sexta-feira, 16 de fevereiro de 2007
sexta-feira, 9 de fevereiro de 2007
Na hora do almoço
A música tocava meio de longe, mas ainda reconheci e me lembrei de como gostei da primeira vez que ouvi...
All I really really want our love to do
Is to bring out the best in me and in you too
All I really really want our love to do
Is to bring out the best in me and in you
I want to talk to you, I want to shampoo you
I want to renew you again and again
Applause, applause - Life is our cause
When I think of your kisses my mind see-saws
(...)
I want to have fun, I want to shine like the sun
I want to be the one that you want to see
I want to knit you a sweater
Want to write you a love letter
I want to make you feel better
I want to make you feel free
I want to make you feel free
às
17:46
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terça-feira, 30 de janeiro de 2007
quinta-feira, 11 de janeiro de 2007
...e um Próspero Ano Novo para você também.
Próspero. Já faz tempo que não vejo esta palavra num cartão de Natal. Quando era pequena achava a palavra mais ácida que festiva, mas hoje em especial estou gostando do som: próspero. Não fiz nenhuma simpatia no reveillon mas vai ver que foi isso mesmo que deu certo. Pé de pato, mangalô, três vezes, que venha para ficar esse sentido de abundância que tenho experimentado. Porque fartura e estar farta são duas coisas com-ple-ta-men-te diferentes e por agora eu estou olhando no lado brilhante dessa moeda.
às
23:54
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[Site Jóia] Miscelânea Vanguardiosa
Para quem gosta de ((((música) instrumental) brasileira) da melhor qualidade) - leia-se: música, música instrumental, música intrumental brasileira e música instrumental brasileira da melhor qualidade - o negócio é ouvir o Miscelânea Vanguardiosa.
O Miscelânea tem narração de Ricardo Sá Reston, que tem um gosto musical irrepreensível e sabe do que está falando: ele faz parte do grupo Acuri, que ganhou o Concurso de Bandas Speedy Experience do TramaVirtual.
O vigésimo quarto episódio do Miscelânea vem em duas versões, português e inglês, e mudou de casa do podomatic para o blogspot. A versão em inglês vem a calhar, já que o programa tem fãs fiéis no mundo todo.
O fato de o Ricardo ter atazanado o fundo da sala durante as aulas de história no terceiro ano do colégio lá pelos idos de 94 e o nosso duradouro querer bem não têm nada a ver com o jabá.
Confiram o Miscelânea e vão saber do que estou falando.
às
23:13
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quinta-feira, 4 de janeiro de 2007
Venenosa, ê-ê-ê-ê-ê!
(Via Dudu)
Your results:
You are Poison Ivy
| You would go to almost any length for the protection of the environment including manipulation and elimination. | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Click here to take the "Which Super Villain are you?" quiz... | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
às
22:47
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quarta-feira, 27 de dezembro de 2006
domingo, 17 de dezembro de 2006
Minha mãe fez antes de eu nascer, a minha irmã fez quando era casada, a Marcia fez há pouco tempo, a Sandra que mora comigo já fez, das meninas aqui de DC a Denise fez, a Isabella também, a Elena fez até duas vezes, a Bebel também fez, a Monica fez, tem umas que não fizeram ainda, nem a Juju, nem a Fran, a Malu disse que fez bem antes de ir pra Dinamarca e foi ótimo, a Claudia do escritório fez, a Melissa que trabalha comigo tá longe de fazer, a Azy então nem se fala, a Isabell fez e gostou, a Julie fez e reclamou o tempo todo, a Ana fez, a Teca fez maravilhosamente bem, a Denise fez quando eu era pequena, a Miriam fez lá na casa dos meus pais que eu lembro, minha prima Heloisa Xará também fez, a Laura irmã do Phil fez, a Patricia tá muito pertinho de fazer, a Mariana vai fazer antes de ter neném, a Tati faz daqui a pouquinho, a Beta ainda não fez mas é capaz de achar bom, acho que a Dina fez mas não tenho certeza, a Fabíola fez e não mudou nada, dizem que a gente fica mais sexy e mais sabida então eu também vou fazer, amanhã mesmo eu faço: trinta.
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20:21
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domingo, 10 de dezembro de 2006
Um belo dia eu resolvi mudar
E lógico que baguncei todo o template no processo.
Ainda faltam blogs nos links, calma lá.
Em obras.
às
13:23
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quarta-feira, 6 de dezembro de 2006
[Site jóia] PaperBackSwap.com
Este é para quem mora nos Estados Unidos: um sistema de troca de livros online. Funciona assim: você coloca os livros dos quais quer se livrar à disposição de outros usuários, e as pessoas podem "encomendar" os livros. Quando isso acontece, você recebe um email, imprime a etiqueta - que já vem com o endereço da pessoa e o tanto de selos que devem ser adicionados, via Mediamail, que é barato, uns 1.59 por livro - e encapa o livro pra mandar. Não precisa nem ir ao correio. Aí você recebe um crédito para encomendar livros de outras pessoas, e desta vez o remetente é quem paga a postagem. Eu comecei há um mês e já tive 18 livros indo ou voltando. Ah, e quando você abre a conta, ganha 3 créditos para os primeiros 9 livros que adicionar, para poder começar a brincadeira. Eu recomendo!
PaperBackSwap.com
(Acho que se colocarem meu email como eu que recomendei eu ganho um crédito, mas juuuuro que não foi por isso. É muito bom mesmo.)
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17:21
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segunda-feira, 4 de dezembro de 2006
Como é que eu explico?
Uma coisa é conhecer pessoas. Outra coisa é ir a um lugar onde você não só conhece pessoas tipo "amostra randômica" mas pessoas que têm a ver com você ("é mulher? é brasileira? mora em DC?"). Aí todo mundo fala, fala, fala, e se repartem por igualzinho presentes, pão de queijo, confidências, guaraná, opiniões, piadinhas, aflições, passados, vinho, good vibes. Depois (ou antes, dependendo do caso) vem a hora de ler o blog das mulheres, oh meu Deus! tantas mulheres, e entre o que foi dito e o que foi escrito sentir uma irmandade estranha como daquela vez no restaurante indiano, ver gente que se apaixona, que ganha, que perde, que casa, que casa até as filhas, que namora, que tira foto, que tem filhos, que trabalha, que batalha. Por hoje cansei, que já é tarde, mas vem mais por aí, meninas de DC.
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01:06
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quarta-feira, 29 de novembro de 2006
| Help volunteers tackle community problems New Heights is a revolutionary program that directs volunteers to where help is needed most. Your help enables more children to read, more battered women to find shelter and more ill to find comfort. |
às
13:36
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sexta-feira, 10 de novembro de 2006
Cute, quaint, hungry, and romantic: the aesthetics of consumerism
Verborrágico, exagerado, dramático e ao mesmo tempo lúcido e acertando na mosca, Daniel Harris faz uma análise da estética do consumismo na sociedade. Pois o que se compra não é o produto, é a nossa própria imagem: fofinhos, únicos, românticos, para cada qual há um produto que reafirma nossas posições e opiniões.
Para ler antes de entrar na Gap ou antiquário.
(Para saber mais, um review melhor que o meu.)
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08:38
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quinta-feira, 26 de outubro de 2006
Caminante no hay camino
Caminante, son tus huellas
el camino y nada más;
caminante, no hay camino,
se hace camino al andar.
Al andar se hace camino
y al volver la vista atrás
se ve la senda que nunca
se ha de volver a pisar.
Caminante no hay camino
sino estelas en la mar...
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20:19
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quarta-feira, 30 de agosto de 2006
Domadora de Tensões.
Não resisti à caixinha e comprei esse chá, a marca é bem comum, mas a donzela de rubro domando o dragão é o que há.
PS: E entre as citações edificantes do site do chá:
"There is not much danger that real talent or goodness will be overlooked long." (Louisa May Alcott)
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00:30
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segunda-feira, 28 de agosto de 2006
Pê-ésse
A tirinha do último post me lembrou de um menino que vi hoje (na casa de outra amiga, que hoje foi o dia de ver gente), ele deve ter uns 10 anos, argentino, assistindo uma partida do Boca contra o San Lorenzo em que o Boca fez zilhões de gols (7x1, acabei de conferir). Cada vez que saía um gol ele exclamava "qué lindo!", com encantamento e não com a empolgação belicosa de alguns torcedores. Achei bonitinho.
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03:11
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A ver?
Ok, sem escrever há tempos, comecemos do mais recente.
Não quero contar historinha hoje porque já é quase hora de dormir. Tantos momentos neste blog funcionam como Polaroid, é isso o que eu quero hoje.
Quero lembrar da Anubha dizendo "thank you, thank you, thank you so much" em sua festa surpresa, depois indo de pessoa em pessoa, perguntando - "e você?", ao que a pessoa dizia o próprio nome. É que ela teve um acidente em janeiro e perdeu a visão. Ela vê vultos e usa o computador usando um programa especial que mostra duas linhas na tela, enormes. Só assim para ela enxergar. Eu não a via há quase dois anos, e fui mesmo assim à festa. Um privilégio ver e ouvir (ah, e comer, que comida indiana é muito boa! terceira vez na semana, contando o delicioso jantar em Friendship Heights) mas talvez eu tivesse que me preparar mais, dei vexame, fiquei emocionada em vê-la e ficou fácil confundir minha emoção com pena. Não era. Era emoção mesmo, um monte de coisas que vieram à minha cabeça, a oportunidade de conversar com outras pessoas que lá estavam e que também não via há tempos. Uma delas foi uma professora do departamento que me incentivou à beça a trabalhar no que eu quero e ainda disse que vai fazer a aluna dela entrar em contato comigo "porque ela tem muitos interesses e eu não quero que ela fique entediada, eu quero que ela se mantenha feliz". E mais apoio ainda eu tive da Anhuba, dizendo que sim, eu vou arranjar um emprego, porque as coisas acontecem do jeito que têm que acontecer e que ela é a maior prova disso. Agora, dá pra ficar de olho seco com uma criatura dessas?
Na hora do bolo, ela parou e fez um pedido, a imagem mais linda que vi hoje, sua postura de meditação. Presenciei o costume indiano que manda que os convidados sirvam comida ao homenageado, todos pegaram um pedaço de bolo e fizeram a coitada comer, ela já estava que não agüentava! E no discurso ela disse que estava feliz de ter todos os amigos ao lado dela, que ela teve um apoio enorme da família e dos amigos e que estava tendo a oportunidade de ter um segundo primeiro aniversário, do qual ela se lembrará para sempre. Um amigo indiano rebateu na hora: "Primeiro aniversário? Por que as mulheres sempre têm que mentir a idade???".
Definitivamente, uma lição na arte de não reclamar da vida, tema que já se repetiu vááááárias vezes esta semana.
Para completar, tirinha do blog do Guilherme, amigo da Teca e juiz de trovas:
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03:08
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domingo, 27 de agosto de 2006
Oito coisas
1. Não aprendi a andar de bicicleta direito, como a Denise, porque só aprendi lá pros 19, 20 anos. Nadar também foi mais ou menos com essa idade e não tenho carteira de motorista até hoje.
2. Sou uma organizada teórica. Vivo lendo livros de organização mas continuo bagunceira.
3. Passo mais tempo online do que eu gostaria. E mesmo assim não escrevo no blog! Tenho uma lista enorme de projetos que quero começar online, ainda bem que ganhei este empurrãozinho!!!
4. Sou ambientalista sem carteirinha. Esse é um dos meus projetos: quero começar a escrever sobre as coisas interessantes que ando lendo, para ver se exercito aqui o Tico e o Teco a explicar minhas idéias.
5. Morro de saudade do Brasil. Mas não tenho vocação pro sofrimento, então aguardo confiante a próxima oportunidade de aparecer por lá e ver meus pais.
6. Tenho mau gênio. Minha mãe, quando perguntada, diz que eu sou muito "positiva", que sei o que quero e não tenho paciência com gente burra. Pra mim isso se chama mau gênio, minha mãe é que não quer admitir. E quando fico com fome, fico pior ainda.
7. Tenho vários medos, mas um deles é o de ser inadequada. Hoje, em especial, esse medo se realizou, fui a uma festa e fiz tudo errado!
8. Gosto da cor roxa e das cores do arco-íris, de jazz e boa mpb, de strogonoff ou arroz-feijão-farofa, de café, de cheiro de chuva, e de massaginha no ombro.
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23:11
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domingo, 16 de julho de 2006
R-E-S-P-E-C-T
(oo) What you want
(oo) Baby, I got
(oo) What you need
(oo) Do you know I got it?
(oo) All I'm askin'
(oo) Is for a little respect when you come home (just a little bit)
Hey baby (just a little bit) when you get home
(just a little bit) mister (just a little bit)
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15:51
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domingo, 2 de julho de 2006
Mãe Joana
Uma amiga minha, a Pat, sempre achou a minha casa um lugar estranho onde coisas antigas podiam ressurgir a qualquer momento, a foto da bisavó, um cartão de visita dos anos 60, o desenho que fiz aos quatro anos, o correio da semana passada. (Eu tinha a mesma sensação ao ir à casa dela, onde as revistinhas Disney e os discos de rock dos anos 80 conviviam com o papel de parede de outras épocas, depois arrancado impiedosamente pela estudante de arquitetura.)
Hoje mais do que nunca estou com a casa e a cabeça reviradas. A foto da bisavó está, literalmente, na mochila, e na mesa de centro repousam outras do último dia das bruxas. Os CDs em desalinho, louça para lavar, lixo para exorcizar, livros para devolver, roupas para dobrar, emails para responder, isso sem falar aqui na cachola para organizar e uma mala para fazer.
Information overload, ou só preguiça?
às
16:26
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