmo é que ela é.)
às
14:38
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You're a Classic Cup 'O' Joe!
What Kind of Coffee are You?
brought to you by Quizilla
Buáááá! Eu queria ser um espresso!!!
às
11:30
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What Finding Nemo Character are You?
brought to you by Quizilla
Como se eu precisasse mesmo de um teste pra saber isso...
às
11:27
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segunda-feira, 21 de julho de 2003
domingo, 20 de julho de 2003
MarciaLavíniaGastónPatty PatricinhaCarol AnaLuiza
CaetanoOtávioNeiAnaMonteiro CelesteVeroHenry
VirginiaSusanaJulianDuduTecaBetaMiriam
LudmilaTullioShawnda Jonathan JothsnaMohamadEdwin
FlorenciaDiegoMarielMarcioHugoJulianaFabinho
Aos amigos meus e emprestados, perto e longe, parentes ou não, cujos nomes se lêem neste blog ou só aqui no meu coração (porque já tá tarde e eu tô cansada que só),
Feliz Dia do Amigo!!!
às
23:20
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quarta-feira, 16 de julho de 2003
Genial!
Você lê um livro, anota um código nele, e o "solta". Presenteia alguém, vende-o para o sebo, deixa-o no banco da praça. Outra pessoa resolve abri-lo, e encontra lá o código. Vai no sítio indicado, confirma a "captura". E assim se rastreiam livros.
135.000 membros, 448.000 livros soltos. Se você clicar em "go hunting" pode ver a lista de lugares onde vários livros foram "soltos".
Tem 84 livros dando sopa no Brasil.
às
12:50
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segunda-feira, 14 de julho de 2003
Nowhere Man
In plainest terms, expatriates are those who live for a significant period of time ex patria, outside their native land. They aren't travelers, for they establish a new home elsewhere, as travelers do not. Nor are they emigrants, who embrace their new home as their only home: naturalizing, creating another life, and rarely looking back. Expats settle in a new homeland, yet maintain some spiritual link with their country of birth, and often intend, however hypothetically, to return there someday. It is the tension between birthplace and new homeland that muddles things so badly - and makes them so interesting.
Este texto está ótimo. Leia mais clicando no título. Saiu na revista Hemispheres, da Continental.
às
21:33
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Meu passarinho caiu do telhado.
Foi-se embora o coleirinho que não tinha um dedão, tomava banho duas vezes por dia, só conversava com a Bel e viveu 14 anos.
Ele tinha dois nomes, porque um eu esqueci e escolhi outro, agora só me lembro que o primeiro era Napoleão. Mas ninguém o chamava pelo nome. Na prática era Passáro, passarinho, o filho da Bel.
Tchau, Passaro!
às
19:40
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quinta-feira, 10 de julho de 2003
Ah, falando de lá: o governo de Buenos Aires tem um portal ótimo, com dicas de turismo e agenda.
às
20:06
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Outra vez Buenos Aires, da coluna de Janaína Figueiredo.
(Só uma observação: o Jardin Japonés não é um "parque temático" - no sentido moderno da expressão. Nem sequer é um parque com um tema. Ele foi um presente da coletividade japonesa residente na Argentina, e está dentro de um parque maior, onde também está o Rosedal.)
GASTRONOMIA
Jantar japonês em Palermo
Existem vários, e muito bons, restaurantes de comida japonesa na capital argentina. Mas um deles é especial: o restaurante do Jardim Japonês, um parque temático que está localizado no coração dos parques de Palermo. Além poder saborear um sushi delicioso, o visitante jantará, ou almoçará, com vista para os jardins, um dos passeios mais bonitos de Buenos Aires. Em média, uma refeição custa 30 pesos por pessoa (cerca de US$ 11), incluindo aí o vinho e o cafezinho. A casa fica na Avenida Casares 2.966. E o telefone para reservas é 4800-1322/23. O restaurante fecha toda terça-feira.
Show
Humor com música
Para quem conhece um pouco de Argentina, o nome do grupo "Les Luthiers" soará familiar. Para quem já viu algum show deste estranho e, ao mesmo tempo, maravilhoso grupo formado por cinco músicos, atores, compositores, escritores, cantores e comediantes argentinos, saberá do que estou falando, porque garanto que nunca viram nada parecido. "Les Luthiers" é considerado o que existe de melhor em humor musicado na América Latina. Em meados dos anos 60, numa Argentina bem diferente, um grupo de jovens cantores que pertencia à Universidade Nacional de Buenos Aires foi o grande sucesso de um festival de corais na província de Tucumán, norte do país. Em pouco tempo, o grupo, uma orquestra de instrumentos não convencionais criados pelos próprios músicos (luthier em francês significa justamente fabricante de instrumentos musicais), tornou-se um dos grandes símbolos musicais do país. É difícil descrever um show do "Les Luthiers" para quem nunca viu. Basta dizer que é um espetáculo único, fascinante. Músicas delirantes, humor finíssimo, e cinco artistas argentinos que cativam os espectadores com suas deliciosas interpretações. Pois bem, o grupo acaba de estrear um novo espetáculo, "Las obras de ayer" (as obras de ontem), uma compilação de seus melhores trabalhos, nos últimos 25 anos. Uma chance única de conhecê-los! Endereço: Marcelo T. De Alvear 1125, Centro da cidade. Telefone para informações: 4816-5943. Sexta-feira às 20h30m e sábados às 20h e às 22h30m.
Compras: Uma dica para as mulheres que gostam de estar na moda, mesmo em visita a outro país. O jeans da grife Rapsodia está virando um must entre o público feminino argentino. Para os mais observadores, prestem atenção: nos dois bolsos de trás, a calça tem bordado um símbolo, que parece uma grande asa. O preço, para os padrões internacionais, é razoável: 119 pesos (US$ 44). Onde você pode encontrar: Libertad 1.673 (Recoleta); Unicenter Shopping; Shopping Paseo Alcorta; Andres Arguibel 2.899 (Las Cañitas).
Pub: A região conhecida como Palermo Hollywood é um dos principais points da noite portenha. O pub “El quinto Stone” é um dos mais freqüentados. A decoração é mais do que óbvia: fotos e caricaturas dos integrantes de uma das bandas de rock mais famosas de todos os tempos: os Rolling Stones. O lugar é muito legal. Uma casa antiga, típica do bairro de Palermo, com mesas e cadeiras rústicas, de madeira. Uma ótima pedida. O pub fica localizado na Nicaragua 4.900. Telefone para informações: 4831-4961.
TEATRO
Romeu e Julieta
Os atores Laura Novoa e Pablo Rago, duas estrelinhas da TV local, interpretam a clássica peça de Shakespeare, um dos grandes sucessos dos últimos meses em Buenos Aires. Uma versão interessante, que vale a pena assistir. Está em cartaz no teatro Regio: Córdoba 6.056. Telefone: 0800-333-5254. Às quartas-feiras e aos sábados, às 20h30m. Domingo, às 19h.
às
19:50
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terça-feira, 8 de julho de 2003
Ao dizer "aquela do Peticov com as cores do arco-íris" me senti uma estúpida, como se me referisse "àquela do Tom Jobim que é bossa nova". Era desta série que estava falando, viu?
às
18:04
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Outro dia eu disse ao Gastón que gostaria de morar na Argentina, não fosse a crise. É que me chateia o fato de ele conhecer tanto mais sobre a cultura e os costumes brasileiros do que eu conheço sobre a Argentina. Ele conhece Salvador, Rio, Curitiba, Campinas, São Paulo e até Muriaé - eu conheço Buenos Aires e Pilar. Ele morou cinco anos no meu país, e eu no dele fui só visita. Ele me pede pra fazer quindim e é flagrado assobiando sambas antigos, e a maior parte dos nossos cds é dele - e de música brasileira.
Não que essas coisas façam muita diferença num casamento de uma carioca que não samba e não chia com um argentino que não dança tango.
Eu até conheço a língua, pois meu espanhol está mais para argentino que qualquer outra coisa. Sei um monte de ditados, mas minhas gírias são daquelas que perderam a validade em 97. Gosto de doce de leite Gandara, locro, empanadas e chocolinas. Ouvi o cd da Maria Elena Walsh e vi a Tortuga Manolita. Sinto falta do café com medialunas. Adoro minhas bombachas de campo. Tenho saudades da Ana Monteiro.
Mas foi só aqui nos Estados Unidos que eu vim a conhecer mais argentinos, e no começo era estranho ouvir uma conversa inteira com o sotaque que me acostumei a considerar só do Gastón (isso sim é que é romântico!). Aprendi mais sobre a comida, a música, até aprendi danças tradicionais (chacarera). Surpreendi-me com o fato de nossa turma argentina ser mais coesa do que a brasileira. Isso em parte tem a ver com os Stanziola, Vero e Henry, que são os anfitriões perfeitos. Na casa deles participei, pela primeira vez fora de Pilar, de uma roda de mate (chimarrão). E eles trouxeram pra mim o mate (cuia) e a bombilla. Agora estou curando a cuia pra poder usá-la, mas já comecei a tomar mate como uma louca. Estou ficando viciada. Ainda não aprendi direito os meandros da coisa, tem que dar umas batidinhas de cabeça pra baixo, esperar 3 minutos, dar 3 pulinhos, essas coisas.
Mas eu aprendo. Afinal, tomar mate ao pôr-do-sol ouvindo Mercedes Sosa faz com que em um cantinho de mim me sinta mais próxima de entender o que é ser argentina.
às
17:34
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segunda-feira, 7 de julho de 2003
Repare bem: quem é mala não se contenta em ser um pouquinho mala.
Por exemplo, esse cara que eu nem sei o que faz e que freqüenta a nossa sala de computadores. Acho que ele é ou foi jogador de futebol americano, e uma vez ele estava defendendo o jogo como não sendo violento, e sim um jogo que exige inteligência e estratégia por parte dos jogadores. Ok. Vá lá.
Mas aí tem os episódios repetidos de coisas estranhas. Ele entra na sala e cumprimenta a menina indiana e depois vem cochichar comigo (a 2 metros dela): é, ela não me cumprimenta, porque está com um indiano... Eu digo quem é a minha orientadora e ele diz: ah, sim é a esposa do Dr. Fulano e a filha do Dr. Beltrano (com um ar de espanto e segredo). Detalhe: a primeira parte é verdade, mas o tal Dr. Beltrano não tem nem idade pra ser pai da minha orientadora, deixando de lado o fato de que o sobrenome é pronunciado da mesma forma, mas soletrado diferente.
Depois essa: um dia ele entra aqui e pergunta se eu estou muito ocupada. Eu digo que não, por quê? Ah, você pode digitar essa tabela do excel pra mim? Nooooo!
Não era mais fácil dizer que eu tenho cara de boluda de uma vez por todas??
Outro dia entra no meu laboratório esbaforido pra eu abrir a sala de computadores pra ele. Ele nem tem o curso de segurança pra estar no laboratório.
E ainda por cima fala no celular como se fosse um walkie-talkie, porque essas coisas dão câncer, sabe? E nóis é que temos que escutar o sujeito gritando com a mulher...
Ninguém merece.
Desabafo: mode off.
às
17:06
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domingo, 6 de julho de 2003
sexta-feira, 4 de julho de 2003
quinta-feira, 3 de julho de 2003
Agora que danei a comprar livros, e até os leio, tenho que aprender a carregá-los. Assim quem sabe terei uma alternativa ao vício da internet e aos momentos de conversa com as paredes.
Waste and want está interessante, mas muito cheio de detalhes. É sobre a história do lixo nos Estados Unidos, e o primeiro capítulo é exclusivamente sobre têxteis. Tudo, absolutamente tudo, o que se fazia com têxteis, desde sua fabricação aos seus infinitos reaproveitamentos e ao lixo. Haja! Não posso largar esse livro no meio, sob o risco de perder o fio da meada (sem trocadilho).
Upside Down, de Eduardo Galeano, é uma espécie de Stupid White Men inteligente. Sim, porque este último o Gastón comprou, eu só li o capítulo sobre meio ambiente e achei péssimo. O cara tem que aprender a defender uma argumento mais linearmente, tem tanta coisa errada com o que ele disse que eu não sei nem por onde começar. Eduardo Galeano é ácido e pessimista, não sei se sobrevivo.
E, pra relaxar, o guia dos idiotas para organizar sua vida, que eu tô precisando. Mas a mulher se estende demais, como se eu quisesse mesmo organizar uma festa de casamento. Tô fora!
às
16:00
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Frase do dia (TM):
Ter um restaurante com área de fumantes e área de não-fumantes é como ter uma piscina com o lado de fazer xixi e o lado de não fazer xixi.
No Washington City Paper, 4 de julho de 2003.
às
15:09
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quarta-feira, 2 de julho de 2003
Tem alguma coisa estranha com o blog do Dudu. Eu achei que era brincadeira dele, mas depois vi que não pode ser. Será que ele foi seqüestrado pelo Piu-Piu??? Dudu! Cadê você, meu filho?
às
11:32
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segunda-feira, 30 de junho de 2003
terça-feira, 24 de junho de 2003
Adorei. Um evento beneficente leiloou, entre outras coisas, um cachorro vira-lata e entradas para o show da Celine Dion em Las Vegas, incluindo um avião particular até lá, uma limusine e drinks com a própria.
O cachorrinho foi arrematado pelo dobro do lance mais alto dado pelo "privilégio".
às
17:46
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segunda-feira, 23 de junho de 2003
Classificado.
Alguém aí tem um amigo ou parente ou conhecido interessado em alugar um apartamento em Jacarepaguá?? Alguém? Alguém?
às
20:34
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A teoria dos times e países. Volta, Haroldinho!
O Brasil é Flamengo. É a maior torcida, o mais popular...
Já o Botafogo é o Uruguai - É muito respeitado pelo seu passado, mas hoje
em dia nao ganha mais nada.
O Chile é o tricolor das américas, aquele time meio besta, que tem seus
altos e baixos, e adora se vangloriar por qualquer minima vitoria.
E a Argentina é o Vasco, por motivos óbvios.
O meu argentino não é vascaíno.
às
20:26
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Ok. Minha prima está preparando a festa de 4 anos da filha dela. Qual o tema escolhido pela aniversariante?
A Pequena Sereia?
Algum personagem da Disney?
Nada disso!
Paul McCartney.
Agora tenta me convencer de que a minha priminha não é the coolest kid ever.
às
20:00
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- O que ela falou?
- Não entendi!
- E riu mesmo assim?
- Claro!
- Foi assim que a gente começou a namorar, né?
- Mais uma prova de que quem não se comunica se trumbica.
às
19:55
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quinta-feira, 19 de junho de 2003
Outro dia publiquei um texto das "mulheres que amam de menos" mas não sabia de quem era. A autora é Martha Medeiros e o texto está aqui.
às
19:41
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terça-feira, 17 de junho de 2003
O moço aí da foto é Nick Drake. Suas músicas são ótimas, mas eu não consigo ouvir. Dá vontade de pular da janela, de tão tristes.
às
10:37
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segunda-feira, 16 de junho de 2003
Resumo resumido do fim-de-semana: fui a um churrasco de brasileiros, não sem antes provar dois vestidos que não passaram pela minha b*nda (tem que dizer assim, senão toca de aparecer gente louca pelo Google), tentei trabalhar, não consegui, agora tenho que trabalhar mais mais mais mais, falei com a minha rrrimã por telefone, e a sala da nossa casa está arrumada, estou começando a desconfiar de que estamos doentes. Sonhei com a Beta a noite toda de sábado pra domingo, e o mais engraçado é que aparecia um monte de gente dessa patota que eu nem conheço, com destaque pro amigo dela. São as distorções do mundo internético, a gente sonha com gente longínqüa e inventa até um sotaque pra eles!
Ah, e estou viciada em Home & Garden TV. Poderia escrever todo um post sobre isso, mas não, não tenho que provar o tanto que eu sou nerd.
às
14:53
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sexta-feira, 13 de junho de 2003
terça-feira, 10 de junho de 2003
Só em Minas existe pastel de guaraná?
E eu não sou cozinheira não: quem nasceu pra lagartixa nunca chega a jacaré.
PS: Achei a receita. Mas vou perguntar lá em casa por via das dúvidas, se não for igual ao da Aparecida eu não quero!
às
17:24
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É. Tem uma polêmica rolando blogs afora. Como eu não quero que sobre pra mim, não comento. Mas que tem um bando de gente hipócrita nesse mundo, ah, tem.
às
17:20
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A Anna Maron já tinha dito que não gostava de ir ao cinema sozinha. Ainda bem que ela resolveu superar o trauma, porque eu adoro!
Achei que já tinha contado aqui no blog, mas pelo jeito não. Eu estava no primeiro ano do colegial (não! segundo grau! não! ensino médio!) e era do grêmio. A gente editava um jornalzinho chulé que as pessoas do grêmio escreviam - inclusive aquela que queria tanto ser jornalista e cujos erros crassos eu tinha que corrigir - e eu digitava e paginava tudo. Isso porque eu era um gênio da computação com meu 286 e meu Carta Certa. Eu estava em casa desesperada tentando terminar de montar aquele quebra-cabeças e minha mãe chega da rua furiosa:
- Eu passei em frente ao cinema e estavam a Mariana e a Fernanda entrando, ficaram até sem-graça quando me viram, você vai sair desse computador a-go-ra e vai ao cinema na próxima sessão porque eu tô mandando!
(ou algo assim)
Eu obedeci. O filme era Mudança de Hábito, eu gostei, e me senti a poderosa de ter ido sozinha. A partir daí, não ter companhia nunca me impediu de ver filme nenhum. Lá em Campinas é comum as pessoas irem ao Galleria (um shopping com vários cinemas) e se subdividir entre as salas. Fizemos isso uma vez, fui ver Legally Blonde sozinha também.
Ah. E a menina que queria ser jornalista? Agora é. Mas mudou de copydesk.
às
11:19
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segunda-feira, 9 de junho de 2003
Pelo menos uns 50% dos acessos atuais a este blog estão vindo de uma certa imagem que postei na última Copa. Pois vá ao Google images e digite equipo mundial pra você ver...
às
19:38
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sexta-feira, 6 de junho de 2003
Diálogos que fazem um casamento valer a pena (R)
E tem aquela da vez que o meu argentino me ligou furioso:
- O meu orientador leu minha tese e disse que tá parecendo a dança do calombo do negro!
- Samba do crioulo doido?
- Isso. Que que é?
às
17:33
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quinta-feira, 5 de junho de 2003
Anteontem assisti o que não se confessa: Miss Universo!
Sem mencionar a cafonice de tal feito, a objetificação da mulher, etc, etc, vamos aos outros comentários.
1) Ser alta não significa necessariamente ser bonita, certo?? O que eu estou tentando dizer é que num mundo onde ser miss já não é tudo, e as meninas querem mesmo é ser modelo, deviam tentar valorizar as belezas individuais. As misses parecem todas clones umas das outras, e às vezes têm cara de travesti até não poder mais. E meus protestos veementes ficam aqui registrados porque alisaram os cabelos da Miss América, que é latina e tem uns cachinhos lindos. Pelo menos foi só pra umas fotos, não pro concurso.
2) Das 15 finalistas, não sei quantas eram magríssimas e pelo menos uma era anoréxica mesmo, com certeza.
3) Um montão das fantasias tinham adereços de cabeça a la Carmem Miranda.
4) Deviam desistir de usar perguntas elaboradas pelas misses. Uma é mais estúpida do que a outra.
5) Frisaram muito que estavam usando "tradutores de precisão". Precisão de aprender mais, isso sim. O sujeito que traduzia as pobres das latinas interrompia as coitadas, roubando tempo das perguntas, e ainda traduzia tudo errado.
6) Mas a melhor parte da noite foi o Gastón ter achado a Miss Universo feia. Agora eu não me canso de perguntar: "e aí, eu sou mais bonita que a Miss Universo???". E ele: "éééé!".
Comentários de um site "especializado" aqui.
às
22:54
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Falando em mãe, você sabe que está há muito tempo longe de casa quando a sua mãe te confunde com uma atriz indiana.
E o pior é que ela tem razão: aquela cara de boba olhando pro teto e o cabelo preso pra trás são meio marcas registradas minhas...
às
22:31
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Léo Jaime recebeu isto de uma amiga e eu tô assinando embaixo. Ah, e se fundarem tal entidade e eu me afiliar, já tenho uma culpada: minha mãe. Viu, mãe??
Update: esse texto é de Martha Medeiros.
Mulheres que amam de menos
Eu quero dar meu depoimento. Creio ter um problema. Se mulheres que amam demais são aquelas que sufocam seus parceiros, que não confiam neles, que investigam cada passo que eles dão e que não conseguem pensar em mais nada a não ser em fantasiosas traições, então eu preciso admitir: sou uma mulher que ama de menos. Eu nunca abri a caixa de mensagens do celular do meu marido (namorado). Eu nunca abri um papel que estivesse em sua carteira. Eu nunca fico irritada se uma colega de trabalho telefona pra ele. Eu não escuto a conversa dele na extensão. Eu não controlo o tanque de gasolina do carro dele para saber se ele andou muito ou pouco. Eu não me importo quando ele acha outra mulher bonita, desde que ela seja realmente bonita. Se não for, é porque ele tem mau gosto. Eu não me sinto insegura se ele não me faz declarações de amor a toda hora. Eu não azucrino a vida dele. Segundo o que tenho visto por aí, meu diagnóstico é lamentável: eu o amo pouco. Será? Obsessão e descontrole são doenças sérias e merecem respeito e tratamento, mas batizar isso de "amar demais" é uma romantização e um desserviço às mulheres e aos homens. Fica implícito que amar tem medida, que amar tem limite, quando na verdade amar nunca é demais. O que existe são mulheres e homens que têm baixa auto-estima, que tem níveis exagerados de insegurança e que não sabem a diferença entre amor e possessão. E tem aqueles que são apenas ciumentos e desconfiados, tornando-se chatos demais. Mas se todo mundo concorda que uma patologia pode ser batizada de "amor demais", então eu vou fundar As Mulheres que Amam De Menos, porque, pelo visto, quem é calma, quem não invade a privacidade do outro e quem confia na pessoa que escolheu pra viver também está doente.
às
22:28
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terça-feira, 3 de junho de 2003
Primeiro ato:
cantoria, quarteto
Segundo ato:
chá, maledicência
Terceiro ato:
sucos, cuidado
Quarto ato:
msn, saudade.
Escreveremos outros, sim?
às
18:43
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segunda-feira, 2 de junho de 2003
sábado, 31 de maio de 2003
sexta-feira, 30 de maio de 2003
Esse texto que eu acabei de postar tem uma certa palavra mágica que vai trazer um monte de gente maluca pra cá, mas o que eu posso fazer? E o link das fotos arrumadinhas foi dica do Hiro. Me deu foi uma alegria danada, saber que minha barriguinha indecente tem solução. Photoshop.
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13:59
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Mais diálogos.
Um:
- Minha amiga falou que deixou umas salsichas fervendo por uma hora e elas pegaram fogo dentro da panela.
- Aaaah, as maravilhas da vida de casado!!!
Outro:
- Pena que o Fulano tá casado, senão eu apresentaria ele pra Beltrana.
- Pra Beltrana?? Mas ele ia ter que largar una sota.
- Ahn?
-
E outro, com um amigo, em 95:
- Eu não sei se eu posaria nua...
- Que isso, Heloisa, hoje em dia tem computador!!
às
13:33
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quarta-feira, 28 de maio de 2003
Se oferecer pra ajudar sem nem saber como, carregar o mundo nos ombros, passar um dia se preocupando com conjecturas improváveis ou distantes, protelar decisões importantes, espalhar papéis pela sala e quase se afogar neles.
É o pequeno Lair que todos carregamos conosco.
Update: É, mas Deus ajuda a pequena Suelly que também carregamos conosco!!!
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19:33
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segunda-feira, 26 de maio de 2003
Cachorro que tem dois donos morre de fome.
Mestranda que tem dois orientadores morre de tanto remendar o resumo que tem que mandar pra conferência.
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20:49
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Normal em Curitiba
Rita Lee - Roberto de Carvalho
Saudades da terra
Daquela vidinha boa
Entre um milagre e uma guerra
Quando Deus era brasileiro
E ria-se à toa
Lá no sul do Cruzeiro
Destino desejo
Santo pandemônio
Saudades do Ozônio
Da minha infância querida
Quero o essencial da vida
Quero ser normal em Curitiba
Saudades da terra daquele planeta azulzinho
Entre Vênus e Marte quando arte era puro dinheiro
E o estranho no ninho
Vinha lá do estrangeiro
New York, Paris
É impossível ser feliz
Saudades da Elis
Da minha infância querida
Quero o essencial da vida
Quero ser normal em Curitiba
Renascer de parto natural
Mamar numa doce muxiba
Crescer num país tropical
Supermercado em Carapicuíba
Manter o ciclo menstrual
Noivar, casar com o Giba
Viver de aumento salarial
Campeã de buraco e biriba
Quero o essencial da vida
Quero ser normal em Curitiba
Não é só Sampa que ela traduz.
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20:48
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quinta-feira, 22 de maio de 2003
Finalmente, descobri o nome em inglês do Gastão: Gladstone Gander. Obrigada, Inagaki!
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17:21
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quarta-feira, 21 de maio de 2003
Mais um aviso da campanha "Não seja mané!".
Foi dormir tarde porque terminou o trabalho?
Acordou cedo pra mandar um email pra si mesma com o arquivo em que você estava trabalhando?
Mande para vários endereços! Mande para os amigos também! Salve no seu diretório da universidade!
Só o que não vale é ter que voltar pra casa debaixo de chuva porque a conta do Yahoo estourou.
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11:35
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Triste de ir dormir às 6 e meia da manhã é ouvir que os passarinhos já acordaram.
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11:33
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segunda-feira, 19 de maio de 2003
domingo, 18 de maio de 2003
I'm So Tired
I'm so tired, I haven't slept a wink
I'm so tired, my mind is on the blink
I wonder should I get up and fix myself a drink
No,no,no.
I'm so tired I don't know what to do
I'm so tired my mind is set on you
I wonder should I call you but I know what you'd do
You'd say I'm putting you on
But it's no joke, it's doing me harm
You know I can't sleep, I can't stop my brain
You know it's three weeks, I'm going insane
You know I'd give you everything I've got
for a little peace of mind
I'm so tired, I'm feeling so upset
Although I'm so tired I'll have another cigarette
And curse Sir Walter Raleigh
He was such a stupid get.
Em homenagem aos relatórios. Não, eu ainda não terminei!!!
às
19:59
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Tô falando? Pelo menos esse aí tem mais a ver com os meus objetivos profissionais.
Não custou o que custa aí na Amazon, comprei na Vertigo aqui pertinho.
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15:10
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sábado, 17 de maio de 2003
Olha só, fui linkada no Dizem!!
O último livro que comprei (por 99 cents, na Amazon custa 18 dólares) é sobre o ensino de educação social (sincera e verdadeira) nas escolas primárias. Tem a ver com algumas coisas que nós, como estrangeiros, percebemos aqui nos States. Em um dos casos relatados no livro, a professora tenta guiar os alunos (de mais ou menos 5 ou 6 anos) ao hábito de realmente se importar com os outros. A turma era de crianças muitíssimo educadas, que diziam sempre por favor e obrigado e com licença e tudo o mais, mas elas não diziam nada além disso, as palavras eram vazias, e no final das contas elas estavam usando os rituais de boa educação como uma "arma" nos jogos infantis: "eu não vou emprestar os lápis de cor porque você não disse por favor!".
Minha primeira surpresa quando vim para cá foi ver a má vontade do povo quando diz "EXCUSE ME!". As palavras são educadas, mas o tom é de "SAI DA FRENTE!". Até aí tudo bem. O pior é quando você diz thank you e te respondem humrrum com a boca fechada...
às
17:53
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Bend it like Beckham: adorei!
Uma graça de filme, com futebol, família de imigrantes, casamento, triângulo amoroso, conflito de gerações e bastante humor. Muito simpático e leve, embora dure um pouco mais do que devia.
Agora eu quero um vestido indiano!!!
às
00:12
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quinta-feira, 15 de maio de 2003
Sobre o post do Matheus:
...há um estudo sério sendo desenvolvido há anos pela UNICAMP que se baseia na dúvida milenar: "pra onde vão os guarda-chuvas?".
Na verdade esse estudo já foi completado e deu origem à Teoria dos Gnomos Quânticos
O Carlos Drummond de Andrade disse que os guarda-chuvas vão para os anéis de Saturno, mas como se sabe os poetas costumam ser fantasiosos e pouco científicos.
às
16:57
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Ouvindo música síria. O título quer dizer algo como "te perdoei tantas vezes" ou algo assim.
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15:46
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Tenho visto tanto link legal e não estou postando nada aqui. Depois me embanano toda e acabo esquecendo. Peraí, vou amarrar barbante no dedo. Escrever no teto: vou sobreviver porque sou ninja!!
Das pronúncias estranhas do meu nome, a mais legal é a do Roman, que é de Taiwan: Eloitzá!
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01:45
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quarta-feira, 14 de maio de 2003
Lembrete pra mim mesma:
- parar de procurar páginas dos amigos na internet,
- se procurar, parar de dizer sem querer que achei,
- parar de tentar dar uma de cupido,
- se tentar, avisar pra bocuda que não é pra dizer pro rapaz "minha amiga Heloisa me contou tuuuuudo sobre você!"
às
22:59
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terça-feira, 13 de maio de 2003
Há muito tempo atrás, eu jogava crapeau, um jogo de baralho. Já até me esqueci como se joga, mas a pessoa que jogava comigo não era uma boa perdedora. Jogávamos em uma mesa forrada com uma toalha (ou uma canga, às vezes). Quando se dava conta de que perderia, simplesmente puxava a toalha e misturava todas as cartas, para que o jogo não terminasse.
Menem puxou a toalha.
às
18:12
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domingo, 11 de maio de 2003
sábado, 10 de maio de 2003
Ontem: Girls' night. Argentina, Venezuela, Espanha-Porto Rico, Alemanha, Brasil. Martinis. Falar bobagem. Tirar fotos de pés. Divertido.
às
17:10
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sexta-feira, 9 de maio de 2003
quinta-feira, 8 de maio de 2003
Isso que dá googlar os amigos. Hugo, de Pedralva para o mundo! (Ele é o segundo sorridente da esquerda pra direita.)
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19:34
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Recebi umas fotos do casamento, muito pequenininhas, que minha mõe mandou por email. A noiva estava LINDONAAAAA!
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17:59
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Teve encontro de brasileiros ontem. As reuniões são a cada 2 semanas, numa pizzaria muito chulé perto da universidade. Até parece que eu não sabia que ia acontecer o que está acontecendo.
Eu que comecei a lista do Yahoo. Estou tentando fazer isto dar certo, porque eu acho que seria interessante pra todo mundo. Os encontros são assim, num lugar público e com comida, pra estabelecer uma rotina e não dar trabalho pra ninguém.
Nas primeiras vezes eu pedi uma pizza, paguei, e depois o pessoal me deu o dinheiro. Depois eu achei que não dava muito certo porque eu nunca tinha troco e acabava devendo um pouquinho pra todo mundo. Tentei fazer outras pessoas assumirem essa responsabilidade, pra revezar um pouco. Nada. Agora, na vez passada, teve até um que perguntou: "e aí, já pediu a pizza?". Virei garçonete, eu? Se tem uma coisa que eu detesto tanto ou mais que ser tratada feito burra é ser taken for granted. Quando as pessoas nem pedem as coisas, elas simplesmente assumem que é um dever seu. Veja só: não estou tentando ser eleita pra nada, não quero nada, só queria conhecer gente, e achei que as outras pessoas também queriam isso.
O encontro vai continuar. A minha paciência, eu não sei.
às
14:25
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quarta-feira, 7 de maio de 2003
Foto inspirada pelo post do Hiro. Tirada em 80, quando minha irmã ainda gostava de mim porque me achava fofinha!
Ainda bem que meus dentes se juntaram. Eu pareço o Tico e o Teco.
às
16:53
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Viciei em livros. Não estamos tendo mais espaço pra eles. Revistas custam 3 ou 4 dólares. Na livraria da universidade há livros por 1 dólar, 2, ou 50 cents. Se me interessa, eu compro. Eles não têm propaganda e não me dizem como devo me vestir.
às
15:23
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terça-feira, 6 de maio de 2003
Não sei o que é pior: não tomar café e dormir na aula ou tomar e ficar se perguntando porque é que todo mundo tá falando TÃO devagar!!!
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17:02
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Incrível até hoje ninguém ter feito uma música pro café. Um samba pro café. Uma ode ao café. Uma escultura. Um painel gigante. Café pra dar e vender. Café é bom e faz crescer. Não me venha falar na malícia de todo café. Minha alma canta, vejo uma xícara de café. A cafelisa. David tomando café. Sei lá.
às
14:29
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segunda-feira, 5 de maio de 2003
De anteontem pra ontem tive um sonho louquíssimo, que incluía pessoas que conheci em vários lugares. Estavam todas hospedadas na casa da Luiza em Praia Linda mas ninguém sabia que a casa era dela. Sonho comprido e cheio de detalhes. Depois que eu acordei e contei o sonho pro Gastón me lembrei de uma história de família. Reza a lenda que naquela casa de praia da prima, que tinha infinitos sobrinhos, era necessário escrever bilhetinhos do tipo "não se esqueça de fechar a geladeira", no melhor estilo república, e ninguém nunca sabia ao certo quantos estavam hospedados. As pessoas se conheciam na praia e perguntavam "onde você está hospedado?" ao que a outra respondia: "ali". "Ah, é? Eu também!". Daí que minha prima abriu uma pousada. Ótimo, não? Qualquer dia eu vou.
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13:35
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O último post fazia muito mais sentido quando ainda estava dentro da minha cabeça, pero bueno...
às
12:56
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Uma amiga um dia me disse que não acreditava em almas gêmeas. Só acreditava em pessoas que funcionam juntas.
A minha mãe, que é muito católica, me ensinou coisas que não se ouvem na igreja com muita freqüência: que a gente veio ao mundo pra ser feliz e que até Jesus era bom mas não era bobo.
Por isso me surpreendo quando percebo que as pessoas (eu aí incluída) estão mais dispostas a acreditar em palavras do que reparar em ações e acabam sofrendo.
Quem é homem de bem não trai
O amor que lhe quer seu bem
Quem diz muito que vai não vai
Assim como não vai não vem
Eu nunca idealizei o príncipe encantado. Eu queria mesmo era a amizade perfeita. E sofro pra caramba de perceber que nem a minha amizade com a Marcia é perfeita, simplesmente porque isso é impossível. E parece que quanto mais a gente sonha mais faz um buraco, depois o buraco fica tão grande que a gente fecha os olhos e põe qualquer coisa no buraco pra tampar. Existe uma pessoa que eu amava de paixão perdida, e continuo gostando, com quem eu não falo há 2 anos e 8 meses. Essa pessoa influenciou todo o meu jeito de ser, desde o gosto musical até os gestos, se bobear até a minha caligrafia. Foram 11 anos sendo unha-e-cutícula, como nós brincávamos, pra acabar comigo decidindo que assim eu não queria, que assim estava mal, que se não era pra ser recíproco e saudável não ia ser de jeito nenhum. Ficou uma falta daquelas, uma saudade enorme, mas isso vai se dissipando e eu tento não ter raiva.
Não é fácil... Estou sendo cínica? Provavelmente. Mas acho que assim é melhor.
Words of love, so soft and tender
Won't win a girl's heart anymore
If you love her then you must send her
Somewhere where she's never been before
Worn out phrases and longing gazes
Won't get you where you want to go, no!
Words of love, soft and tender
Won't win her
You oughta know by now
You oughta know, you oughta know by now
Words of love, soft and tender
Won't win her anymore
às
12:56
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domingo, 4 de maio de 2003
Ela se casou hoje. A Lindona. Aquela menina gorduchinha, que se apresentou com um sotaque tão paulista, Marrrrcia, e perguntou meu nome. Igual ao da mãe dela, ela disse.
Meus pais foram à festa. Liguei para o celular da minha mãe e pedi pra falar com ela. Não consegui falar nada, só chorei. Falei com o marido dela também. "Obrigado por estar aqui com a gente", mesmo pelo telefone. Voltei a falar com minha mãe. Ela também chorou. Um desastre. Agora escrevo com as lágrimas caindo pelo computador afora.
Mas o que eu queria? É como quando éramos pequenas. Mesmo se ela dormisse lá em casa duas noites seguidas, mesmo quando já não tínhamos mais brincadeiras que inventar, eu chorava aos borbotões quando ela ia embora. Aos sete anos, comecei a estudar piano só porque era na casa dela, a professora era a minha xará. Depois já não estudávamos juntas, mas pelo menos tínhamos essa desculpa. E nossos passeios. Ir ao teatro com os pais de uma ou de outra. Fazer balé juntas. Fofocar, agora que já não estávamos na mesma classe.
A distância foi só aumentando. Mas só na geografia, não no coração. Uma no Rio, outra em São Paulo. Muitas férias. Lá, cá, no Espírito Santo. Eu contava os dias para podermos estar juntas, falar tanto sentadas à janela ou antes de dormir. Ou depois de, como às vezes acontecia: eu contava um caso compriiiido, e depois ia ver ela tinha dormido no meio.
Um dia fui a São Paulo e ela me disse que a família estava se mudando para Sorocaba. Tínhamos 16 anos, íamos fazer o terceiro ano. "Eu não quero ir pra lá." Fez um escândalo, se trancou no quarto, chorou. Mas foi. E adorou.
E foi lá que ela conheceu o que hoje, agora, há umas duas horas, é o seu marido. Certinho que só ele, ou melhor, que só ela. Gente fina. Eu estou feliz por eles, juro. Mas não consigo parar de chorar. É como se ao mesmo tempo eu desejasse tudo de bom e tivesse uma dor de quem teve um pedaço arrancado. Dou-me conta agora de que a distância geográfica importa, sim. E de que os nossos caminhos vão se bifurcando cada vez mais. Seremos amigas, sim. Eu sei que ela gosta de mim, e eu gosto dela também, mais do que as palavras podem expressar. Só que agora eu sei que talvez nossos filhos não cresçam juntos, talvez não sejamos capazes de manter contato pra sempre. Apenas o tempo dirá.
De qualquer maneira, terá valido a pena. Ela é seguramente uma das pessoas mais importantes na minha vida. Ensinou-me coisas pequenas (se você mantém o papel alumínio no chocolate não lambuza os dedos) e lições inesquecíveis. Que família da gente não é só a família de nascimento. Que uma amizade não é feita só de semelhanças e coincidências (ter nascido no mesmo lugar, ter dado o primeiro beijo na mesma semana), mas também de diferenças (de comportamento, de posicionamento religioso, de opinião em vários assuntos). Que o apoio dos amigos não precisa ser incondicional, só precisa ser sincero. E que momentos bons estarão sempre marcados, onde quer que estejamos.
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Os fatos: a Marcia, que não é mais gorduchinha, é um mulherão de alta e loira, nasceu no Rio, como eu. Mudou pra Sampa aos 4, eu mudei aos 5, e foi lá que nos conhecemos, no colégio Santa Marcelina, Jardim D. Na segunda série ela foi pro turno da manhã, mas nossos pais já tinham ficado amigos por minha conta e nós nunca deixamos de nos ver. Eu mudei de professora de piano lá pelos 9, 10 anos. Hoje eu detesto piano, não me lembro de mais nada. Quando eu fiz 12 anos fui morar no Rio. Ia a São Paulo de vez em quando, e um ano depois começamos a nos ver nas férias quase sempre. Passamos uns bons verões em Guarapari. Ela mudou pra Sorocaba e estudou Direito. Eu mudei pra Campinas e estudei Física. Casei-me com o Gastón em 2000, e ela foi madrinha. Hoje moro nos Estados Unidos, estou em semana de provas e perdi o casamento. De todos, esse era o que eu não podia ter perdido...
College Park, MD, EUA, 3 de maio de 2003. 7:55, horário de Brasília.
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sexta-feira, 2 de maio de 2003
E o mais legal disso tudo é constatar que é um povo mais civilizado que o nosso, que tem maior carinho conosco do que vice versa, é como um irmão mais velho que admira o mais novo, mas o mais novo tem prazer em contestar o mais velho pra se autoafirmar.
Na mosca, Dudu!
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16:00
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quinta-feira, 1 de maio de 2003
George Bush teve que ser avisado pelos seus agentes secretos de que não estava diante de seus ídolos. Decepcionado, o presidente comenta: "Pensei que finalmente seria entendido. Mas bem que eu tinha desconfiado daquele azulzinho...".
Crédito ao Gastón, pela ótima sacada...
(Agora em inglês, porque merece:)
President Bush had to be warned by his secret agents that those were not his TV idols. Very disappointed, the president declares: "I thought I would finally be understood. But, in hindsight, the blue one looked suspicious...".
às
17:38
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